Jornalismo não é brincadeira, é pauleira pura

Vem ocorrendo uma sequencia, fruto de um ciclo virtuoso, que começa com o aumento de qualidade dos padrões de videos, HD, Full HD, 4K, 8K, etc, seguido pelo aumento de qualidade da câmeras, com aumento de processamento, aumento no consumo de energia das câmeras e a consequente melhoria das baterias, com aumento de capacidade de corrente e com o aumento da capacidade armazenamento de energia das baterias, saltando de 100 Wh para 150 Wh, 200 Wh e agora para 300 Wh, lançadas pela Energia a um ano atrás, no inicio de 2019.

E aí surgem 2 problemas: as autoridades de transportes que continuam travadas no passado, com o limite de 100 Wh e os carregadores antigos, ainda em utilização em muitas emissoras e produtoras, limitados em 2Ah, podendo demorar até 24 horas para recarregar uma bateria de 300Wh. Um dia produz e o outro carrega???

O segundo problema é fácil de resolver – A Energia lançou 2 tipos da carregadores: o modelo desktop TC-2, com 6Ah capaz de carregar 2 baterias de 300Wh em apenas 8 horas e o super carregador portátil TC-LJ com 8Ah de capacidade, carrega uma bateria de 300Wh em apenas 3 horas.

As novas baterias de 300Wh da Energia, alem de atender as demandas por mais energia (tempo de operação) e também a demanda por mais corrente suportando até 15A de corrente de operação, as novas baterias EP-L300 têm o menor custo Wh/US$.

LED – A importância do fósforo

Os LEDs são, basicamente, constituídos de duas partes:

Um diodos emissor de irradiação de ondas eletromagnéticas, na frequência do ultra violeta ou da cor azul e de uma camada de material luminescente. Essa irradiação, ao se chocar com a camada luminescente, emite luz. A qualidade desta luz depende, fundamentalmente, da qualidade desta camada de material luminescente chamada de fósforo.

Atualmente, uma das principais linhas de pesquisa é sobre o fósforo, pois os LEDs são utilizados para iluminar as cenas de TV ou de cinema, mas também para iluminar as telas dos celulares, dos televisores e as super telas. A Energia desde 2010 acompanha essas pesquisas e desde 2014 todas as nossas luminárias eram Full Spectrum.

Existem diversos índices que indicam a qualidade dessa luz: CRI, TLCI, TM-30, etc. Atualmente, o que melhor indica a qualidade é o TLCI que compara a luz emitida pelo LED, captada por um sensor digital de alta performance. O resultado desse índice, em percentagem, indica a fidelidade de reprodução de cores, variando até 100% que correspondente a total fidelidade, equivalente a luz do Sol.

Um LED com TLCI abaixo de 80% é aceito para iluminação geral e de serviço.

Uma luminária com TLCI entre 80% e 95% é aceito para produções de vídeo de baixa qualidade.

Para produção de alta qualidade tipo Full HD, 4K e alem, necessita de luz com qualidade de 98% ou acima.

Um baixo valor do índice pode representar não apenas um erro de saturação das cores, mas também, um erro de deslocamento de fase da cor (hue).

Atualmente todas as luminárias da Energia possuem LEDs com TLCI acima de 98%, entre as quais destacamos o Cobra COB.

O on-camera super robusto, campeão de audiência, presente em 9 entre 10 câmera de jornalismo
Com um único LED tipo COB, produz uma luz com uma única sombra

Huawei Está à Venda?

Ren Zhengfei parece preparado para vender toda a tecnologia Huawei 5G a um comprador ocidental 

By The Economist Sep 12th 2019

Em um átrio projetado para evocar a Grécia antiga – cercada por colunas de pedra e seis aproximações imponentes das cariátide – era justo que Ren Zhengfei, executivo-chefe da Huawei, estendesse um ramo de oliveira ao Ocidente: um pedaço de sua empresa.  O edifício palaciano no amplo campus da Huawei em Shenzhen abriga uma sala de exposições que exibe orgulhosamente a tecnologia de “quinta geração” (5G) da gigante chinesa de telecomunicações.  As redes de telefonia móvel ultra-rápidas e ultra-cobiçadas em breve conectam tudo, de carros a robôs industriais. 

É essa tecnologia 5G – central para o crescimento futuro da receita da Huawei – que Ren disse que estava pronto para compartilhar, em uma entrevista de duas horas com o The Economist em 10 de setembro.  Por uma taxa única, uma transação concederia ao comprador acesso perpétuo às patentes, licenças, códigos, códigos técnicos, projetos técnicos e know-how de produção existentes da Huawei.  O adquirente pode modificar o código-fonte, o que significa que nem a Huawei nem o governo chinês teriam controle hipotético de qualquer infraestrutura de telecomunicações construída com equipamentos produzidos pela nova empresa.  A Huawei também estaria livre para desenvolver sua tecnologia em qualquer direção que desejar. 

A Huawei esteve em uma ofensiva de charme este ano.  Isto tem levado Ren a sair uma vez por mês desde janeiro para receber prêmios em entrevistas com meios de comunicação internacionais.  Mas a idéia de transferir sua “pilha” de 5G para um concorrente é de longe a oferta mais ousada a surgir.  “É difícil criar precedentes semelhantes na história da tecnologia”, diz Dan Wang, da Gavekal Dragonomics, uma empresa de pesquisa. 

O objetivo declarado de Ren é criar um rival que possa competir em 5G com a Huawei (que manteria os contratos existentes e continuaria a vender seu próprio kit de 5G).  Para ele, isso ajudaria a nivelar o campo de jogo em um momento em que muitos ocidentais ficaram alarmados com a perspectiva de uma empresa chinesa fornecer o equipamento para a maioria das novas redes de telefonia móvel do mundo.  “Uma distribuição equilibrada de interesses é propícia à sobrevivência da Huawei”, diz Ren. 

Sem brincadeiras.  Um ataque de meses por parte da América atacou a empresa, cujas redes globais suspeita permitir que a China espie outras pessoas.  Os Estados Unidos também tentaram pressionar os aliados a não usarem os equipamentos da Huawei quando eles começaram a construir suas próprias redes 5G.  Em maio, as empresas americanas foram impedidas de vender componentes e software para a Huawei, alegando que ela representava um risco à segurança nacional.  No mês passado, os EUA impediram as agências governamentais de negociar com ele (a empresa está contestando essa proibição em tribunal). 

À primeira vista, o gesto de Ren tem muito a oferecer.  Se a venda acabasse dando origem a um concorrente próspero, países como a Austrália (que proibiu o equipamento da Huawei) não precisariam mais escolher, por um lado, a tecnologia em suas redes de ponta e barata, como a Huawei, e, por outro lado, temores de espionagem chinesa.  Eles poderiam ter a melhor tecnologia de um aliado.  As decisões sobre a compra de equipamentos de telecomunicações poderiam então retornar dos políticos às salas de reuniões pragmáticas. 

O gesto também pode convencer os suspeitos da tecnologia da Huawei de que as intenções de negócios da empresa são duras.  Ren diz que o dinheiro do acordo permitiria à Huawei “avançar ainda mais”.  O valor de todo o portfólio de tecnologia de 5G da empresa, se fosse vendido, poderia chegar a dezenas de bilhões de dólares.  Na última década, a empresa gastou pelo menos US$ 2 bilhões em pesquisa e desenvolvimento para a nova geração de conectividade móvel. 

Ao dizer que quer criar uma corrida tecnológica mais justa, Ren também está tentando dissociar os temores de segurança americanos daqueles do domínio de mercado da Huawei.  Sua oferta é “essencialmente chamar a atenção deles”, diz Samm Sacks, da New America, um think tank em Washington.  Como ela ressalta, o governo dos Estados Unidos está trabalhando em como criar um rival para a Huawei, seja promovendo empresas americanas ou ajudando a fortalecer seus dois principais concorrentes globais: Ericsson, uma empresa sueca, e Nokia, uma finlandesa.  Também estão em andamento movimentos para tornar certos componentes das redes móveis intercambiáveis entre si, para permitir que as operadoras misturem e combinem com os fornecedores mais facilmente.  A Openran, um órgão de padrões, quer que fabricantes de infraestrutura como a Huawei cheguem a um acordo sobre os padrões da tecnologia em suas redes que transportam dados para facilitar a operação conjunta.  Até agora, a Huawei se recusou a participar. 

No entanto, as questões sobre a viabilidade do negócio são abundantes.  A China aceitaria se apossar de uma parte essencial de uma de suas poucas corporações mundialmente poderosas?  Para melhor ou pior, o 5G se tornou um proxy para a superpotência.  Como Ren disse ao The Economist, “5G representa velocidade” e “os países que têm velocidade avançarão rapidamente.  Pelo contrário, países que perdem velocidade e excelente tecnologia de conectividade podem sofrer desaceleração econômica. ” 

Mesmo que o estado chinês tenha abençoado, quem poderia ser o comprador?  Ren diz que “não faz ideia”.  Analistas suspeitam que gigantes como Ericsson e Nokia aceitariam uma oferta por orgulho e questionariam o valor da tecnologia da Huawei.  (Tendo registrado perdas no ano passado, elas também estão com pouco dinheiro.) A tecnologia pode não ajudar uma empresa menor a competir em pé de igualdade com a Huawei.  A empresa chinesa está tão bem consolidada com as grandes operadoras, dizem os consultores, que não faria sentido financeiro para a maioria delas contratar um novo fornecedor.  A Samsung, uma gigante da eletrônica sul-coreana, tem bolsos profundos e um negócio pequeno, mas crescente, de equipamentos de rede – e sem concorrentes rivais, poderia gerar uma barganha difícil.  Um consórcio de compradores é possível;  quem inventaria um não é claro, no entanto. 

Os pretendentes podem ser adiados por outras considerações.  Se a Huawei estiver realmente pronta para transferir toda a sua tecnologia para outra empresa, então, como assinala Wang, “ela deve aceitar o risco de um grande concorrente no futuro”.  Mas o domínio da Huawei deve tanto à tecnologia quanto aos baixos preços e à velocidade com que ela pode lançar os produtos, diz Sacks.  Sua disposição em servir lugares em que as empresas ocidentais evitam também é um fator: quem além da Huawei passaria por pântanos da malária na África e transportaria estações-base pelos flancos das montanhas colombianas?  Ren sabe disso.  Perguntado se ele achava que uma empresa americana, com o precioso know-how da Huawei em mãos, seria capaz de realizá-lo, ele disse com arrogância: “Acho que não.” Mas os potenciais compradores também o conhecem. 

Por fim, poucos acreditam que uma venda aplacaria o aparato de segurança nacional da América, pelo menos no curto prazo.  Um novo concorrente quase certamente ainda precisaria fabricar equipamentos na China, que produz metade do kit de telecomunicações da América.  As preocupações com a interferência chinesa não desapareceriam.  E a mais recente ofensiva da Huawei não é só charme.  Na semana passada, acusou as autoridades americanas de cometer infrações enquanto se apresentavam como trabalhadores da Huawei, a fim de “fazer acusações sem fundamento contra a empresa”.  Também acusou o governo americano de atacá-lo com ataques cibernéticos.  Isso pode azedar as relações. 

A proposta do Sr. Ren poderia, então, ser um sinal de desespero?  Nem um pouco disso, ele diz.  Ele afirma que a Huawei encontrou fornecedores alternativos para seus negócios de infraestrutura de rede que não são afetados por sua lista negra na América.  Ele nega que a empresa faça uma perda no próximo ano. 

No entanto, o negócio do consumidor está sob pressão.  Metade das vendas de US $ 105 bilhões da empresa no ano passado vieram dos 208 milhões de smartphones vendidos em todo o mundo.  O mesmo aconteceu com uma participação enorme nos lucros.  Este negócio está em apuros.  Os telefones que a Huawei vende fora da China são dispositivos de comunicação desejáveis, em grande parte graças ao software proprietário disponível exclusivamente no Google.  O Android, o sistema operacional móvel do Google, usado pela Huawei, é de código aberto e está disponível gratuitamente.  Mas os aplicativos da gigante americana de tecnologia não são.  Como o Google é americano e seus aplicativos são compilados nos Estados Unidos, a proibição do Departamento de Comércio de vendas de tecnologia americana para a Huawei se aplica a eles. 

Ren diz que o Google pressiona o governo Trump para permitir que ele volte a fornecer à Huawei o software proprietário Android, mas até agora sem sucesso.  A menos que a política americana mude, a Huawei continuará paralisada com a versão de código aberto do Android, sem nenhum dos aplicativos que os consumidores esperam.  A empresa chinesa está desenvolvendo seu próprio sistema operacional, o Harmony OS, mas não será rival do maduro ecossistema Android nos próximos anos. 

Isso significa que todos os novos telefones Huawei serão enviados sem o Gmail, Google Maps, YouTube ou, crucialmente, Google Play Store.  A Play Store é o que permite aos usuários do Android baixar aplicativos como WhatsApp, Instagram e Facebook com facilidade.  O WhatsApp, em particular, tornou-se um modo padrão de comunicação em grande parte do mundo fora da América.  A menos que seu governo pare, os novos smartphones da Huawei serão pouco mais do que câmeras decentes que fazem chamadas telefônicas.  A empresa lançará o Mate 30, o primeiro telefone topo de gama desde a sua lista negra, no dia 19 de setembro em Munique.  A Huawei afirma que seus recursos de hardware aumentarão as vendas.  Mas é improvável que um telefone que não possua funções básicas seja um sucesso.  Um negócio de consumo enfraquecido prejudicaria os lucros. 

A participação da Huawei no mercado chinês de smartphones, onde nunca se baseou nos aplicativos do Google, está crescendo rapidamente.  Mas dois quintos de suas vendas anuais por telefone, ou aproximadamente US $ 20 bilhões, vêm de fora do país.  Embora os executivos da empresa tenham recusado repetidamente compartilhar quaisquer projeções, o crescimento da receita em toda a empresa nos oito meses a agosto diminuiu para 20%, ano a ano, de 23% no primeiro semestre de 2019. Se o Mate 30 e seus sucessores fracassarem,  A Huawei perde bilhões de dólares em receita anual. 

Desafios semelhantes da cadeia de suprimentos afetam outras partes de seus negócios.  Seus codificadores são ferramentas de software de programação conhecidas como compiladores e bibliotecas, usadas para criar o software que fornece todo tipo de dispositivo eletrônico, não apenas smartphones, mas também equipamentos de rede.  Assim como o Android, a Huawei teria que criar sua própria versão e um ecossistema tecnológico ao seu redor.  Esses ecossistemas levam anos para evoluir e há apenas uma empresa a fazer para estimular essa evolução, que conta com desenvolvedores de terceiros, com seus próprios objetivos e incentivos.  A experiência da Huawei em tecnologia alta e difícil é de pouca utilidade aqui. 

E, apesar das garantias de Ren, as finanças da Huawei estão sendo reduzidas.  Até ele admite que suas relações com grandes bancos ocidentais, como o hsbc e o Standard Chartered, foram interrompidas.  Ainda assim, a empresa tem muito dinheiro e ele diz que os bancos menores continuam dispostos a emprestar a ele.  O Banco de Desenvolvimento Chinês, que supostamente estendeu linhas de crédito para a Huawei e a zte, uma concorrente chinesa, no passado, pode aumentar se necessário.  Ren e seus subordinados afirmam repetidamente que o fluxo de caixa é “saudável”, apontando para o furioso trabalho de construção da empresa.  Acabou de concluir um campus de pesquisa de 120 hectares e US $ 1,4 bilhão. 

A Huawei está sendo forçada a se transformar de uma empresa que fabrica e vende hardware em uma que também produz muitos componentes que costumava comprar de outras empresas.  Esse tipo de mudança pressiona uma empresa.  Sua vaca leiteira está ameaçada, mesmo tendo que investir pesadamente para substituir os fornecedores e o software que não pode mais receber da América.  Ren pode esperar que sua venda discutida da tecnologia 5g da Huawei lhe dê combustível suficiente para que a empresa voe cada vez mais alto.  Mas olhe por trás dos afrescos vistosos de Shenzhen e seu gesto mais vistoso, e o futuro da Huawei parece decididamente nebuloso. 

Aliança busca um sistema mais inteligente para o varejo de alimentos

A IMS Evolve, uma empresa de Internet das Coisas Industrial (IIoT), anunciou uma parceria estratégica com a Current, desenvolvida pela GE, para fornecer soluções de IoT ao setor de varejo de alimentos.  A parceria aproveita os recursos de integração e automação do IMS Evolve e a infraestrutura de controles sem fio da Current Daintree para ajudar os varejistas de alimentos a reduzir custos operacionais e melhorar a experiência do cliente.

A nova parceria visa gerar economia de energia, desperdício e manutenção, aproveitando dados em tempo real dos ativos em toda a empresa.  De acordo com os parceiros da aliança, uma mercearia regional dos EUA instalou recentemente o sistema em quase 200 lojas e está no caminho de economizar centenas de milhares de dólares nos próximos meses, simplesmente identificando e removendo o excesso de ciclos de degelo em casos de refrigeração.  O cliente estima que o projeto proporcionará mais de US $ 1,2 milhão em economia anual por meio de uma combinação de refrigeração, HVAC e economia de energia relacionada à iluminação, além de reduzir a deterioração dos alimentos em 30% e reduzir as chamadas de manutenção reativa em 25%.

A plataforma IMS Evolve IIoT integra infraestrutura e sistemas de refrigeração, iluminação e HVAC existentes, fornecendo acesso a dados acionáveis em tempo real e em toda a frota em uma única plataforma, sem a necessidade de substituição e substituição.  O software pode ser executado de forma nativa no controlador de área sem fio (WAC) da Current, com os dados sendo adquiridos e aproveitados pelo sistema IMS para impulsionar a automação do processo.

PRÉ-LANÇAMENTOS DA ENERGIA 2020

A Energia lançará várias novidades sobre sua Linha de Produtos para 2020.

Algumas dessas novidades serão antecipadas a partir das Feiras da SET em São Paulo, da BIRTV em Beijing e da IBC em Amsterdam.

TC-LJ – Carregador Super Rápido

Enfim um carregador para quem não tem tempo a perder!

Trata-se de um carregador portátil com 8A de capacidade, isso significa 4 vezes mais potente que os carregadores comuns. Os tempos de Carga serão reduzidos extremamente.

POCKELITE F7

É uma luminária que todos os diretores de fotografia e cinegrafistas iram desejar ter no bolso da jaqueta.

É uma luminária tipo On-Camera, RGBW com mais de 16 milhões de cores e geradora de efeitos, capaz de simular as luzes de veículos de emergência (polícia, ambulância e bombeiros) e inúmeros outros efeitos.

Acordeon

Luminária com lente Fresnel de cristal e superpotente, 10.340 lux@3m@180 (equivalente mais de 4KW de tungstênio com filtro daylight).

Possibilidade de ajustes de intensidade (dimmer) e de foco por DMX.

Luz de alta qualidades com TLCI acima de 98%.

Alimentação por AC ou por baterias tipo V-Mount ou Golden Mount.

Fox versus Anatel

Oferta de canais lineares pela Internet vai além da Fox e mostra cenário complexo

By SAMUEL POSSEBON

samuca@teletime.com.br

A Anatel tem dito em diferentes manifestações sobre a cautelar imposta à Fox contra a oferta pela Internet de conteúdos lineares diretamente ao assinante, que este é um caso único, mas com grande potencial de se multiplicar rapidamente pelo mercado, causando um desequilíbrio competitivo com as operadoras de TV por assinatura. A Anatel diz que precisa entender melhor o cenário, tanto que abriu uma coleta de subsídios até dia 15 de agosto, e por isso optou por congelar o cenário atual, o que seria um quadro de mais fácil reversão, impondo a cautelar. Mas a análise do que já é realidade no mercado mostra um cenário bem mais complexo.

Um levantamento feito por este noticiário mostra que existem outros casos, anteriores à cautelar, em que canais de TV paga lineares podem ser contratados sem a necessidade de uma operadora de TV por assinatura intermediando o processo.

O aplicativo PlayPlus, da Record, por exemplo, permite a contratação mediante assinatura no pacote de R$ 12,90 do canal Disney Jr. e no pacote de R$ 32,80 é possível assinar os canais Disney e Disney XD, além dos canais ESPN, ESPN Brasil e ESPN 2. Todos eles estão em suas versões lineares e simultâneas (apenas com o delay normal de transmissões por streaming) ao que está sendo exibido na TV paga. Vale lembrar que hoje a Fox, que foi alvo da cautelar da Anatel, foi comprada pela Disney, controladora dos canais Disney e ESPN.

Já o portal UOL também oferece, por uma assinatura de R$ 21,90, os canais lineares da ESPN, além do Esporte Interativo Plus no pacote UOL Esporte Clube. No caso do IE Plus, é importante ressaltar que também houve uma denúncia da Claro contra o serviço, mas a Anatel entendeu que por se tratar de conteúdo esporádico, mesmo que ao vivo, não haveria indícios de caracterização como um serviço de TV paga. O UOL Esporte Clube foi lançado em abril de 2018, praticamente ao mesmo tempo dos serviços do Fox +.

Teles apostam no OTT

Além destes serviços que oferecem canais lineares por assinatura sem a intermediação de uma operadora de TV paga, as próprias operadoras de telecomunicações estão oferecendo, por meio de aplicativos (OTT), conteúdos de canais lineares, mas sem obrigatoriamente exigir uma assinatura de TV por assinatura. Os canais ESPN, assim como os canais Fox e Fox Sports, estão disponíveis, por assinatura, para assinantes dos serviços móveis e de banda larga da Oi e da Vivo. A Oi oferece ainda a possibilidade de contratação dos canais MTV e RTP. Os modelos variam. No caso da Vivo, a assinatura de cada serviço OTT pode ser feita individualmente, com cobrança em conta. No caso da Oi, além da cobrança individual por aplicativo, tanto para clientes de celular (SMP) quanto de banda larga (SCM), ainda é possível trocar créditos por estes serviços. As empresas têm dito publicamente que apostam no modelo de hub de conteúdos, inclusive lineares, mas no modelo OTT, razão pela qual não parecem apoiar a posição da Claro de exigir que a oferta de canais lineares seja feita dentro do Serviço de Acesso Condicionado.

A diferença destes casos para o caso que a Anatel analisou ao emitir a cautelar contra a Fox é que, no caso Fox, a programadora faz a comercialização direta, sem intermediários. Nos casos do PlayPlus e do UOL Esporte Clube, os intermediários são respectivamente a Record (dona do aplicativo PlayPlus) e o portal UOL, controlado pelo Grupo Folha. Nenhum deles é operador de telecomunicações nem têm outorga de Serviço de Acesso Condicionado. Estes serviços estão disponíveis desde 2018.

No caso das operadoras de telecomunicações Oi e Vivo, a comercialização dos aplicativos OTT dos canais se dá como Serviço de Valor Adicionado, sem que haja com os usuários um contrato de SeAC, apesar de as duas empresas terem também a oferta de TV por assinatura tradicional. Tanto os contratos de prestação de serviço quanto as informações fornecidas pelas assessorias de imprensa confirmam que não existe um contrato de SeAC com o assinante. A Oi tem planos para o segundo semestre de abrir o acesso à plataforma OTT para qualquer pessoa, e não apenas aos seus clientes, com pagamento via cartão de crédito. A Claro, que fez a denúncia contra a Fox e é a maior operadora do Brasil, só oferece aos seus clientes de celular o acesso ao serviço on-demand Claro Vídeo. A TIM só oferece o Netflix (on-demand) como serviço de vídeo.

Mudança de estratégia

Como se percebe, a maior parte dos casos de canais lineares envolve conteúdos ESPN/Disney. De fato, em 2017 e 2018, a programadora ampliou o número de parcerias de distribuição na TV paga e também na banda larga, e não havia nenhuma sinalização dos reguladores de que isso não seria permitido. Contabilizando todos os acordos da ESPN/Disney, foram mais de 50 contratos fechados no último ano, com destaque para o volume de empresas provedoras de banda larga que passaram a distribuir conteúdos da programadora (foram 26 ISPs).

A este noticiário, a ESPN informou estar em fase de reestruturação de todos os produtos não voltados para operadores de TV paga e mudanças na estratégia de vendas. Com isso, haverá um processo de transição grande junto aos provedores.

Um dos argumentos da Anatel colocados para dar a cautelar contra a Fox é que a programadora, ao ofertar a assinantes seus serviços diretamente, deveria ter uma outorga de TV paga (telecomunicações), o que é proibido por conta da limitação de propriedade cruzada colocada pela lei do SeAC, que impede concessionárias de radiodifusão, produtoras e programadoras de controlarem empresas de telecomunicações. Nos casos listados acima, o PlayPlus, por ser controlado pela Record, poderia ser enquadrado da mesma maneira. No caso do UOL, trata-se de uma empresa jornalística, não de uma produtora de conteúdo, mas sem a outorga de telecom.

Cotas e canais obrigatórios

No caso das operadoras de telecomunicações que fazem distribuição de aplicativos OTT de canais lineares por assinatura, o problema seria o outro argumento que a Anatel utiliza nestes casos: o de preservação de outros dispositivos da lei do SeAC, como a distribuição empacotada de canais obrigatórios e das cotas de programação. Em nenhum dos pacotes ou lojas de aplicativos das teles estão sendo distribuídos, por streaming, os canais obrigatórios previstos na legislação de TV paga (TVs Câmara, Senado, Justiça entre outros) nem são observadas cotas de canais nacionais, como prevê a lei. Até porque a assinatura dos aplicativos individuais é feita pelo usuário, de forma desempacotada. Mesmo que houvesse aplicativos da TV Câmara e TV Senado disponíveis, por exemplo, o usuário poderia simplesmente não os instalar.

Outro elemento que acrescenta complexidade para a análise de cenários que a Anatel terá que fazer após a coleta e subsídios sobre a oferta de canais pela Internet, que se encerra no dia 15 de agosto, é em relação aos canais das redes abertas de TV. Aos usuários de TV por assinatura, estes canais passaram a comercializados após a digitalização dos sinais e fim das transmissões analógicas. Mas eles também estão disponíveis para recepção aberta, por streaming em outras plataformas (como o GloboPlay e o PlayPlus, além dos sites das próprias emissoras), de graça.

E na semana passada foi anunciado o aplicativo Guigo TV, que inclui canais esportivos, canais infantis, canais eróticos, canais étnicos e canais abertos, todos lineares, que são comercializados por operadoras de TV por assinatura tradicionais. Entre os canais ofertados pela Guigo TV estão ESPN, Disney, Disney XD, Disney Junior, TV Rá Tim Bum, Band, TV Cultura, Kartoon Circus, TV Cartoon, Al Araby (Inglaterra), Bloomberg (EUA), RAI (Itália), TV5 Monde (França), Deutsche Welle (Alemanha), BBC World News (Inglaterra), SexPrive, FashionTV, Global Fashion Channel e os exclusivos Al Jazeera (Catar), Las Estrellas (México), TLN Network (México), TV Azteca (México), RCN (Colômbia) e Trace (França).

Existem ainda dezenas de canais que já oferecem seus conteúdos no modelo on-demand pela Internet, alguns com assinatura direta ao consumidor. nenhum destes casos foi contestado pela Claro, nem são objeto de preocupação da Anatel. A agência apontou apenas a linearidade de canais nativos da TV por assinatura como razão para impor a cautelar à Fox impedindo a oferta direta ao assinante.

Evento

Nos dias 30 e 31 de julho este noticiário organiza em São Paulo o PAYTV Forum 2019, evento voltado ao debate dos temas de TV por assinatura. Todas as operadoras de telecomunicações e os principais canais estarão presentes ao evento, e haverá ainda um debate com a Anatel sobre as questões regulatórias que estão colocadas. A Ancine também participa do encontro. Mais informações sobre o evento, incluindo a relação de participantes, temas e condições de inscrições podem ser obtidas pelo site http://www.paytvforum.com.br.

(Colaboraram Bruno do Amaral, Fernando Lauterjung, Henrique Julião e Mariana Toledo)

Pockelite F7

Uma joia que não pode faltar

A Energia lança o PockeLite F7 a primeira luminária On-Camera RGBW.

Super completa ela dispõe de todos os efeitos: Carro de polícia, ambulância, bombeiros, simula incêndio, relâmpagos, tela de TV, etc… e claro, todas as cores do arco-íris (HSI 0-360) e com luz branca de 2500K à 7000K com CRI acima de 97%.

Feita para durar, ela é toda metálica e com acabamento sofisticado tem espessura de 15mm apenas.

Pequena no tamanho, mas forte na iluminação com 12W gera uma iluminâcia de ate 4060 lux em 0,3m.

A Pockelite F7 é equipada com bateria interna íon de lítio com 30.000mAh, que garante mais de 2h de operação a cada recarga. Podendo ser recarregada por porta USB tipo C

Especificações:

Modelo: F7
Consumo: 12W 
Capacidade da bateria interna: 7.4V/3000mAh 22.2Wh 
Bi-Color: ajustável 2500K-9000K 
HSI: Hue (0-360)/Saturação 0-100/Intensidade 0-100%
Efeitos: Polícia, Ambulancia, TV, Relâmpagos, etc
Alimentação: 5V-15V 2A / Carga rápida QC3.0 através da porta USB Type-C  
CRI: 95+ 
Iluminância: 4060lx@0.3m  
Dimensões: 156 x 80 x 15mm 
Massa: 300g 

NOVAS BATERIAS

A Energia lança uma nova linha de baterias com preços abaixo do praticado no mercado e com novas funcionalidades.

As novas baterias usam as mais modernas células de Íon de Lítio que resulta num aumento de energia porem com uma grande redução de preços.

Todas as baterias desta série trazem também conectores complementares tipo USB e D-Tap que permitem a utilização das baterias para alimentar outros dispositivos como luminárias, celulares, tabletes, etc.

NET X INTERNET

Publico a seguir a nota de repúdio conjunto, emitida pela ABERT e pela ABRATEL contra a atitude da ANATEL que proibiu a exibição do canal FOX+ na internet.

Sugiro também que leiam o texto explicativo deste blog após a Nota de Repúdio.

“NOTA DE REPÚDIO

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) e a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (ABRATEL) consideram inadmissível a concessão de medida cautelar pela área técnica da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que proibiu a FOX do Brasil de oferecer a sua programação diretamente pela internet, de forma paga, sem a contratação de um pacote de TV por assinatura. Para a Anatel, quando se tratar de mesma programação, somente assinantes de TV fechada podem ter acesso ao conteúdo oferecido na internet.

 Diante da complexidade da discussão e “da existência de razoável dúvida jurídica sobre o grau de alcance da Lei nº 12.485/2011” (“Lei do SeAC”), como afirma a própria Anatel, é injustificável a adoção de medida cautelar sem qualquer análise da Procuradoria Federal Especializada e do próprio Conselho Diretor da Agência.

 É princípio básico que decisões cautelares desta natureza sejam tomadas somente com fortes evidências, por seu colegiado, e não em meio a uma dúvida jurídica publicamente assumida pela Agência, sobretudo quando reconhece a necessidade de realização de consulta pública para aprofundar a discussão junto à sociedade.

 A decisão representa um claro retrocesso no direito do consumidor à oferta de conteúdos e pacotes variados a preços competitivos. Representa, ainda, violação à livre iniciativa e concorrência, à liberdade econômica e à inovação tecnológica, sem qualquer preocupação com as consequências para o mercado, afetando diretamente os usuários de internet. Trata-se de descabida, inaceitável e ilegal intervenção estatal no exercício das atividades econômicas.

 Mais do que isso, a decisão contraria frontalmente a visão do governo, refletida na Medida Provisória 881/2019 (Declaração de Direitos de Liberdade Econômica), que rechaça o abuso de poder regulatório que promova reserva de mercado ao favorecer grupo econômico em detrimento da concorrência, exceto no caso de previsão explícita em lei. A prova da falta de tal previsão está justamente na reconhecida dúvida da área técnica da Anatel sobre o tema. A Liberdade Econômica condena a intervenção do Estado sobre a atividade econômica, em especial na esfera de inovação tecnológica.

 Para as duas associações, a área técnica da Anatel erra ao estender a aplicação da Lei do SeAC para o ambiente da internet pública, que não pertence à referida lei, restringindo o livre acesso à informação, conteúdo e aplicativo, em evidente afronta ao princípio da neutralidade de rede do Marco Civil da Internet. A oferta de conteúdo linear programado ou não pela internet, mediante remuneração, corresponde a clássico Serviço de Valor Adicionado (SVA), fora das atribuições do órgão regulador.

 Na prática, a cautelar imposta pela área técnica criou uma autenticação tecnicamente injustificável, que implica em verdadeira reserva de mercado para operadoras de televisão por assinatura serem artificialmente contratadas apenas para validar o acesso dos consumidores a conteúdos na internet.

 A decisão, por fim, extrapola competência, também, ao interferir no livre acesso ao conteúdo online e justificar tal medida como necessária para proteção à produção de conteúdo audiovisual nacional, matéria sabidamente de atribuição da Agência Nacional do Cinema (ANCINE).

 Os radiodifusores são produtores de conteúdo e devem estar livres para adotar modelos de negócios condizentes com as evoluções tecnológicas.

 A ABERT e a ABRATEL irão recorrer da decisão e confiam que os diretores da Anatel irão apreciar e revogar a medida cautelar para o pronto restabelecimento da segurança jurídica, a garantia da ordem econômica e o respeito à legalidade.”

“O Brasil não é para principiantes”. 

Não me lembro que foi o autor desta frase, mas ela é verdadeira e as consequências para quem a ignora são ruins e criam muita insegurança.

O mais recente caso foi da FOX+, que replicou na Internet a sua programação exibida pela NET.

A CLARO/NET fez uma denúncia baseada na Lei do Serviço de Acesso Condicionado (SeAc) e a FOX+ foi obrigada liminarmente , pela ANATEL a retirar o conteúdo da Internet sob pena diária de R$100.000,00.

Mas a FOX+ estava amparada pelo Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) e pela lei que criou o Serviços de Valor Agregado (SVA) que regula a exibição de conteúdo na Internet e os serviços OTT em que o assinante acessa diretamente o conteúdo na Internet sem necessidade de nenhum aparelho adicional (NETFLIX, GOOGLE, AMAZON, GLOBOPLAY, etc).

Interesses comerciais a parte, a legislação brasileira tem que acabar com esse emaranhado de leis e de regulamentos, muitas das vezes conflitantes, para deixar de ser um país de “espertalhões”.