70 Anos da Televisão Brasileira

“Televisão é a radiodifusão de sons e de imagens, a serem direta e livremente recebidas pelo público em geral.”

Esse serviço foi e deverá continuar a ser uma forma maravilhosa de difusão de cultura, entretenimento e de informação, que em nosso país atinge mais de 95% dos lares em todo o território nacional.

Essa maravilha gratuitamente recebida, é sustentada pelos patrocinadores através da exibição de suas publicidades. Podemos até dizer que é um processo feito pelos mais ricos (os patrocinadores) para o povo em geral, sem a utilização de recursos públicos.

Claro, nestes 70 anos surgiram inúmeras tecnologias além da radiodifusão e novos modelos de negócios além da publicidade, e não podemos excluir nenhuma, pois o povo foi segmentado e existem modelos de negócios especializados para cada parte do público.

Mas aquele modelo regulamentado no Brasil como Radiodifusão, que os americanos chamam mais acertadamente de broadcasting, não deve ser entendido como exclusivamente como radiodifusão, ou melhor, somente como difusão por ondas rádio elétricas.

A nova “Radiodifusão” é a Internet.

Acredito que as novas resoluções da ANATEL caminham nesta direção, permitindo a transmissão de canais lineares pela Internet, através de streaming de sua programação, contratando redes de servidores existentes ou criando sua própria como a GloboPlay, Netflix, Disney, HBO, etc.

Seja como for, as redes de televisão têm agora, além das redes de transmissores e retransmissoras para veicular suas programações e de seus patrocinadores, a possibilidade de usar a Internet.

O importante será manter o modelo de recepção livre e gratuitamente pelo povo em geral. Os fabricantes de televisores estão se antecipando e fazendo acordo com todos os palyers, Amazon Prime, Globoplay, Apple Play, Disney, etc para já virem instalados nas suas TVs, é a substituição da seleção de canais por seleção de streaming. Acrescentem a isso a Internet móvel dos celulares possibilitando a recepção “anytime and anywhere”.

Foco no trabalho, esqueçam o governo.

Foco no trabalho, esqueçam o governo.
Busquem suas próprias soluções, do governo nunca veio nada além de cobranças.
Thomas Edison, Henry Ford, Westinghouse, os rapazes do Google, Apple, o nosso barão de Mauá, e tantos outros nunca precisaram de governos.
Invistam em si próprios, façam intercâmbio, façam graduação na Europa ou nos EUA é muito mais barato e aprenderão novas tecnologias, façam pesquisas lá fora e voltem capacitados para competir, para empreender aqui. Em terra de cegos… se aqui não tem como conseguir um olho vão obtê-lo em países avançados.
Façam como os chineses, que não tinham boas universidades, muito menos centros de pesquisas, enviaram seus estudantes para onde tinha e voltaram para transformar o país.
Esqueçam o governo, não temos tempo mais para criar pesquisas tecnológicas. Estamos mais de 30 anos atrasados. Quando o governo conseguir chegar no nível atual, o mundo estará 100 anos na nossa frente.
Não tentem inventar a roda, o negócio aprender com quem já sabe.
O Brasil não conseguiu se industrializar, muito menos conseguirá participar da era pós-industrial. Somos apenas agricultores sem capacidade tecnológica para agregar valor ao que a natureza nos entrega de graça. Embora sejamos o celeiro do mundo, o maior produtor de proteína, mas são só commodities sem valor, sem industrialização. Na mineração é a mesma situação, somos apenas tatus retirando e exportando o minério bruto, sem nenhum beneficiamento. Somos os maiores exportadores de minério de ferro e de columbita, mas não somos capazes de transformar a columbita em nióbio, com 1000 vezes mais valor. Não conseguimos nem fazer ligas simples que agregam muito mais valor às nossas riquezas naturais.
Somos ainda uma sociedade extrativista, longe de ser industrial.
Esqueçam o governo!
Nos países desenvolvidos ninguém sabe ao certo quem são seus governantes, muito menos seus parlamentares e menos ainda seus juízes, por uma razão muito simples: eles não têm nenhuma importância na vida das pessoas.
Façam como nos países ricos. Foco no trabalho e esqueçam os governos.

Alguém já disse:”mais Brasil e menos Brasília”. A mídia: jornal, rádio, televisão e as que veiculam conteúdo na internet deveriam adotar isso como princípio editorial e para de nos entulhar com fofocas dos 3 poderes. Eles não acrescentam um centavo ao PIB, não produzem nada.

Foco no trabalho, esqueçam os governos.

melhorar a qualidade da iluminação e reduzir a poluição luminosa.

Press Release

Contacts:
Brian Liebel, Illuminating Engineering Society
917.855.1065 | bliebel@ies.org
Ruskin Hartley, International Dark-Sky Association
415.238.1325 | ruskin@darksky.org

Traduzido por
Ricardo Kauffmann
Energia Lights & Batteries Ltda
55 21 97620-0584 | kauffmann@energia.tv

Autorizado por
Timothy Licitra, IES
Executive Director
1-212-248-5000 | tlicitra@ies.org

IDA e IES anunciam uma colaboração estratégica para melhorar a qualidade da iluminação e reduzir a poluição luminosa.

Nova York, NY, 16 de abril de 2020. A International Dark-Sky Association (AID) e a Illuminating Engineering Society (IES) anunciam uma colaboração estratégica para abordar a questão global da poluição luminosa que afeta negativamente o meio ambiente e a condição humana.

 Os Conselhos de Administração da IDA e da IES adotaram por unanimidade os Cinco Princípios para a Iluminação Externa Responsável.  Ao unir forças, a IDA e a IES buscam orientar o setor de iluminação externa nos EUA e de outros países para serem mais social e ambientalmente responsável.

 “Os cinco princípios para iluminação externa responsável que unem nossas organizações são baseados em ideias simples:  limite a luz da noite para onde e quando for necessário; não exagere e seja sensível a preocupações ambientais “, disse Brian Liebel, diretor de normas e pesquisa da IES.  “Seguir esses princípios não é difícil e resulta em instalações de iluminação mais eficazes e confortáveis”.

Nos últimos anos, a poluição luminosa aumentou globalmente em 2% ao ano.  O uso indiscriminado de iluminação elétrica à noite leva a pelo menos US$ 3 bilhões em energia desperdiçada somente nos EUA.  Essa luz desperdiçada pode prejudicar a vida selvagem, pôr em risco importantes pesquisas astronômicas e pode obscurecer nossa visão do céu estrelado.

 “Seguindo esses princípios simples, a iluminação elétrica à noite pode ser bonita, saudável e funcional.  Esses princípios trabalham juntos para reduzir a poluição luminosa, economizar energia e dinheiro e minimizar as perturbações da vida selvagem”, disse Ruskin Hartley, diretor executivo da IDA.

As vias futuras para o engajamento entre as duas organizações incluem a convocação de especialistas para o avanço de uma nova métrica para caracterizar a qualidade da cor da iluminação elétrica externa, avaliando e atualizando a Portaria Modelo de Iluminação adotada pela IDA e IES em 2011, e trabalhando para educar e informar os municípios e indivíduos. sobre como esses princípios podem ser aplicados para economizar dinheiro e aprimorar a iluminação de qualidade que protege a noite.

Sobre a IDA – International Dark-Sky Association: Nossos advogados voluntários trabalham em 32 países em seis continentes para proteger a noite da poluição luminosa e comemorar os muitos benefícios de um céu escuro e cheio de estrelas. Saiba mais em http://www.darksky.org

Sobre a IES – Illuminating Engineering Society: Fundada em 1906, a IES é a autoridade técnica e educacional reconhecida em iluminação. A força da IES é sua participação diversificada, incluindo engenheiros, arquitetos, designers, educadores, estudantes, contratados, distribuidores, técnicos, fabricantes e cientistas em 64 países, todos contribuindo para a missão da Sociedade: melhorar o ambiente iluminado, trazendo juntos aqueles com conhecimento de iluminação e traduzindo esse conhecimento em ações que beneficiam o público. A IES é uma sociedade profissional sem fins lucrativos 501 (c) (3). 

Imagens

Postes de luz branca e sem cúpulas derramam luz sobre essas fachadas dos edifícios – diretamente nas salas e quartos das pessoas. Foto: Autoridade de iluminação pública
Ao instalar novas luzes de rua bem dirigidas e controláveis de 3000K, a cidade de Tucson reduziu a poluição luminosa, economizou em custos de energia e mantém os moradores em movimento à noite. Foto: Bettymaya Foott, IDA.
Essa luz sem cúpula ilumina o céu e essas árvores a noite toda. Foto: IES.

Illuminating Engineering Society
120 Wall Street, 17th Fl.
New York, NY 10005
(212) 248-5000

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REATIVAR A ECONOMIA SEM RELAXAR A QUARENTENA

Acho perigoso relaxar a quarentena neste momento.
Uma boa solução para o momento será incentivar/obrigar o delivery. Delivery de comida, delivery nos supermercados, delivery de lojas de ferragens, delivery no comércio em geral.

O Uber, 99 e etc, poderiam fazer parte desta enorme rede entrega à domicílio.
Para entrega pequenas e próximas, o Itaú poderia liberar as suas bicicletas, assim como, as operadoras de patinetes elétricos poderiam liberar corridas de até 2Km.

Os restaurantes voltariam a funcionar e os garçons seriam entregadores, já existem exemplos disso.

São raros os supermercados que estão fazendo entregas.
Pelo o que eu pesquisei, apenas o ZonaSul, o Pão de Açúcar e o Carrefour estão fazendo entregas à domicílio

Não entendo os supermercados, fazendo anúncio tipo “vai lá”, “lojas abertas até às 22h”, insuflando e incentivando a população ao desrespeito à quarentena.

Não entendo as emissoras de Televisão fazendo campanha pela quarentena e contraditoriamente fazem anúncios desses supermercados que incentivam as pessoas a saírem de suas casas para irem às lojas.

Baterias AA de ÍON de LÍTIO

BATERIAS AA

PROBLEMAS E SOLUÇÕES

Baterias Primárias (Não Recarregáveis)

A voltagem nominal das baterias primarias AA é de 1,5V. Mas quando em uso a voltagem varia desde 1.6V (totalmente carregadas) a até 0.7V (totalmente descarregadas).

As primeiras baterias primárias (não-recarregáveis), no formato AA, utilizavam a química do Zinco-Carbono e tinham capacidade de 400-900mAh. Mas essa capacidade depende enormemente das condições do teste: corrente de descarga, voltagem de corte, temperatura ambiente etc.

A segunda química foi o Cloridrato-Zinco com capacidade de 1000-1500mAh. São baterias muito baratas que normalmente acompanham os aparelhos para demonstração e uso inicial.

A evolução seguinte foram as baterias Alcalinas com capacidade de 1700-2800mAh. Mas a capacidade das baterias alcalinas reduz drasticamente com o aumento da corrente de descarga, reduzindo de 3000mAh com correntes de 25mA para 1500mAh para correntes 500mA. Outro grave problema, principalmente quando utilizada em equipamentos de alto valor, é o derretimento e o consequente vazamento do eletrolítico corrosivo que danificam os componentes eletrônicos e os metais.

Baterias Secundárias (Recarregáveis)

As baterias AA recarregáveis estão disponíveis em várias químicas:

Baterias de Níquel-Cádmio

As primeiras, de Ni-Cd, eram pesadas, capacidade de 600-1000mAh, com efeito de memória e 150 ciclos máximo de carga-descarga. Essas baterias estão proibidas na maioria dos países do mundo, inclusive no Brasil.

Baterias de Hidreto Metálico

A química seguinte é a de hidreto metálico (NiMeH) com capacidades de 600-2700mAh, porem com voltagem nominal de 1.2V, auto descarga acentuada.

Baterias de Íon de Lítio

Atualmente a melhor solução são as baterias de Li-Ion. A novidade são as baterias AA e AAA produzidas pela Energia, com regulador interno DC-DC, que reduz a tensão do Li-Ion dos nominais 3.7V para 1.5V. Essa nova tecnologia permite que as baterias tenham tensão constante durante todo o tempo de uso. O resultado é muito mais energia (P=VxI) se comparado com a queda constante de voltagem das demais baterias. Além disso a química de Li-Ion garante uma pequena autodescarga de apenas 3%/mês.

Vejam no gráfico a seguir a comparação das Curvas de Energia (VxAh) para as baterias de LI-Ion, Alcalinas e NiMeH.  

Tela de celular com texto preto sobre fundo branco

Descrição gerada automaticamente

O foco inicial de nossa comparação visa a substituição das baterias alcalinas, que são as de maior quantidade e as mais poluentes, por baterias de Li-Ion de 1.5V recarregáveis e recicláveis.

Assim devemos comparar a durabilidade (número de ciclos), a quantidade total de energia armazenada e o preço final considerando o número de ciclos e a energia fornecida em cada ciclo.

 DurabilidadeEnergia TotalPreço Final por Ciclo
Energia Li-Ion (1.5V)500 ciclos ou mais1.65WhUS$0.01
Duracell Ultra Power1 ciclo0.78WhUS$1.27
NiMeH300 ciclos0.75WhUS$0.05

SEGURANÇA

As novas baterias AA da Energia tem proteção contra curto-circuito, contra sobre-temperatura, contra sobre-corrente de descarga e contra sobre-corrente de descarga e contra sobre-carga. Veja na tabela a seguir as proteções e os tempos de reação.

Poluição e Meio-Ambiente

Segundo a Agência de Proteção Ambiental do governo dos USA (EPA-USA), dados de 2019, a cada ano somente os americanos jogam fora mais de três bilhões de baterias. São cerca de 180.000 toneladas de baterias. Mais de 86.000 toneladas são baterias alcalinas de uso único.

O foco do nosso estudo são as pilhas AA por serem as mais utilizadas profissionalmente e por comporem mais 20% dos materiais perigosos contidos nos aterros sanitários americanos.

Uma imagem contendo no interior, mesa, computador, escritório

Descrição gerada automaticamente
Lixo de baterias de uma semana em uma emissora de Televisão

O que você pode fazer?

Comece hoje a parar de usar pilhas AA descartáveis – será bom para o meio-ambiente e é mais econômico.

Nosso compromisso é criar soluções tecnológicas que evitem o uso e o desperdícios de recursos naturais não-renováveis. Com as novas baterias da Energia o seu desperdício poderá ser até 1000 vezes menor

Toneladas de razões para comprar baterias AA da Energia.

Caixa de Texto: Lixo de uma Emissora de TV por semanaAo contrário do lixo comum, as pilhas são um resíduo perigoso. Selado dentro de células alcalinas estão materiais nocivos com os quais você não entra em contato durante o uso normal. Quando a bateria entra em um aterro, no entanto, o revestimento pode ser triturado ou degradado facilmente. Isso faz com que o mercúrio e outras toxinas penetrem no ambiente. Outros metais pesados incluídos nas pilhas são níquel, cádmio, cobalto, chumbo e também ácidos corrosivos que podem se infiltrar em muitos outros materiais e, quando atingem a temperatura certa, podem explodir e liberar vapores tóxicos no ar.

Mas muitas baterias recarregáveis também contêm metais pesados, como níquel, cádmio, cobalto e mercúrio. Segundo a Agência de Registro de Substâncias Tóxicas e Doenças, o cádmio pode causar danos severos e está proibido sua fabricação e comercialização na maioria dos países.

O que todos nós estamos fazendo ao nosso mundo?

Em vez de contribuir para o problema, a boa notícia é que você pode fazer a diferença agora.

Você pode substituir suas baterias alcalinas por recarregáveis recicláveis da Energia, que podem ser reutilizadas até 1000 vezes.

Rio de Janeiro, 28 de março de 2020

Jornalismo não é brincadeira, é pauleira pura

Vem ocorrendo uma sequencia, fruto de um ciclo virtuoso, que começa com o aumento de qualidade dos padrões de videos, HD, Full HD, 4K, 8K, etc, seguido pelo aumento de qualidade da câmeras, com aumento de processamento, aumento no consumo de energia das câmeras e a consequente melhoria das baterias, com aumento de capacidade de corrente e com o aumento da capacidade armazenamento de energia das baterias, saltando de 100 Wh para 150 Wh, 200 Wh e agora para 300 Wh, lançadas pela Energia a um ano atrás, no inicio de 2019.

E aí surgem 2 problemas: as autoridades de transportes que continuam travadas no passado, com o limite de 100 Wh e os carregadores antigos, ainda em utilização em muitas emissoras e produtoras, limitados em 2Ah, podendo demorar até 24 horas para recarregar uma bateria de 300Wh. Um dia produz e o outro carrega???

O segundo problema é fácil de resolver – A Energia lançou 2 tipos da carregadores: o modelo desktop TC-2, com 6Ah capaz de carregar 2 baterias de 300Wh em apenas 8 horas e o super carregador portátil TC-LJ com 8Ah de capacidade, carrega uma bateria de 300Wh em apenas 3 horas.

As novas baterias de 300Wh da Energia, alem de atender as demandas por mais energia (tempo de operação) e também a demanda por mais corrente suportando até 15A de corrente de operação, as novas baterias EP-L300 têm o menor custo Wh/US$.

LED – A importância do fósforo

Os LEDs são, basicamente, constituídos de duas partes:

Um diodos emissor de irradiação de ondas eletromagnéticas, na frequência do ultra violeta ou da cor azul e de uma camada de material luminescente. Essa irradiação, ao se chocar com a camada luminescente, emite luz. A qualidade desta luz depende, fundamentalmente, da qualidade desta camada de material luminescente chamada de fósforo.

Atualmente, uma das principais linhas de pesquisa é sobre o fósforo, pois os LEDs são utilizados para iluminar as cenas de TV ou de cinema, mas também para iluminar as telas dos celulares, dos televisores e as super telas. A Energia desde 2010 acompanha essas pesquisas e desde 2014 todas as nossas luminárias eram Full Spectrum.

Existem diversos índices que indicam a qualidade dessa luz: CRI, TLCI, TM-30, etc. Atualmente, o que melhor indica a qualidade é o TLCI que compara a luz emitida pelo LED, captada por um sensor digital de alta performance. O resultado desse índice, em percentagem, indica a fidelidade de reprodução de cores, variando até 100% que correspondente a total fidelidade, equivalente a luz do Sol.

Um LED com TLCI abaixo de 80% é aceito para iluminação geral e de serviço.

Uma luminária com TLCI entre 80% e 95% é aceito para produções de vídeo de baixa qualidade.

Para produção de alta qualidade tipo Full HD, 4K e alem, necessita de luz com qualidade de 98% ou acima.

Um baixo valor do índice pode representar não apenas um erro de saturação das cores, mas também, um erro de deslocamento de fase da cor (hue).

Atualmente todas as luminárias da Energia possuem LEDs com TLCI acima de 98%, entre as quais destacamos o Cobra COB.

O on-camera super robusto, campeão de audiência, presente em 9 entre 10 câmera de jornalismo
Com um único LED tipo COB, produz uma luz com uma única sombra