Novos estúdios da Rádio Globo no Rio de Janeiro

Rádio GloboFoi inaugurado esta semana no Rio os novos estúdios 100% digitais da Rádio Globo (98,1 MHz) e a CBN (92,5 MHz). E em todos os estúdios estão as luminárias da Energia com o que há de melhor em tecnologia e inovação.

Os estúdios deixaram o antigo local da Rua do Russel, na Glória, e passaram a ocupar o modernismo prédio da INFOGLOBO, na Cidade Nova, no Rio de Janeiro. Além da Cidade Nova, as rádios também têm programas nos Estúdios Globo, situados entre os bairros de Jacarepaguá e Curicica, no Rio, e no Brooklin Novo, outro recém-inaugurado, em São Paulo. Todos com iluminação da Energia.

Veja a reportagem completa clicando aqui .

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Novos estúdios da Rádio Globo

O Prefeito de São Paulo, João Dória, visitou o novo estúdio da Rádio Globo de São Paulo e conta a importância do constante avanço do veículo. E com muita satisfação a Energia também contribuiu nas instalações com as suas diversas luminárias. E não é somente nos estúdios da Rádio Globo de São Paulo que as luminárias Energia estão presentes, mas também nos estúdios da CBN de São Paulo e nos estúdios da Rádio Globo do Rio de Janeiro.

Veja como ficou a situação financeira das maiores TVs abertas em 2017

Coluna

Ricardo Feltrin

magem: Getty Images/iStockphoto

Ricardo Feltrin

Colunista do UOL

02/01/2018 07h11

O ano que terminou não vai deixar muitas saudades à maioria absoluta das TVs abertas.

Com exceção da líder bilionária Globo, as demais emissoras devem encerrar o balanço de 2017 com pouco lucro, nenhum ou então no vermelho.

GLOBO

A Globo lucra muito porque concentra a fatia hegemônica da publicidade brasileira. Todo o Grupo Globo (TV aberta, paga, internet, rádio etc) estimam especialistas ouvidos sob anonimato pela coluna, deve fechar o faturamento na casa dos R$ 15 bilhões no ano passado. Seu lucro líquido deve permanecer na casa dos R$ 1,7 bilhão.

A emissora carioca, que tem de longe a melhor gestão,  vem fazendo cortes e ajustes sistemáticos de custos nos últimos anos, em todos os setores –inclusive na área artística.

RECORD

A Record deve faturar no total de R$ 1,8 bilhões a R$ 2,0 bilhões, mas aí estão incluídas as centenas de milhões anuais que a Igreja Universal repassa à emissora em troca de suas madrugadas.

No entanto, se houver lucro ele será bem menor que o do ano passado (o recorde de R$ 227 milhões). A emissora também fez grandes cortes e ajustes nos últimos três anos. Como empresa, a Record também passou por uma espécie de “higienização” de suas relações trabalhistas: hoje é uma das TVs que sofre menos ações de ex-empregados

O maior desafio da Record neste ano é repensar sua grade de programação, com o objetivo de valorizá-la. Especialmente a faixa nobre, que está em uma fase de baixa em termos de Ibope.

SBT

O SBT passou dezembro fazendo cortes de pessoal e de gastos. Em 2016 seu lucro líquido foi de apenas R$ 6,6 milhões, uma queda de 91% em relação ao ano anterior. Em 2017 a estimativa de faturamento (especulação) está abaixo de R$ 800 milhões, e a emissora deve fechar no vermelho. O Grupo Silvio Santos como um todo, aliás, tem passado por um ajuste.

A emissora ainda teve no ano passado o desprazer de ver confirmada uma multa de R$ 2 bilhões da Receita, devido a supostas irregularidades em tentativa de “salvamento” do banco Pan Americano –uma crise que se arrasta desde o fim da década passada.

Embora o Grupo SS ainda possa e esteja recorrendo em instâncias outras, esse passivo ainda pode se tornar grande fonte de desgosto contábil nos próximos anos.

BAND

A Band continua seu longo processo de recuperação financeira. Nos últimos anos promoveu corte de custos em todas as áreas, vendeu ativos (antenas de transmissão, por exemplo) e tem estudado a possibilidade de vender o canal 21 (no passado chegou a pedir R$ 1 bilhão à Universal, que não aceitou).

Ao mesmo tempo em que faz corte de custos, a Band pratica com empenho a venda de faixas de sua programação para terceiros, especialmente igrejas.

Sua área radiofônica é muito boa e ampla, mas infelizmente a publicidade em rádio vem caindo a cada ano.

O faturamento estimado do Grupo Band em 2017 deve ficar na casa dos R$ 350 milhões, mas a emissora tem algumas pendências para resolver, inclusive uma suposta dívida milionária com a Globo relativas a direitos de transmissão de futebol em anos passados.

O lucro líquido provavelmente será zero. Ou vermelho.

REDETV!

Em 2016 a emissora teve faturamento de cerca de R$ 390 milhões, mas sua lucratividade é desconhecida no mercado.

Em 2017 esse valor deve ter razoável queda, já que houve uma contração geral do mercado, com muita insegurança e menores investimentos.

Assim como a Band, a RedeTV! vende muitas faixas horárias para igrejas, e seu vice-presidente afirma que, sem isso, a emissora quebraria, conforme ele disse em entrevista ao UOL em março.

A Revolução na Comercialização de TV

by Alexandra Bruell alexandra.bruell@wsj.com


As redes de TV têm vendido, servindo e medindo anúncios com os mesmos sistemas e processos há décadas. Mas os tempos estão mudando. Mais pessoas estão comprando TVs inteligentes conectadas à internet e empresas de tecnologia independente estão encontrando novas maneiras de coletar dados sobre a visualização de shows e anúncios em aparelhos de TV individuais. Aqui estão algumas dessas empresas prestes a agitar o negócio antiquado de anúncios de TV, enquanto ainda tentam estar atentos à sua privacidade.

LUGARES DE NEGOCIAÇÃO

A tecnologia da Sorenson supera os anúncios existentes em televisores inteligentes com novos anúncios mais segmentados. O Sorenson Media fez seu nome em tecnologia de codificação e compressão de vídeo, mas a empresa com base em Utah agora faz ondas tranquilas na medição de mídia e publicidade endereçada. A empresa, que é de propriedade maioritária do empresário de Utah, Jim Sorenson, e administrada pelo veterano de mídia digital Marcus Liassides, possui tecnologia que pode detectar e analisar o que está em uma tela de TV inteligente e, em seguida, substituir um anúncio por um supostamente melhor orientado para uma casa específica. A Sorenson tem acesso à visualização de dados através de relacionamentos com fabricantes de TV inteligente que implementam sua tecnologia. A empresa de mídia – seja uma rede nacional ou uma estação de TV local – também desempenha um papel. Eles devem instalar um servidor Sorenson, que cria uma chamada “impressão digital” do conteúdo reconhecido pela tecnologia nas telas de TV. Sorenson pode então analisar esses dados para ajudar um anunciante a exibir um anúncio de TV direcionado para a TV inteligente de uma casa individual, seja durante a programação de cabo ou de transmissão. (Em separado, a Sorenson também pode licenciar a visualização de dados de terceiros.) A tecnologia da Sorenson permite que uma rede de TV ou estação de TV substitua o anúncio que determinadas famílias vêem. Por exemplo, se uma rede tivesse vendido um anúncio em um show que atinja um milhão de espectadores, Sorenson poderia superar um anúncio diferente para um subconjunto desses agregados familiares. O anunciante cujo comercial foi substituído não seria cobrado. E o novo anúncio só é colocado quando é vendido por mais do que o original. Quando a Sorenson ajuda a estação a vender esse inventário, isso leva uma parte da receita. Alguns anunciantes podem estar felizes por não enviarem um anúncio para alguém fora do público-alvo – enviando um anúncio de fraldas para um casal sem filhos nos anos 60, por exemplo. Alguns, no entanto, podem querer chegar a um público mais amplo, contra um grupo de pessoas hiper-direcionado. Os anunciantes podem optar por tornar o seu comercial não-preemptable, disse o Sr. Liassides. Se eles permitem que seu anúncio seja substituído, eles podem obter um desconto, ele disse. Para fabricantes de TV, empresas como a Sorenson oferecem outro fluxo de receita. Os fabricantes de TV implementam o software gratuitamente, em troca de uma parte da receita que Sorenson obtém das estações de TV. Sorenson tem um acordo com a Samsung, entre outros fabricantes de TV. As empresas de mídia também podem licenciar a tecnologia Sorenson para acesso à visualização de dados, o que pode informar sua própria programação e ajudar seus vendedores a vender anúncios. O Sinclair Broadcast Group é um investidor estratégico em Sorenson. Hearst também tem uma participação. Sorenson, cuja solução de análise está atualmente implantada em mais de 100 estações de transmissão nos EUA, tem pouco menos de 300 funcionários.

OPEN MIC

A tecnologia OPEN MIC Alphonso usa aplicativos móveis com microfone para ouvir o que está em uma TV inteligente. Alphonso é um bom ouvinte. A inicialização da Mountain View, baseada em Ca., gera e analisa dados de exibição de TV que ele coleta através de aplicativos habilitados para microfone nos telefones das pessoas. Os anunciantes podem usar esses dados para medir a eficácia de seus comerciais e retomar os consumidores em outros dispositivos, como telefones celulares. Alphonso assinou acordos com cerca de 1000 desenvolvedores de aplicativos móveis, que podem ouvir o que está em um aparelho de TV. A tecnologia só é desencadeada se o consumidor “optar” depois de ver uma divulgação de privacidade e habilitar o microfone do dispositivo. Os aplicativos, em seguida, combinam uma “impressão digital” ou amostra do áudio para um dos muitos programas reconhecidos automaticamente pelos servidores da empresa. Alphonso disse que também está licenciando dados de empresas como Shazaam e TiVo. A empresa recebe um relatório imediato sobre o que as pessoas estão assistindo, bem como informações sobre quando e onde eles estão navegando em seus telefones celulares. Um produto separado de “recarga” pode alertar um comprador de anúncios para o fato de que um visualizador está jogando um jogo Zynga em seu telefone, por exemplo, e permitir que eles atendam o mesmo anúncio que ele detecta na tela da TV na página Zynga. A Alphonso faz parceria com empresas terceirizadas de dados e tecnologia para servir anúncios em linha, além de fornecer aos anunciantes informações sobre os espectadores e as ações que eles fizeram depois de assistir um anúncio, como a compra de um produto em uma loja. Semelhante a Sorenson, Alphonso deve se associar aos fabricantes de TV para acessar a visualização de dados. Alphonso fornece aos fabricantes de TV e chip com dados e análises de visualização gratuitos, além de pagar uma taxa, em troca da capacidade de inserir sua tecnologia nos aparelhos de TV ou chips. A empresa, que arrecadou US $ 5,6 milhões de sua rodada de financiamento da série A no início deste ano, tem cerca de 100 funcionários. O produto de segmentação de anúncios representa cerca de 80% da receita da empresa, e o restante é de seus produtos de dados e análise, disse a empresa.

ÁGUAS DESCONHECIDAS

A tecnologia Watermark da Verance permitirá publicidade direcionável na “próxima geração TV” A tecnologia Watermark da Verance tem protegido a indústria da música e os estúdios de Hollywood contra a pirataria desde a década de 90. Agora, a empresa de 60 pessoas, baseada em San Diego, está entrando no negócio de anúncios de TV. A empresa foi aprovada por uma coalizão de associações de TV para apoiar uma atualização nacional de transmissão, denominada ATSC 3.0, que, eventualmente, tornará possível aos anunciantes atender anúncios direcionados sobre transmissões de ondas de rádio para aparelhos de TV individuais e telefones celulares em todo o país. A atualização, que exige a revisão das infra-estruturas da estação e a adoção por parte do consumidor de TVs inteligentes atualizadas que ainda não estão disponíveis nos EUA, pode demorar vários anos. A tecnologia Watermark da Verance, denominada Aspect, pode gerar dados sobre quais anúncios foram realmente apresentados em algumas TVs ou para determinados agregados familiares, além de desencadear anúncios que são enviados aos espectadores. Estações, fabricantes de TV, anunciantes e outras empresas de tecnologia podem licenciar a tecnologia Watermark da Verance. Veja como funciona: uma “watermark”, um efeito de som inaudível que transmite uma URL, é adicionado a um anúncio ou programa. Após a watermark ser detectada pela Smart TV, a tecnologia da Verance cria um relatório de onde e quando o anúncio foi executado. Quando as TVs são construídas com tecnologia para receber um sinal de transmissão ATSC 3.0, as empresas de mídia e os anunciantes poderão usar o sistema da Verance para atender anúncios segmentados. A tecnologia ativará o código que desencadeia e transmite um anúncio para a tela. A abordagem “watermark” é diferente da tecnologia “impressão digital”, que examina a assinatura de áudio ou vídeo de um anúncio ou programa e o compara a um banco de dados para determinar o que é. A Verance também oferece dados sobre famílias específicas que ele licencia de terceiros. Esses dados são usados ​​para ajudar o anunciante a descobrir quais casas e dispositivos de visualização devem ser alvo. Por exemplo, se as pessoas na casa fizeram compras de iogurte grego através de compras de supermercado online, um anunciante de iogurte grego pode então usar essa informação para comprar anúncios que visem determinadas famílias. Atualmente, a empresa está trabalhando com várias empresas de mídia, incluindo um dos principais radiodifusores que usa a tecnologia da watermark para coletar dados de audiência e usá-la para informar sua estratégia de vendas publicitárias. A empresa disse que também está em negociações com vários fabricantes de TV para incluir seu leitor de watermark em suas TVs.

Essas Empresas de Tecnologia Inovarão a Comercialização da TV em 2018

These Tech Firms Are Vying to Shake Up TV Advertising in 2018

WSJ, Dec 20, 17

TV networks have been selling, serving and measuring ads with the same systems and processes for decades. But times are changing. More people are buying smart TVs that are connected to the internet, and independent tech firms are finding new ways to gather data about the viewing of shows and ads on individual TV sets. Here are a few of those firms poised to shake up the antiquated TV ad business, while still trying to be mindful of your privacy.

TRADING PLACES
Sorenson’s technology overlays existing ads on smart TVs with new, more targeted ads

Sorenson Media made its name in video compression and coding technology, but the Utah-based company is now quietly making waves in media measurement and addressable advertising. The company, which is majority owned by Utah businessman Jim Sorenson and run by digital media veteran Marcus Liassides, has technology that can detect and analyze what’s on a smart TV screen, and then replace an ad with one supposedly better targeted for a specific household.

Sorenson has access to viewing data through relationships with smart TV manufactures that implement its technology. The media company — whether a national network or a local TV station — also plays a role. They must install a Sorenson server, which creates a so-called “fingerprint” of the content recognized by the technology in the TV screens. Sorenson can then analyze that data to help an advertiser serve a targeted TV ad to an individual household’s smart TV, whether it’s during cable or broadcast programming. (Separately, Sorenson also can license viewing data from third parties.)

Sorenson’s technology makes it possible for a TV network or TV station to replace the ad certain households see. For example, if a network had sold an ad in a show reaching one million viewers, Sorenson could overlay a different ad for a subset of those households.

The advertiser whose commercial was replaced wouldn’t get charged. And the new ad only gets placed when it’s sold for more than the original. When Sorenson helps the station sell that inventory, it takes a share of the revenue.

Some advertisers might be happy that they’re not sending an ad to someone outside their target audience — sending a diaper ad to a childless couple in their 60s, for example. Some, however, might want to reach a broader audience, versus a hyper-targeted group of people. Advertisers can choose to make their commercial non-preemptable, said Mr. Liassides. If they allow for their ad to be replaced, they may get a discount, he said.

For TV manufacturers, companies like Sorenson offer another revenue stream. TV manufacturers implement the software for free, in exchange for a share of the revenue that Sorenson gets from the TV stations. Sorenson has a deal with Samsung, among other TV manufacturers.

Media companies can also license Sorenson technology for access to viewing data, which can inform their own programming lineup and help their salesforces sell ads. Sinclair Broadcast Group is a strategic investor in Sorenson. Hearst also has a stake. Sorenson, whose analytics solution is currently deployed across over 100 broadcast stations in the U.S., has just under 300 employees.

OPEN MIC
Alphonso’s technology uses microphone-enabled mobile apps to listen to what’s on a smart TV

Alphonso is a good listener.

The Mountain View, Ca.-based startup generates and analyzes TV viewing data that it collects through microphone-enabled apps on people’s phones. Advertisers can use that data to measure the effectiveness of their commercials and retarget consumers on other devices such as mobile phones.  Alphonso has inked deals with around 1000 developers of mobile apps, which can listen to what’s on a TV set.

The technology is only triggered if a consumer “opts in” after seeing a privacy disclosure and enables their device’s microphone. The apps then match a “fingerprint” or sample of the audio to one of the many shows that’s automatically recognized by the company’s servers. Alphonso said it’s also licensing data from companies like Shazaam and TiVo.  The company receives an immediate report on what people are watching, as well as information on when and where they’re surfing on their mobile phones. A separate “retargeting” product can then alert an ad buyer to the fact that a viewer is playing a Zynga game on their phone, for example, and allow them to serve the same ad that it detects on the TV screen to the Zynga page.  Alphonso partners with third-party data and tech firms to serve online ads, as well as provide advertisers with information on the viewers and the actions they took after watching an ad, such as purchasing a product in a store.  Similar to Sorenson, Alphonso must partner with TV manufacturers for access to viewing data. Alphonso provides TV and chip manufacturers with free viewing data and analytics, in addition to paying them a fee, in exchange for the ability to insert its technology into the TV sets or chips.  The firm, which raised $5.6 million from its series A funding round earlier this year, has around 100 employees. The ad targeting product accounts for about 80% of the company’s revenue, and the remaining is from its data and analytics product, the company said.

UNCHARTED WATERS
Verance’s watermark technology will enable addressable advertising in “next gen TV”

Verance’s watermark technology has been protecting the music industry and Hollywood studios from piracy since the 1990s. Now, the 60-person, San Diego-based company is entering the TV ad business.  The firm was tapped by a coalition of TV associations to support a national broadcast update, dubbed ATSC 3.0, which eventually will make it possible for advertisers to serve targeted ads over broadcast airwaves to individual TV sets and mobile phones around the country. The update, which requires station infrastructure overhauls and consumer adoption of updated smart TVs that are not yet available in the U.S., could take a number of years.  Verance’s watermark technology, called Aspect, can generate data on which ads actually were presented on certains TVs or for certain households, as well as trigger the ads that are sent to viewers.  Stations, TV manufacturers, advertisers and other technology companies can license the watermark technology from Verance. Here’s how it works: A “watermark,” an inaudible sound effect that transmits a URL, is added into an ad or program. After the watermark is detected by the smart TV, Verance’s technology creates a report of where and when the ad ran.  When TVs are built with technology to receive a 3.0 broadcast signal, media companies and advertisers will be able to use Verance’s system to serve targeted ads. The technology will activate code that triggers and transmits an ad onto the screen. The “watermark” approach is different from “fingerprint” technology, which examines the audio or video signature of an ad or program and compares it to a database to determine what it is. Verance also offers data on specific households that it licenses from third parties. That data is used to help the advertiser figure out which homes and viewing devices to target. For example, if the people in the home have made greek yogurt purchases through online grocery shopping, a greek yogurt advertiser can then use that information to buy ads targeting certain households.

The company is currently working with a number of media companies, including one major broadcaster that’s using the watermark technology to collect viewership data and use it to inform its ad sales strategy. The company said it is also in talks with various TV manufacturers to include its watermark reader on their TVs.   Write to Alexandra Bruell at alexandra.bruell@wsj.com

Disney compra a Fox por mais de US$60bi

A Disney e a Fox estão concluindo um acordo que poderá ser anunciado na próxima semana: Fontes familiarizadas informam que as conversas progrediram e um acordo poderá ser anunciado na próxima semana, disseram fontes à CNBC. O valor da empresa e dos ativos da Fox no negócio é visto como mais de US $ 60 bilhões. A Fox venderia ativos de produção de filmes e televisão e manteria sua rede de notícias, esportes e broadcast.

Bob Iger CEO da Walt Disney Co. e Rupert Murdoch, Presidente e CEO da News Corp. fizeram o.acordo.

A Fox também conversou com a empresa-mãe da CNBC Comcast, mas as conversações com a Disney progrediram significativamente. O acordo contempla a venda de Nat Geo da Fox, Star, redes de esportes regionais, estúdios de cinema e participações em Sky e Hulu, entre outras propriedades. O que permaneceria na Fox inclui a divisão de notícias e de negócios além da rede broadcast e a Fox Sports.

O Futuro da TV Aberta

Já tem bastante tempo que ouço dizer que a Televisão Aberta irá acabar e que tudo esta mudando para Internet. Bem, é mais que provável que o futuro seja esse, mas talvez esse futuro não esteja tão próximo e talvez não seja essa maravilha toda, a não ser para as teles, para o Google, Facebook e etc.   Iremos abandonar açodadamente o nosso negócio para depender do negocio dos outros?

Ontem li um e-mail do Frederico Rehme onde ele fala com muita propriedade dos cuidados com esse futuro:

“Na minha opinião, o momento é de “um olho no gato, outro no peixe”. Não há dúvidas sobre a direção (sobre os detalhes, sim) do futuro da mídia, e temos a obrigação de estar atentos, e até de fazer esse tal futuro. Mas uma coisa é certa: apesar dos pesares, os números mostram, o maior negócio de mídia, no mínimo no Brasil,  em volume de dinheiro, em alcance, em pluralidade, em justiça social, ainda é a tv, e do modelo aberta.  Vejam: quando algo da internet bate seus um milhão de viwers (sabe-se lá por quantos segundos), é sucesso. Se o jornal da noite de qualquer das principais emissoras bater esse número por 30 minutos, é o mínimo que se espera”.

 

Energia 2018

Energia 2018 é a nova linha de produtos da Energia. Apresenta diversidade, qualidade e preço. É inovação no mais puro conceito de Estocolmo, onde não basta o desenvolvimento tecnológico mas, também a ampliação do acesso aos produtos por preços melhores.

Destacamos alguns produtos tais como:

EP-L300 – Bateria com 300Wh e apenas US$1.14/Wh. Tem o melhor custo-benefício no mesmo volume e com o mesmo peso das baterias de 210Wh.

LED Machine – Este super Fresnel tem 110.000 lux@1m, equivalente à 10 KW de tungstênio corrigido para 5600K.

LP-576 – Painel Multicolor com o melhor custo e TLCI acima de 95%, tem 4000 lux@1m.

LPS-400 – Painel Supersoft, Multicolor com 2000 lux@1m, porem com 120 graus de iluminamento e com TLCI de 97%.

LPS-RGBW – Novo painel RGB – Em Breve!