TV Jornal – 100% LED

A TV Jornal foi a primeira emissora a transformar 100% de seus estúdios para LED.

A transformação foi consequencia de um estudo, de uma tomada de decisão consciente e fundamentado em viabilidade econômica.

Os fundamentos dessa decisão foram:
160715 - TV Jornal 3

1. Qualidade da luz compatível com as câmeras HD e

2. Economia de energia.

 

 

Medidas da situação existente anteriormente registraram o consumo de energia, o nível de iluminamento e a qualidade da luz utilizada.

Um projeto foi realizado, definindo os alvos a serem atingidos.
A viabilidade econômica foi demostrada pelo ganho com a economia na conta de energia elétrica.

Com a aprovação pela Diretoria da TV, o projeto que iniciou com Jair Ventura, Gerente de Engenharia, ganhava mais dois importantes aliados, Ricardo Lima da Coordenação de Infraestrutura e da Sandra Ávila da Diretoria Administrativa do SJCC (Sistema jornal do Commercio de Comunicação).

A Energia foi contratada para um projeto tipo turn-key: anteprojeto, fornecimento dos equipamentos, projeto executivo, coordenação da instalação e treinamento de pessoal.

160715 - TV Jornal 4
A instalação, adequação e ajustes, realizados pela equipe de Silvio Andrade, responsável pela Iluminação da TV Jornal, foram concluídos nesta quarta-feira, 20 de julho de 2016.

 

Os resultados superaram as expectativas.

O Projeto indicava 24 meses para retorno do investimento, mas as medidas preliminares após a inauguração, demonstram uma

160715 - TV Jornal 1

economia de consumo elétrico que anteciparão em 6 meses o retorno dos investimentos nível de

iluminamento do Estúdio C ficou em média 70% acima da situação existente anteriormente e 20% acima do projetado.

 

A qualidade da luz foi transformada de 70% de CRI para acima de a 95%. Refletindo no aumento da percepção de qualidade da imagem no “ar”.

IMG_3237

Segundo Alvaro, Coordenador de Manutenção, todos os envolvidos, produtores, apresentadores, os câmeras, etc, todos ficaram muito satisfeitos com a transformação para LED. Nos próximos dias serão de ajustes e de aprendizado desta nova tecnologia de iluminação.

Tudo medido! Antes e depois.

160808 - Spectrum-CRI-Med

O Gerente de Engenharia, Jair Ventura juntamente com Ricardo Lima, Coordenador de Infraestrutura, estão preparando um Relatório de Resultados, que apresentará todas as medidas elétricas e luminotécnicas para fundamentar de forma inequívoca o acerto da decisão da Diretoria da TV Jornal que resultou na primeira emissora de Televisão a ser totalmente LED.

Quem quiser comprovar é só visitar a TV JORNAL e conversar com seus gerentes.

2016 Shanghai P&I Show

No final de julho ocorreu en Shanghai uma das mais importantes feiras de equipamentos de iluminação, a 2016 Photo & Imaging Shanghai. Neste evento foi lançada a mais nova luminária da Energia.

160725 - Shanghai Show -1

160725 - Shanghai Show -5

Trata-se da LEDROL-12 e da LEDROL-18, Com somente 10 milímetros de espessura ela é a luminária mais leve do mercado.

As dimensões são LEDROL-12 tem 30X45cm e o LEDROL18 tem 45X60 cm.

Os rolos podem ser montados numa armação e encaixados num tripe, como mostra a foto ao lado.

 

 

É uma nova tecnológia utilizando LED flexives que permite fazer um rolo com a luminária, facilitando o seu transporte.
160801 - Rool-Flex LED

 

Difusores, opcionais, já disponiveis, garantem um resultado de luz super suave e sem sombras.

 

160725 - Shanghai Show -4

IES TECHNICAL MEMORANDUM TM-30-15

IES TECHNICAL MEMORANDUM TM-30-15
A IES – Illuminating Engineering Society publicou o Technical Memorandum TM-30-15 propondo uma nova forma para testar uma luminária.

Não se trata apenas de mais um índice que indica a reprodução de cores como os já existentes: CRI Color Rendering Index, criado pela CIE – Commission Internationale de l’Eclairage (Comissão Internacional de Iluminação); TLCI Television Light Consistent Index criado pela EBU – European Broadcast Union ou o NCQS criado pela ANSI, os quais objetivam um número, um percentual, sem informar o seu significado ou quais as distorções causadas pela luminária que está sendo testada.

O TM-30 mede a saturação e a tonalidade (hue) da cor e compara com um iluminador padrão, resultando em dois índices, um deles indica o deslocamento do vetor da cor e o outro indica a perda ou incremento na saturação.

Como exemplo, tomemos um tomate como o objeto a ser iluminado pela luminária a ser avaliada.
O resultado poderá ser como mostrado na figura a seguir.
160707 - Tomates
A luminária poderá causar duas alterações:
1. deslocamento na tonalidade da cor e/ou
2. alteração na saturação da cor.
Como consequências o tomate poderá parecer mais ou menos maduro (alteração da saturação) ou poderá parecer com um caqui ou com uma laranja (alteração na tonalidade da cor).

Cada um destes desvios da cor natural correspondente a uma diminuição na fidelidade de cor.

Um conceito natural importante a chamada fidelidade de cores e as métricas de fidelidade funcionam da seguinte forma:
eles consideram uma coleção de amostras de teste e para cada um, calculam a diferença entre a cor natural da amostra e a cor sob a fonte de teste.

Quanto maiores forem as diferenças de tonalidade e de saturação da cor, menor a pontuação fidelidade. Portanto, uma pontuação alta fidelidade nos diz que as cores percebidas estão muito perto de cores naturais, enquanto uma pontuação mais baixa nos diz que algumas mudanças de cor ocorrem.

No entanto, as métricas de fidelidade não discriminam entre vários tipos de mudanças de cor: referindo-se à figura acima, todos os quatro tomates apresentam um número igual de pontos de fidelidade (se eles são de igual magnitude), apesar de corresponderem a percepções muito diferentes!

Portanto, é fácil saber o que significa uma pontuação alta fidelidade, mas assim que a pontuação fica mais baixa as conclusões ficam imprecisas e qualquer tipo de mudança de cor pode acontecer. Isso é simplesmente o preço a pagar para tentar descrever uma fonte de luz com apenas um número, muita informação se perde!

O CRI passa a ser um exemplo bem conhecido de uma métrica fidelidade. Como tal, ela sofre de dois problemas. A primeira, que é inevitável, é que ele só responde a uma pergunta específica ( “são as cores as mesmas que as cores naturais?”), mas é muitas vezes necessário ter um significado mais amplo (como “Será que as cores parecem o melhor?”).

A segunda é que o CRI não é especialmente bom em fazer o seu trabalho. Ele usa uma ciência da cor obsoleta, que faz previsões imprecisas. Ele também usa um conjunto de oito amostras de teste pastel, com a expectativa de que estes são representativos da variedade de objetos em nosso ambiente (uma falha às vezes tentar remediar adicionando mais amostras, como o vermelho escuro R9). Por tudo isso, as previsões de fidelidade do CRI pode ser imprecisa. Ou seja, duas fontes pode obter a mesma pontuação, embora uma causa realmente mais mudanças na cor.
Por exemplo, para um mesmo CRI de 80, uma lâmpada fluorescente de banda estreita tende a distorcer as cores mais do que uma lâmpada LED.

Já se perguntou por que você tem problemas com iluminação fluorescente?
Mais preocupante, é que é possível algumas fontes de luz com grande distorção de cor, mas um muito alto CRI.
160707 - 8 Cores do CRIFigura 2: As amostras de teste oito do CRI Ra.

Para espectros suave, uma pontuação de CRI elevada é fiel.
No entanto, o CRI apresenta severas imprevisões para pontuações mais baixas (que não nos diz o que está acontecendo com cores), e para espectros estreitos (que pode ser imprecisa).

O novo método de teste proposto pela IES resolve essa 2 questões:
Primeiro o TM-30 utiliza a ciência da luz no seu state-of-the-art. O TM-30 utiliza 99 amostra de cores nas suas comparações, com isso evita enganos provocados por luminárias “especializadas” nas 8 cores do CRI.

Em segundo lugar, TM- 30 nos dá muito mais informações: além do índice de fidelidade de cores (chamado Rf, em analogia com o CRI Ra), existe agora uma pontuação gama de cores Rg e um gráfico do vetor da cor que dão muito mais conhecimento sobre mudanças de cor.

O TM-30 requer um estudo muito profundo para seu completo entendimento, como foi publicado em março de 2016 ainda estamos estudando suas proposições e avaliando seus resultados. Além disso, a ciência ainda não sabe totalmente como a percepção das cores acontece em nosso cérebro.

Em breve voltaremos a tratar deste novo índice, apresentando mais conhecimento.

Ricardo F. Kauffmann BScEE, SET, IES

TERRA

Trata-se de um documentário de excelente qualidade, produzido por Calt Production e Hope Production e direção de Yann Arthus-Bertrand.

Está sendo exibido em 4K pela NETFLIX.

É um documentário que conta a história do planeta e da humanidade.

Assisti em 4K é maravilhoso, um show de imagens e sons. Mas sobre tudo um texto excelente. A narração em português do Brasil é feita por Letícia Constant, uma voz suave e perfeita.

O documentário conta a história da Terra, do surgimento das espécies, do surgimento do homem e da sua dominação de toda a Natureza.
Mostra como esse processo está devastando o planeta.

A produção de alimentos em escala industrial, seguindo apenas a maximização de resultados, sem respeitar os limites de regeneração das espécies e do próprio meio ambiente está causando a eliminação de todos os seres vivos.

É para refletir e mudar nossos hábitos em quanto é tempo.

NAB 2016


Terminou neste 21 de abril a NAB 2016, no Las Vegas Convention Center, na fantástica Las Vegas.

A exposição ocupou mais de 100 mil metros quadrados. Foram mais de 100 mil visitantes, dos quais, 26 mil eram estrangeiros, 20% eram da América Latina.

Vantagens das luminárias de LED Energia em relação à solução de lâmpadas de tungstênio


  1. Vantagens das luminárias de LED Energia em relação à solução de lâmpadas de tungstênio:

1) Economia de 10 vezes menos no gasto de energia;

2) Fim da troca de lâmpada

150h da lâmpada X 50.000h do LED;

3) Luminárias com ajuste eletrônico de temperatura de cor de 3000 à 6000 Kelvin, não necessita de gelatinas;

4) dimmer incluído nas luminárias não necessita dos Dimmer Box;

5) Controle remoto em 2.5Ghz para todas as luminárias e também DMX incluído em vários modelos.

6) economia de ar condicionado, o LED virtualmente não gera calor e

7) CRI/TLCI (índices de reconhecimento de cores) estável ao longo das 50.000 horas de vida e acima de 95%, fundamental e compatível com o espaço de cores das nova câmeras digitais.
Não é razoável gastar dinheiro com a câmera que “enxerga” 10 milhões de cores e usar uma luminária que somente irradia 70% dessas cores ou até menos que isso.
Temos que falar tudo isso que está relacionado acima.

Mais do que falar, temos que escrever, nas propostas, nos e-mails, nos documentos.

Temos que provar com medidas de laboratório.

Temos que desafiar o comprador, propondo medir o espectro, a intensidade, o CRI, etc, para separar o joio do trigo.

A Energia se propõe a medir todas as luminárias propostas, sem custo. Se a Energia não for superior nós doamos os equipamentos.
O nosso diferencial é QUALIDADE e INOVAÇÃO.
Se não explicarmos, a questão se resumirá a uma simples discursão de preço. Aí amigo… vencerá o mais vagabundo.
Temos que mostrar ao cliente que a solução com lâmpadas é um paredão contra o qual ele irá se chocar logo logo. É um beco sem saída.
As lâmpadas estão parando de ser fabricadas. Em muitos países elas já são proibidas por força de lei.
Serão como as válvulas que foram substituídas pelos transitores e pelos chips de estado sólido.
Opção pelo LED é caminho sem volta, é a opção pelo novo, pelo o uso consciente e inteligente da energia.

Super Bowl 50

Em 7 de fevereiro deste ano ocorreu o Super Bowl 50, na Califórnia – USA. Foi o maior evento já transmitido na historia da televisão.

IMG_2697

Segundo a Nielsen Audience, a transmissão feita pela CBS Television Network foi assistido por 167 milhões de pessoas, e esse fantástico numero reflete apenas a audiência da televisão broadcast, sem incluir os serviços de televisão online e de streaming.

A transmissão por streaming, distribuída pela CBS e pela NFL, foi assistida por 3.96 milhões através de laptops, desktops, Smart TVs e por telefones celulares.

IMG_2699

Foram mais de 402 milhões de minutos no total da cobertura. Prestando atenção em mais de 101 minutos para cada espectador. Durante a janela do jogo os espectadores consumiram mais de 315 milhões de minutos de cobertura.

Durante a competição,  no total 70 câmeras  em 12 caminhões de externas foram utilizadas para capturar o evento.

Este ano a CBS implementou a transmissão, com 36 câmeras montadas  ao longo do topo do estádio, para criar uma perspectiva de 360° para as tomadas do instant-replay.

O streaming ao vivo estava disponível praticamente em todas as plataformas. No CBSSports.com para PCs e tablets, o CBS Sport App para iPad, Android e tablets com Windows 10, também para Netflix, Amazon Fire TV, Android TV, Apple TV, Chromecast, Roku, Xbox One, alem de dos celulares da Verizon. Tudo aberto e grátis!!!

“Para nós, o nosso objetivo foi expor o jogo para a maior audiência possível”, disse Jeffrey Gerttula, vice-presidente sênior da CBS Sports Digital, em uma entrevista.

A infraestrutura de rede digital montada no Levi’s Stadium foi a maior da história. Cerca de 800 Km de cabos de dados, 1.300 pontos de Wi-Fi, 1.200 pontos de Bluetooth e um link de Internet com banda de 40 Gb/s. “A performance da conectividade do Levi’s Stadium foi nada menos que inacreditável” segundo Michelle Mckenna-Doyle, o CIO-Executivo Chefe de Informática da NFL – National Football League.

IMG_2693

O Levi’s Stadium se tornou o primeiro local a transferir 10 TB numa rede Wi-Fi, transferindo 10.1 TB durante o Superbowl.

IMG_2696

Segundo a Verizon, nos celulares da área do estádio, durante o Super Bowl e durante toda a semana, videos, pesquisas na web e nas mídias sociais, utilizaram mais de 68.6 tera bytes, o que equivale a mais 45 milhões de posts. Isso somente foi possível graças a um investimento de US$70 milhões para triplicar a infraestutura de 4G já instalada na região.

Isso, é claro, se traduz em maximizar o número de globos oculares sobre os anúncios de TV exibidos durante The Super Bowl, que foram vendidos este ano pelo preço recorde de US$5 milhões por cada comercial de 30 segundos.

A transmissão aberta do Super Bowl foi mais um golpe no Cabo. Os serviços de streaming digitais como Netflix e Amazon têm investido pesadamente em conteúdo original como “Jessica Jones”, “Daredevil” e “The Man in the High Castle.” No ano passado, houve uma explosão de opções que oferecem a possibilidade de assistir a programação da HBO, Showtime e Nickelodeon, entre outros, sem uma assinatura por cabo.

O Próximo Salto

No início era o verbo.
Talvez tenha levado milhares de anos até o homem ter aprendido a falar. Era o início das Comunicações. O alcance era entre 3 metros até 30 metros.
Outros milhares de anos se passaram até a aprender a registrar a fala na escrita.
Entre os hieróglifos e o telégrafo talvez uns 4 mil anos.
Um pouco mais de 50 anos, em 1906, ocorreu a primeira transmissão sonora sem fio.
Mais uns 30 anos para ocorrer a primeira transmissão de imagens e de sons. Em 1941 a NBC fazia a transmissão do primeiro comercial, surgia a televisão.
Com as transmissões via satélites o alcance passa a ser ilimitado.
Televisão colorida, digitalização, HDTV, 4K, 8K… Qual será o próximo estágio? O próximo salto?
Ainda estamos presos aos aparelhos para nos comunicarmos. Aparelhos que captam as vibrações mecânicas dos sons e as transformam em ondas eletromagnéticas.

Todos sabemos que o nosso cérebro emite ondas eletromagnéticas, apenas ainda não aprendemos a entendê-las. O alcance dessas transmissões pode ser medido à 3m e até 30m de distância. Isso não parece familiar?
Essas transmissões são muito complexas, não são apenas o verbo ou imagens, mas sentimentos e sensações. Tem inúmeros relatos e experiências onde pessoas do outro lado do planeta sentem quando algo grave acontece.
Será esse o próximo salto nas comunicações?

Espectrógrafo – o aparelho que vai fazer toda a diferença

Com a rápida mudança tecnológica e o aumento significativo de qualidade de imagem, principalmente no setor de broadcasting, o profissional de iluminação/fotografia, quando bem equipado, passa a ser uma peça fundamental.

A qualidade da luz, agora, faz toda a diferença nas produções e, com tantas opções existentes no mercado, será que ele consegue definir qual a melhor iluminação para seu estúdio?

Atualmente, o profissional dessa área confia, apenas, no seu olho treinado e por muitos e muitos anos isso era suficiente, mas hoje precisamos entender que não mais.

Acreditamos na qualidade dessa área e destes profissionais e por esse motivo nos sentimos na obrigação de além de alertar, questionar e sugerir medidores que hoje são imprescindíveis para compra de bons equipamentos de iluminação e montagem de qualquer estúdio.

Imaginem o impacto no mercado que um profissional teria se fosse capaz de ler e lhe dar todas as informações sobre a luz do ambiente em que está gravando.

Luz do Sol 16h
Luz do Sol 16h

Imaginem um instrumento que seja capaz de medir os índices de fidelidade de cor como CRI, TLCI e NQS e ainda com medição de espectro das cores, onde ele pudesse identificar a deficiência numa cor especifica e assim permitir corrigi-la de forma mais precisa.

LED Comum
LED Comum
Energia NF 35.000
Energia NF 35.000

Isso já é possível, a Energia mais uma vez inovou, e apresenta um aparelho que cabe na sua mão. Com apenas alguns cliques ele lhe mostrará com precisão todas as informações que você precisa saber sobre a luz do ambiente onde está, e lhe auxiliará nas suas soluções.

facebook espectometro

Uma inovação que agregará valor ao trabalho e ao currículo de qualquer iluminador ou fotógrafo, já que por ser inédito no mercado brasileiro, faria desse profissional uma referencia nesse setor.

SET EXPO 2015 – Iluminação 

No Painel sobre Iluminação do Congresso da SET, teve claramente tres conclusões unânimes:

  1. A fluorescente é incompatível com HDTV;
  2. LED é a atual solução para iluminação e
  3. Temos que melhorar o treinamento de nossos iluminadores.

O Painel foi coordenado por Cicero Marques e teve como palestrantes Juliana Iwashita, Samuel Kobayashi, Mario Janinni e Ricardo Kauffmann.

Muito bem, se a solução é LED, mas qual LED?

A resposta certa será obtida analisando os seguintes parâmetros:

  • A Intensidade da luz medida em lux
  • A geometria da luz medida pelo Ângulo de Iluminamento e
  • A qualidade da luz através da medida espectral e dos índices de reprodução de cores: CRI (Ra / R1-R15); CQS ou TLCI.

Nos parece óbvio que além de investir na Iluminação, teremos que investir também em treinamento de nossos iluminadores, teremos que equipa-los melhor. A maioria não dispõe de fotômetros ou luxmetros, nem colorímetros. Mas acredito que teremos que pular está etapa e partir direto para os espectrografos portáteis capazes de medir os índices de qualidade da luz o CRI ou TLCI.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 3.818 outros seguidores