Custo – Benefício

Benefício – Custo

Reparem que o título não é Custo X Benefício porque no entender da Energia, e da Trevisans isso deve ser um binômio, uma questão una e não um antagonismo, porem, com a liderança do Beneficio.

Não se pode antepor o custo sobre o benefício. Pelo contrário, os benefícios tem que ser o norte, tem que se sobrepor ao custo. Como por exemplo: “desejo ir passar férias em Nova Iorque”. Esse é o benefício, esse é o objetivo. O custo entra apenas para analisar a maneira mais econômica de realizar o meu objetivo “Passar Férias em Nova Iorque”.

O custo não pode determinar que eu passasse férias em Nova Iguaçu porque é mais barato.

Se isso acontecer eu estarei alterando o meu objetivo em função do custo. Será uma inversão de valores além de umas férias desastrosas.

Acreditamos que temos que procurar melhorar e melhorar eternamente, se possível com o melhor custo.

Preocupa-nos muito a visão atual onde existe uma “ditadura” do custo.

Percebemos que existe uma tendência pelo “preço, preço, preço”, não importa o objetivo desde que seja barato. Não importa mais se é bom ou se é seguro, desde que seja barato.

Isso lembra a estória do foguete de concreto. Precisava-se fazer um foguete para ir ao espaço e voltar. Teria que ser resistente para resistir à aceleração extrema do lançamento e teria que ser capaz de aguentar as altas temperaturas da reentrada na atmosfera. Mas teria que ser barato.

A primeira providência foi demitir os engenheiros porque só inventavam soluções muito caras e em seguida contrataram economistas.

Resultado: Jamais decolou! Era um foguete de concreto.

Mas os economistas explicaram orgulhosos: “voar não voa, mas pesa pra …”.

A substituição de talentos humanos pelo custo, a substituição da qualidade por custo, a substituição da confiabilidade e da segurança por custo irá resultar numa inevitável degradação.

O problema é que justificar a opção pela qualidade, demanda conhecimento, pesquisa científica, em suma, dá muito trabalho!

Ao passo que a opção pelo mais barato é muito simples e inicialmente elogiável e às vezes gera até uma promoção.

Mas felizmente ou infelizmente, verifica-se que esta opção não é duradoura, pois é óbvio que o barato sai caro. E aí aquele profissional que não quis trabalhar para justificar a opção pelo melhor acaba perdendo o emprego. Os mocinhos sempre vencem!

O que estamos observando é que está muito difícil vender qualidade, tem muita gente boa desistindo e começando a fabricar preço.

Se os responsáveis técnicos (ou os culpados técnicos) não assumirem o seu papel veremos em curto prazo a degradação da Televisão Brasileira. Assim como na análise Beneficio-Custo, o beneficio é que deve ditar o rumo, nas Emissoras de Televisão, a engenharia tem que se impor aos “economistas” de plantão.

Porém, acreditamos que existem profissionais corajosos e determinados na sua missão. Como é o caso do eng. Jair Ventura, da TV Jornal do Comercio, que afirma que na TV Jornal só entra baterias da Energia, pois está cansado de perder matérias e até bons cinegrafistas por causa de baterias mais baratas.

141106 - Bateria Energia na Rede Amazonica

Cito também o trabalho realizado pela equipe da Rede Amazônica, coordenado pelo eng. Henrique Camargo, que fez uma tabulação contendo informações operacionais de todas as unidades da Rede Amazônica. Além das especificações de cada fabricante. O resultado foi a escolha da Energia.

As crises são vencidas com talento!

Ricardo F. Kauffmann

http://www.energia.tv

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