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SuperSoft Uma Nova Tendência ou Uma Realidade?

Desde o ano passado, após o IBC 2016, a Energia lançava uma luminária-conceito, onde a luz gerada era super difusa e praticamente sem sombras.

Este ano no IBC2017, praticamente todos os fabricantes: Litepanels, Arri, Dedo, várias fábricas chinesas, etc, expuseram luminárias tipo “super soft”, confirmando o conceito lançado pela Energia um ano atrás.

Agora a Energia lança suas SuperSoft Lights com alta potência. São luminárias com mais de 3500 lux/m de intensidade e um surpreende ângulo de iluminamento (meia-potência) acima 120 graus, mais que o dobro dos painéis convencionais.

Está nova série de SuperSoft Lights tem 4 modelos:

  • SP-16FS;
  • LPS-790FS;
  • LPS-970FS e
  • LPS-1800FS.

 

Essas novas luminárias são totalmente construídas com uma liga de alumínio super leve e resistente, utilizam LEDs da CREE, com índices(*) de até 98% de fidelidade de cores.

já estão disponíveis para sua avaliação e para venda na Energia.

(*) Índices CRI, TLCI e TM-30 medidos com espectrógrafo UPRtek, modelo MK350N.

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Focus 10 – A Beleza é Fundamental

                    

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Quem procura a beleza, quem retrata a beleza quem registra a beleza vai adorar essa luminária. Um “On-Camera LED Spot Light” com foco continuamente ajustável.

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No inicio ela encanta pelo seu design e pela sua leveza.

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A seguir pelos seus recursos

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E por fim o mais importante, a beleza da sua luz.

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São incríveis 97.8% de TLCI – Television Lighting Consistency Index.

Em breve essa e outras novidades estarão disponíveis na Linha 2017 da Energia.

TV Jornal – 100% LED

A TV Jornal foi a primeira emissora a transformar 100% de seus estúdios para LED.

A transformação foi consequencia de um estudo, de uma tomada de decisão consciente e fundamentado em viabilidade econômica.

Os fundamentos dessa decisão foram:
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1. Qualidade da luz compatível com as câmeras HD e

2. Economia de energia.

 

 

Medidas da situação existente anteriormente registraram o consumo de energia, o nível de iluminamento e a qualidade da luz utilizada.

Um projeto foi realizado, definindo os alvos a serem atingidos.
A viabilidade econômica foi demostrada pelo ganho com a economia na conta de energia elétrica.

Com a aprovação pela Diretoria da TV, o projeto que iniciou com Jair Ventura, Gerente de Engenharia, ganhava mais dois importantes aliados, Ricardo Lima da Coordenação de Infraestrutura e da Sandra Ávila da Diretoria Administrativa do SJCC (Sistema jornal do Commercio de Comunicação).

A Energia foi contratada para um projeto tipo turn-key: anteprojeto, fornecimento dos equipamentos, projeto executivo, coordenação da instalação e treinamento de pessoal.

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A instalação, adequação e ajustes, realizados pela equipe de Silvio Andrade, responsável pela Iluminação da TV Jornal, foram concluídos nesta quarta-feira, 20 de julho de 2016.

 

Os resultados superaram as expectativas.

O Projeto indicava 24 meses para retorno do investimento, mas as medidas preliminares após a inauguração, demonstram uma

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economia de consumo elétrico que anteciparão em 6 meses o retorno dos investimentos nível de

iluminamento do Estúdio C ficou em média 70% acima da situação existente anteriormente e 20% acima do projetado.

 

A qualidade da luz foi transformada de 70% de CRI para acima de a 95%. Refletindo no aumento da percepção de qualidade da imagem no “ar”.

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Segundo Alvaro, Coordenador de Manutenção, todos os envolvidos, produtores, apresentadores, os câmeras, etc, todos ficaram muito satisfeitos com a transformação para LED. Nos próximos dias serão de ajustes e de aprendizado desta nova tecnologia de iluminação.

Tudo medido! Antes e depois.

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O Gerente de Engenharia, Jair Ventura juntamente com Ricardo Lima, Coordenador de Infraestrutura, estão preparando um Relatório de Resultados, que apresentará todas as medidas elétricas e luminotécnicas para fundamentar de forma inequívoca o acerto da decisão da Diretoria da TV Jornal que resultou na primeira emissora de Televisão a ser totalmente LED.

Quem quiser comprovar é só visitar a TV JORNAL e conversar com seus gerentes.

2016 Shanghai P&I Show

No final de julho ocorreu en Shanghai uma das mais importantes feiras de equipamentos de iluminação, a 2016 Photo & Imaging Shanghai. Neste evento foi lançada a mais nova luminária da Energia.

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Trata-se da LEDROL-12 e da LEDROL-18, Com somente 10 milímetros de espessura ela é a luminária mais leve do mercado.

As dimensões são LEDROL-12 tem 30X45cm e o LEDROL18 tem 45X60 cm.

Os rolos podem ser montados numa armação e encaixados num tripe, como mostra a foto ao lado.

 

 

É uma nova tecnológia utilizando LED flexives que permite fazer um rolo com a luminária, facilitando o seu transporte.
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Difusores, opcionais, já disponiveis, garantem um resultado de luz super suave e sem sombras.

 

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IES TECHNICAL MEMORANDUM TM-30-15

IES TECHNICAL MEMORANDUM TM-30-15
A IES – Illuminating Engineering Society publicou o Technical Memorandum TM-30-15 propondo uma nova forma para testar uma luminária.

Não se trata apenas de mais um índice que indica a reprodução de cores como os já existentes: CRI Color Rendering Index, criado pela CIE – Commission Internationale de l’Eclairage (Comissão Internacional de Iluminação); TLCI Television Light Consistent Index criado pela EBU – European Broadcast Union ou o NCQS criado pela ANSI, os quais objetivam um número, um percentual, sem informar o seu significado ou quais as distorções causadas pela luminária que está sendo testada.

O TM-30 mede a saturação e a tonalidade (hue) da cor e compara com um iluminador padrão, resultando em dois índices, um deles indica o deslocamento do vetor da cor e o outro indica a perda ou incremento na saturação.

Como exemplo, tomemos um tomate como o objeto a ser iluminado pela luminária a ser avaliada.
O resultado poderá ser como mostrado na figura a seguir.
160707 - Tomates
A luminária poderá causar duas alterações:
1. deslocamento na tonalidade da cor e/ou
2. alteração na saturação da cor.
Como consequências o tomate poderá parecer mais ou menos maduro (alteração da saturação) ou poderá parecer com um caqui ou com uma laranja (alteração na tonalidade da cor).

Cada um destes desvios da cor natural correspondente a uma diminuição na fidelidade de cor.

Um conceito natural importante a chamada fidelidade de cores e as métricas de fidelidade funcionam da seguinte forma:
eles consideram uma coleção de amostras de teste e para cada um, calculam a diferença entre a cor natural da amostra e a cor sob a fonte de teste.

Quanto maiores forem as diferenças de tonalidade e de saturação da cor, menor a pontuação fidelidade. Portanto, uma pontuação alta fidelidade nos diz que as cores percebidas estão muito perto de cores naturais, enquanto uma pontuação mais baixa nos diz que algumas mudanças de cor ocorrem.

No entanto, as métricas de fidelidade não discriminam entre vários tipos de mudanças de cor: referindo-se à figura acima, todos os quatro tomates apresentam um número igual de pontos de fidelidade (se eles são de igual magnitude), apesar de corresponderem a percepções muito diferentes!

Portanto, é fácil saber o que significa uma pontuação alta fidelidade, mas assim que a pontuação fica mais baixa as conclusões ficam imprecisas e qualquer tipo de mudança de cor pode acontecer. Isso é simplesmente o preço a pagar para tentar descrever uma fonte de luz com apenas um número, muita informação se perde!

O CRI passa a ser um exemplo bem conhecido de uma métrica fidelidade. Como tal, ela sofre de dois problemas. A primeira, que é inevitável, é que ele só responde a uma pergunta específica ( “são as cores as mesmas que as cores naturais?”), mas é muitas vezes necessário ter um significado mais amplo (como “Será que as cores parecem o melhor?”).

A segunda é que o CRI não é especialmente bom em fazer o seu trabalho. Ele usa uma ciência da cor obsoleta, que faz previsões imprecisas. Ele também usa um conjunto de oito amostras de teste pastel, com a expectativa de que estes são representativos da variedade de objetos em nosso ambiente (uma falha às vezes tentar remediar adicionando mais amostras, como o vermelho escuro R9). Por tudo isso, as previsões de fidelidade do CRI pode ser imprecisa. Ou seja, duas fontes pode obter a mesma pontuação, embora uma causa realmente mais mudanças na cor.
Por exemplo, para um mesmo CRI de 80, uma lâmpada fluorescente de banda estreita tende a distorcer as cores mais do que uma lâmpada LED.

Já se perguntou por que você tem problemas com iluminação fluorescente?
Mais preocupante, é que é possível algumas fontes de luz com grande distorção de cor, mas um muito alto CRI.
160707 - 8 Cores do CRIFigura 2: As amostras de teste oito do CRI Ra.

Para espectros suave, uma pontuação de CRI elevada é fiel.
No entanto, o CRI apresenta severas imprevisões para pontuações mais baixas (que não nos diz o que está acontecendo com cores), e para espectros estreitos (que pode ser imprecisa).

O novo método de teste proposto pela IES resolve essa 2 questões:
Primeiro o TM-30 utiliza a ciência da luz no seu state-of-the-art. O TM-30 utiliza 99 amostra de cores nas suas comparações, com isso evita enganos provocados por luminárias “especializadas” nas 8 cores do CRI.

Em segundo lugar, TM- 30 nos dá muito mais informações: além do índice de fidelidade de cores (chamado Rf, em analogia com o CRI Ra), existe agora uma pontuação gama de cores Rg e um gráfico do vetor da cor que dão muito mais conhecimento sobre mudanças de cor.

O TM-30 requer um estudo muito profundo para seu completo entendimento, como foi publicado em março de 2016 ainda estamos estudando suas proposições e avaliando seus resultados. Além disso, a ciência ainda não sabe totalmente como a percepção das cores acontece em nosso cérebro.

Em breve voltaremos a tratar deste novo índice, apresentando mais conhecimento.

Ricardo F. Kauffmann BScEE, SET, IES

Vantagens das luminárias de LED Energia em relação à solução de lâmpadas de tungstênio


  1. Vantagens das luminárias de LED Energia em relação à solução de lâmpadas de tungstênio:

1) Economia de 10 vezes menos no gasto de energia;

2) Fim da troca de lâmpada

150h da lâmpada X 50.000h do LED;

3) Luminárias com ajuste eletrônico de temperatura de cor de 3000 à 6000 Kelvin, não necessita de gelatinas;

4) dimmer incluído nas luminárias não necessita dos Dimmer Box;

5) Controle remoto em 2.5Ghz para todas as luminárias e também DMX incluído em vários modelos.

6) economia de ar condicionado, o LED virtualmente não gera calor e

7) CRI/TLCI (índices de reconhecimento de cores) estável ao longo das 50.000 horas de vida e acima de 95%, fundamental e compatível com o espaço de cores das nova câmeras digitais.
Não é razoável gastar dinheiro com a câmera que “enxerga” 10 milhões de cores e usar uma luminária que somente irradia 70% dessas cores ou até menos que isso.
Temos que falar tudo isso que está relacionado acima.

Mais do que falar, temos que escrever, nas propostas, nos e-mails, nos documentos.

Temos que provar com medidas de laboratório.

Temos que desafiar o comprador, propondo medir o espectro, a intensidade, o CRI, etc, para separar o joio do trigo.

A Energia se propõe a medir todas as luminárias propostas, sem custo. Se a Energia não for superior nós doamos os equipamentos.
O nosso diferencial é QUALIDADE e INOVAÇÃO.
Se não explicarmos, a questão se resumirá a uma simples discursão de preço. Aí amigo… vencerá o mais vagabundo.
Temos que mostrar ao cliente que a solução com lâmpadas é um paredão contra o qual ele irá se chocar logo logo. É um beco sem saída.
As lâmpadas estão parando de ser fabricadas. Em muitos países elas já são proibidas por força de lei.
Serão como as válvulas que foram substituídas pelos transitores e pelos chips de estado sólido.
Opção pelo LED é caminho sem volta, é a opção pelo novo, pelo o uso consciente e inteligente da energia.

SET EXPO 2015 – Iluminação 

No Painel sobre Iluminação do Congresso da SET, teve claramente tres conclusões unânimes:

  1. A fluorescente é incompatível com HDTV;
  2. LED é a atual solução para iluminação e
  3. Temos que melhorar o treinamento de nossos iluminadores.

O Painel foi coordenado por Cicero Marques e teve como palestrantes Juliana Iwashita, Samuel Kobayashi, Mario Janinni e Ricardo Kauffmann.

Muito bem, se a solução é LED, mas qual LED?

A resposta certa será obtida analisando os seguintes parâmetros:

  • A Intensidade da luz medida em lux
  • A geometria da luz medida pelo Ângulo de Iluminamento e
  • A qualidade da luz através da medida espectral e dos índices de reprodução de cores: CRI (Ra / R1-R15); CQS ou TLCI.

Nos parece óbvio que além de investir na Iluminação, teremos que investir também em treinamento de nossos iluminadores, teremos que equipa-los melhor. A maioria não dispõe de fotômetros ou luxmetros, nem colorímetros. Mas acredito que teremos que pular está etapa e partir direto para os espectrografos portáteis capazes de medir os índices de qualidade da luz o CRI ou TLCI.

Luminária de LED – Como Comprar

Parece que a questão sobre a tecnologia de iluminação a ser adotada já está superada: é LED. O problema que persiste é como escolher corretamente uma luminária de LED. Para ajudar vamos relacionar os itens mais importantes para fazer uma compra correta.

  1. Intensidade da luz;
  2. Quantidade de LEDs e
  3. Qualidade da luz.

1 – Intensidade da Luz – Lumen, Lux e Ângulo de Iluminamento

1.1 – Intensidade Luminosa – Lumen

Infelizmente já foi-se o tempo que existia apenas um tipo de lâmpada, a de tungstênio, e que bastava especificar a potência elétrica em Watt que estava tudo resolvido. Agora temos diversos tipos de lâmpadas e cada um desses tipos tem intensidade diferente em relação à potência elétrica. Assim, especificar a intensidade luminosa passou a ser indispensável e a grandeza física não é o Watt (W) e sim o Lumen (lm).

Lumen mede a intensidade luminosa da lâmpada, seja ela de que tipo for, de tungstênio, fluorescente, de vapor metálico ou de LED.  É a intensidade de luz irradiada em todas as direções, no espaço tridimensional. Mas só isso não basta para nós. necessitamos saber da luz que chega na cena, nos objetos, nos artistas e nas lentes das câmeras. Necessitamos saber não a luz em todas as direções, mas a luz na direção da cena e luz numa direção se mede em Lux (lx).

1.2 – Fluxo Luminoso – Lux

Lux mede o fluxo luminoso numa direção e, portanto, não é mais uma característica apenas da lâmpada mas sobre tudo, uma característica da luminária. Mas indicar apenas a intensidade numa única direção também não é suficiente, temos que informar o ângulo de iluminamento, HPA – ângulo de meia potência, da sigla em inglês.

 1.3 – Ângulo de Iluminamento – HPA

Luminárias muito intensas (lux alto) mas com ângulo muito estreito (HPA baixo) podem resultar ineficientes, pois irão iluminar uma pequena área da cena.

2 – Quantidade de LEDs

 Existe uma grande diversidade de LEDs: 20mW; 60mW; 500mW e os modernos LED Chip com potências que variam de 1W até 300W. Comprar uma luminária de LED especificando apenas a quantidade de LEDs pode resultar num grande erro. 

Assim, por exemplo, um painel de LED com 1000 LEDs  de 20mW cada é 5 vezes mais fraco que um painel com 200 LEDs de 500mW cada.

3 – Qualidade da Luz – CRI ou TLCI

A qualidade do vídeo produzido depende de diversos fatores: da qualidade da câmera; da qualidade do cenário mas sobretudo da qualidade da iluminação, especificamente, da fidelidade da luz utilizada. Somente uma luz que contenha todas as cores poderá produzir um video com todas as cores. Somente uma luz com todas as cores permitirá um pleno reconhecimento das cores.

O cinema colorido foi o primeiro a perceber a necessidade de medir essa fidelidade das luminárias e foi criado o CRI – Índice de Reconhecimento de Cores da sigla em inglês e mais atualmente, o TLCI – Television Lighting Consistency Index, desenvolvido pela EBU, mais adequado às câmeras digitais de televisão.

Agora dá para perceber que é totalmente insuficiente especificar uma luminária de LED informando apenas a quantidade de LEDs. É indispensável informar, também, a potência do LED, a quantidade de Lux , o ângulo de iluminamento e sobre tudo a qualidade da luz.

LED X Fluorescente

LED X Fluorescente

Como sempre, uma imagem vale mais que mil palavras.150719 - LED X Fluorescente - Broadcast & Cable 2015

Recentemente numa feira de equipamentos, pudemos constatar o contraste entre um cenário iluminado com fluorescente e outro iluminado com LED de CRI acima de 95%.

Mesmo com as fotos feitas por um smart phone, observa-se claramente as deficiências nas fotos do lado direito. Alteração completa no equilíbrio das cores e perdas geral de saturação.

De que adianta comprar câmeras caras, se a iluminação errada poderá anular todo o seu investimento?

Iluminação é tudo, é o inicio de tudo. Luz de qualidade deve ter CRI acima de 95%. Mas fique atento, tem muita gente falando que tem CRI elevado acima de 95% mas na realidade tem menos de 80%.

Exija comprovante de medida de espectro.

Reflexão sobre Luminárias de LEDs

Quando a Energia iniciou suas pesquisas para desenvolver  luminárias de LED para uso em videos, a unica opção que havia eram LED bulbs de 20mW. Isso foi há 15 anos atrás, quando fizemos nossa primeira luminária.  Naquele tempo, se você precisasse de uma luminária com alta intensidade,  algo em torno de 1000lux@1m,  teria que juntar aproximadamente 1000 LEDs, montados  num painel.

PROLITE STV

O 1×1 da Litepanel tornou-se referencia na primeira década dos anos 2000, porém, antes disso, a Energia já tinha lançado seu painel de LED chamado SuperTV. No entanto, é preciso dizer, que os painéis de LED nunca foram a melhor solução para o uso em video e fotografia. Os painéis de LED possuem 1000 LEDs ou mais, o que significa 1000 pontos de luz, ou 1000 sombras, ou até mesmo 1000 difrações em cada folha do barndoor. Isso costumava ser um pesadelo para os iluminadores ou fotógrafos. Porém a portabilidade e o baixo consumo dos paineis de LED abriram novas portas. Hoje, é encontrado em qualquer local de produção de video: no começo em unidades móveis para noticiários e depois em estúdios de televisão e de produtoras, mesmo com a restrição do CRI baixo.

chipCOB

 

 

 

A industria de LED oferece, esse ano, o COB – Chip on Board LED – com potência de 5W à 300W, um chip não tão caro e capaz de gerar uma luz com alto CRI. Uma única fonte de luz capaz de gerar um espectro completo como as antigas lâmpadas de tungstenio e com CRI entre 95% e 98%. Os dois últimos problemas com LED terminam. Além desses benefícios, o COB vem com uma ótima solução para o problema de aquecimento. A transferência térmica é diretamente do chip de LED para seu dissipador.

CRI

Eu acredito que as novas luminárias de LED para produção de video devam optar pelo LED COB ao invés dos LEDs usados nos painéis. Essa ecolha permite luminárias com novos formatos, novas geometrias e o uso de lentes Fresnel. Mais luz e mais econômicas que as lentes de vidro, tornando-se, sem sombra de dúvida, a nova geração de iluminação.

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As luminárias maiores já estão sendo fabricadas com o COB, o próximo passo é aplicarem nas luminárias on-camera também.

 

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Thoughts about LED Lights

 

When Energia began your research on LED Lights for video application, the only option was the 20mW LED lamp. This happened 15 years ago when we manufactured our first light. Backing than, if you needed a strong light for your shooting, you would go for something around 1000 lux @ 1m, which required approximately 1000 LEDs built in a big panel full of LEDs.

PROLITE STV

The Litepanels 1X1 became a reference in 2000’s, however Energia made its first LED panel before that called SuperTV LED Light. However, it must be said that LED panels never were a good solution for photography/video using. The panel LED lights had 1000 LEDs or more, which means 1000 light sources, or 1000 shadows or even 1000 diffraction on each barn door leaf. This used to be a “nightmare” for the video lighting designers or photographers. However the portability and low power consumption of the LED panels opened its own ways. They was found in all video producing site: ENG units for hard news at the beginning, drama studios and even on low CRI restriction.

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The LED industry offers this year the COB – Chip on Board LED – with power from 5W to 300W, in a non-expensive chip capable of generating high CRI light. The only one light source of being liable to providing something like that was the old tungsten bulbs and with full spectrum light with CRI over 95% and 98%. The two last LED problems fall. Beside these benefices, the COB came with a good heat solution. The thermal transference is directly from the LED chip to its heat sink.

CRI

I believe that the new LED lights for video producing must be COB LED instead of the panels. This choice will permit new light formats, new light geometries, and the using of the PC Fresnel lens, more light and less expensive than glass lens will reveal a new light generation.

HW-11000

The big lights already done and the next one will be the on-camera lights to change to COB too.