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Vantagens das luminárias de LED Energia em relação à solução de lâmpadas de tungstênio


  1. Vantagens das luminárias de LED Energia em relação à solução de lâmpadas de tungstênio:

1) Economia de 10 vezes menos no gasto de energia;

2) Fim da troca de lâmpada

150h da lâmpada X 50.000h do LED;

3) Luminárias com ajuste eletrônico de temperatura de cor de 3000 à 6000 Kelvin, não necessita de gelatinas;

4) dimmer incluído nas luminárias não necessita dos Dimmer Box;

5) Controle remoto em 2.5Ghz para todas as luminárias e também DMX incluído em vários modelos.

6) economia de ar condicionado, o LED virtualmente não gera calor e

7) CRI/TLCI (índices de reconhecimento de cores) estável ao longo das 50.000 horas de vida e acima de 95%, fundamental e compatível com o espaço de cores das nova câmeras digitais.
Não é razoável gastar dinheiro com a câmera que “enxerga” 10 milhões de cores e usar uma luminária que somente irradia 70% dessas cores ou até menos que isso.
Temos que falar tudo isso que está relacionado acima.

Mais do que falar, temos que escrever, nas propostas, nos e-mails, nos documentos.

Temos que provar com medidas de laboratório.

Temos que desafiar o comprador, propondo medir o espectro, a intensidade, o CRI, etc, para separar o joio do trigo.

A Energia se propõe a medir todas as luminárias propostas, sem custo. Se a Energia não for superior nós doamos os equipamentos.
O nosso diferencial é QUALIDADE e INOVAÇÃO.
Se não explicarmos, a questão se resumirá a uma simples discursão de preço. Aí amigo… vencerá o mais vagabundo.
Temos que mostrar ao cliente que a solução com lâmpadas é um paredão contra o qual ele irá se chocar logo logo. É um beco sem saída.
As lâmpadas estão parando de ser fabricadas. Em muitos países elas já são proibidas por força de lei.
Serão como as válvulas que foram substituídas pelos transitores e pelos chips de estado sólido.
Opção pelo LED é caminho sem volta, é a opção pelo novo, pelo o uso consciente e inteligente da energia.

Super Bowl 50

Em 7 de fevereiro deste ano ocorreu o Super Bowl 50, na Califórnia – USA. Foi o maior evento já transmitido na historia da televisão.

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Segundo a Nielsen Audience, a transmissão feita pela CBS Television Network foi assistido por 167 milhões de pessoas, e esse fantástico numero reflete apenas a audiência da televisão broadcast, sem incluir os serviços de televisão online e de streaming.

A transmissão por streaming, distribuída pela CBS e pela NFL, foi assistida por 3.96 milhões através de laptops, desktops, Smart TVs e por telefones celulares.

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Foram mais de 402 milhões de minutos no total da cobertura. Prestando atenção em mais de 101 minutos para cada espectador. Durante a janela do jogo os espectadores consumiram mais de 315 milhões de minutos de cobertura.

Durante a competição,  no total 70 câmeras  em 12 caminhões de externas foram utilizadas para capturar o evento.

Este ano a CBS implementou a transmissão, com 36 câmeras montadas  ao longo do topo do estádio, para criar uma perspectiva de 360° para as tomadas do instant-replay.

O streaming ao vivo estava disponível praticamente em todas as plataformas. No CBSSports.com para PCs e tablets, o CBS Sport App para iPad, Android e tablets com Windows 10, também para Netflix, Amazon Fire TV, Android TV, Apple TV, Chromecast, Roku, Xbox One, alem de dos celulares da Verizon. Tudo aberto e grátis!!!

“Para nós, o nosso objetivo foi expor o jogo para a maior audiência possível”, disse Jeffrey Gerttula, vice-presidente sênior da CBS Sports Digital, em uma entrevista.

A infraestrutura de rede digital montada no Levi’s Stadium foi a maior da história. Cerca de 800 Km de cabos de dados, 1.300 pontos de Wi-Fi, 1.200 pontos de Bluetooth e um link de Internet com banda de 40 Gb/s. “A performance da conectividade do Levi’s Stadium foi nada menos que inacreditável” segundo Michelle Mckenna-Doyle, o CIO-Executivo Chefe de Informática da NFL – National Football League.

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O Levi’s Stadium se tornou o primeiro local a transferir 10 TB numa rede Wi-Fi, transferindo 10.1 TB durante o Superbowl.

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Segundo a Verizon, nos celulares da área do estádio, durante o Super Bowl e durante toda a semana, videos, pesquisas na web e nas mídias sociais, utilizaram mais de 68.6 tera bytes, o que equivale a mais 45 milhões de posts. Isso somente foi possível graças a um investimento de US$70 milhões para triplicar a infraestutura de 4G já instalada na região.

Isso, é claro, se traduz em maximizar o número de globos oculares sobre os anúncios de TV exibidos durante The Super Bowl, que foram vendidos este ano pelo preço recorde de US$5 milhões por cada comercial de 30 segundos.

A transmissão aberta do Super Bowl foi mais um golpe no Cabo. Os serviços de streaming digitais como Netflix e Amazon têm investido pesadamente em conteúdo original como “Jessica Jones”, “Daredevil” e “The Man in the High Castle.” No ano passado, houve uma explosão de opções que oferecem a possibilidade de assistir a programação da HBO, Showtime e Nickelodeon, entre outros, sem uma assinatura por cabo.

Linha 2016 Energia vai dar o que falar….

LINHA 2016

A Energia inova mais uma vez. Sua  linha de produtos 2016 conta com novidades em transmissão,  baterias e iluminação.

Veja os detalhes:

Nova bateriaBATERIA ACOPLÁVEL

Baterias com a tecnologia que vocês já conhecem, mas, agora, com um design diferente permitindo um engate a outra bateria, aumentando sua autonomia. Ela conta, também com um display LCD que mostra as informações da bateria.

 

POWER EDGE

Um dispositivo que permite que você acople 4 baterias BPLs transformando-o numa única fonte de energia com capacidade de 760Wh. Você poderá alimentar seu equipamento através da saída dupla XLR 4 pinos de 14.4V, ou simultaneamente utilizar a saída 14.4V com a 28V de 3 pinos.

O Power Edge também funciona como carregador, carregando a unidade em, apenas,  3h via AC 100-240V.
O painel LCD multifuncional fornece dados cumulativos sobre as baterias enquanto estiver carregando.
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TRANSMISSOR WIRELESS PORTÁTIL

As transmissões de esporte não serão mais as mesmas. Um transmissor super portátil, com transmissão em tempo real, compatível com sua action camera. Também terá disponível acessórios como Intercom e CCU.

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COB On-camera 

A primeira luminária on camera com COB e com um CRI de luminária de estúdio.

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Aproveite para saber mais sobre os novos produtos na feira SET EXPO 2015. A Energia está no estande 167!

De 25 à 27 de agosto no pavilhão vermelho Expo Center Norte

 

Luminária de LED – Como Comprar

Parece que a questão sobre a tecnologia de iluminação a ser adotada já está superada: é LED. O problema que persiste é como escolher corretamente uma luminária de LED. Para ajudar vamos relacionar os itens mais importantes para fazer uma compra correta.

  1. Intensidade da luz;
  2. Quantidade de LEDs e
  3. Qualidade da luz.

1 – Intensidade da Luz – Lumen, Lux e Ângulo de Iluminamento

1.1 – Intensidade Luminosa – Lumen

Infelizmente já foi-se o tempo que existia apenas um tipo de lâmpada, a de tungstênio, e que bastava especificar a potência elétrica em Watt que estava tudo resolvido. Agora temos diversos tipos de lâmpadas e cada um desses tipos tem intensidade diferente em relação à potência elétrica. Assim, especificar a intensidade luminosa passou a ser indispensável e a grandeza física não é o Watt (W) e sim o Lumen (lm).

Lumen mede a intensidade luminosa da lâmpada, seja ela de que tipo for, de tungstênio, fluorescente, de vapor metálico ou de LED.  É a intensidade de luz irradiada em todas as direções, no espaço tridimensional. Mas só isso não basta para nós. necessitamos saber da luz que chega na cena, nos objetos, nos artistas e nas lentes das câmeras. Necessitamos saber não a luz em todas as direções, mas a luz na direção da cena e luz numa direção se mede em Lux (lx).

1.2 – Fluxo Luminoso – Lux

Lux mede o fluxo luminoso numa direção e, portanto, não é mais uma característica apenas da lâmpada mas sobre tudo, uma característica da luminária. Mas indicar apenas a intensidade numa única direção também não é suficiente, temos que informar o ângulo de iluminamento, HPA – ângulo de meia potência, da sigla em inglês.

 1.3 – Ângulo de Iluminamento – HPA

Luminárias muito intensas (lux alto) mas com ângulo muito estreito (HPA baixo) podem resultar ineficientes, pois irão iluminar uma pequena área da cena.

2 – Quantidade de LEDs

 Existe uma grande diversidade de LEDs: 20mW; 60mW; 500mW e os modernos LED Chip com potências que variam de 1W até 300W. Comprar uma luminária de LED especificando apenas a quantidade de LEDs pode resultar num grande erro. 

Assim, por exemplo, um painel de LED com 1000 LEDs  de 20mW cada é 5 vezes mais fraco que um painel com 200 LEDs de 500mW cada.

3 – Qualidade da Luz – CRI ou TLCI

A qualidade do vídeo produzido depende de diversos fatores: da qualidade da câmera; da qualidade do cenário mas sobretudo da qualidade da iluminação, especificamente, da fidelidade da luz utilizada. Somente uma luz que contenha todas as cores poderá produzir um video com todas as cores. Somente uma luz com todas as cores permitirá um pleno reconhecimento das cores.

O cinema colorido foi o primeiro a perceber a necessidade de medir essa fidelidade das luminárias e foi criado o CRI – Índice de Reconhecimento de Cores da sigla em inglês e mais atualmente, o TLCI – Television Lighting Consistency Index, desenvolvido pela EBU, mais adequado às câmeras digitais de televisão.

Agora dá para perceber que é totalmente insuficiente especificar uma luminária de LED informando apenas a quantidade de LEDs. É indispensável informar, também, a potência do LED, a quantidade de Lux , o ângulo de iluminamento e sobre tudo a qualidade da luz.

LED X Fluorescente

LED X Fluorescente

Como sempre, uma imagem vale mais que mil palavras.150719 - LED X Fluorescente - Broadcast & Cable 2015

Recentemente numa feira de equipamentos, pudemos constatar o contraste entre um cenário iluminado com fluorescente e outro iluminado com LED de CRI acima de 95%.

Mesmo com as fotos feitas por um smart phone, observa-se claramente as deficiências nas fotos do lado direito. Alteração completa no equilíbrio das cores e perdas geral de saturação.

De que adianta comprar câmeras caras, se a iluminação errada poderá anular todo o seu investimento?

Iluminação é tudo, é o inicio de tudo. Luz de qualidade deve ter CRI acima de 95%. Mas fique atento, tem muita gente falando que tem CRI elevado acima de 95% mas na realidade tem menos de 80%.

Exija comprovante de medida de espectro.

Reflexão sobre Luminárias de LEDs

Quando a Energia iniciou suas pesquisas para desenvolver  luminárias de LED para uso em videos, a unica opção que havia eram LED bulbs de 20mW. Isso foi há 15 anos atrás, quando fizemos nossa primeira luminária.  Naquele tempo, se você precisasse de uma luminária com alta intensidade,  algo em torno de 1000lux@1m,  teria que juntar aproximadamente 1000 LEDs, montados  num painel.

PROLITE STV

O 1×1 da Litepanel tornou-se referencia na primeira década dos anos 2000, porém, antes disso, a Energia já tinha lançado seu painel de LED chamado SuperTV. No entanto, é preciso dizer, que os painéis de LED nunca foram a melhor solução para o uso em video e fotografia. Os painéis de LED possuem 1000 LEDs ou mais, o que significa 1000 pontos de luz, ou 1000 sombras, ou até mesmo 1000 difrações em cada folha do barndoor. Isso costumava ser um pesadelo para os iluminadores ou fotógrafos. Porém a portabilidade e o baixo consumo dos paineis de LED abriram novas portas. Hoje, é encontrado em qualquer local de produção de video: no começo em unidades móveis para noticiários e depois em estúdios de televisão e de produtoras, mesmo com a restrição do CRI baixo.

chipCOB

 

 

 

A industria de LED oferece, esse ano, o COB – Chip on Board LED – com potência de 5W à 300W, um chip não tão caro e capaz de gerar uma luz com alto CRI. Uma única fonte de luz capaz de gerar um espectro completo como as antigas lâmpadas de tungstenio e com CRI entre 95% e 98%. Os dois últimos problemas com LED terminam. Além desses benefícios, o COB vem com uma ótima solução para o problema de aquecimento. A transferência térmica é diretamente do chip de LED para seu dissipador.

CRI

Eu acredito que as novas luminárias de LED para produção de video devam optar pelo LED COB ao invés dos LEDs usados nos painéis. Essa ecolha permite luminárias com novos formatos, novas geometrias e o uso de lentes Fresnel. Mais luz e mais econômicas que as lentes de vidro, tornando-se, sem sombra de dúvida, a nova geração de iluminação.

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As luminárias maiores já estão sendo fabricadas com o COB, o próximo passo é aplicarem nas luminárias on-camera também.

 

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Thoughts about LED Lights

 

When Energia began your research on LED Lights for video application, the only option was the 20mW LED lamp. This happened 15 years ago when we manufactured our first light. Backing than, if you needed a strong light for your shooting, you would go for something around 1000 lux @ 1m, which required approximately 1000 LEDs built in a big panel full of LEDs.

PROLITE STV

The Litepanels 1X1 became a reference in 2000’s, however Energia made its first LED panel before that called SuperTV LED Light. However, it must be said that LED panels never were a good solution for photography/video using. The panel LED lights had 1000 LEDs or more, which means 1000 light sources, or 1000 shadows or even 1000 diffraction on each barn door leaf. This used to be a “nightmare” for the video lighting designers or photographers. However the portability and low power consumption of the LED panels opened its own ways. They was found in all video producing site: ENG units for hard news at the beginning, drama studios and even on low CRI restriction.

chipCOB

 

 

 

 

The LED industry offers this year the COB – Chip on Board LED – with power from 5W to 300W, in a non-expensive chip capable of generating high CRI light. The only one light source of being liable to providing something like that was the old tungsten bulbs and with full spectrum light with CRI over 95% and 98%. The two last LED problems fall. Beside these benefices, the COB came with a good heat solution. The thermal transference is directly from the LED chip to its heat sink.

CRI

I believe that the new LED lights for video producing must be COB LED instead of the panels. This choice will permit new light formats, new light geometries, and the using of the PC Fresnel lens, more light and less expensive than glass lens will reveal a new light generation.

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The big lights already done and the next one will be the on-camera lights to change to COB too.

Custo – Benefício

Benefício – Custo

Reparem que o título não é Custo X Benefício porque no entender da Energia, e da Trevisans isso deve ser um binômio, uma questão una e não um antagonismo, porem, com a liderança do Beneficio.

Não se pode antepor o custo sobre o benefício. Pelo contrário, os benefícios tem que ser o norte, tem que se sobrepor ao custo. Como por exemplo: “desejo ir passar férias em Nova Iorque”. Esse é o benefício, esse é o objetivo. O custo entra apenas para analisar a maneira mais econômica de realizar o meu objetivo “Passar Férias em Nova Iorque”.

O custo não pode determinar que eu passasse férias em Nova Iguaçu porque é mais barato.

Se isso acontecer eu estarei alterando o meu objetivo em função do custo. Será uma inversão de valores além de umas férias desastrosas.

Acreditamos que temos que procurar melhorar e melhorar eternamente, se possível com o melhor custo.

Preocupa-nos muito a visão atual onde existe uma “ditadura” do custo.

Percebemos que existe uma tendência pelo “preço, preço, preço”, não importa o objetivo desde que seja barato. Não importa mais se é bom ou se é seguro, desde que seja barato.

Isso lembra a estória do foguete de concreto. Precisava-se fazer um foguete para ir ao espaço e voltar. Teria que ser resistente para resistir à aceleração extrema do lançamento e teria que ser capaz de aguentar as altas temperaturas da reentrada na atmosfera. Mas teria que ser barato.

A primeira providência foi demitir os engenheiros porque só inventavam soluções muito caras e em seguida contrataram economistas.

Resultado: Jamais decolou! Era um foguete de concreto.

Mas os economistas explicaram orgulhosos: “voar não voa, mas pesa pra …”.

A substituição de talentos humanos pelo custo, a substituição da qualidade por custo, a substituição da confiabilidade e da segurança por custo irá resultar numa inevitável degradação.

O problema é que justificar a opção pela qualidade, demanda conhecimento, pesquisa científica, em suma, dá muito trabalho!

Ao passo que a opção pelo mais barato é muito simples e inicialmente elogiável e às vezes gera até uma promoção.

Mas felizmente ou infelizmente, verifica-se que esta opção não é duradoura, pois é óbvio que o barato sai caro. E aí aquele profissional que não quis trabalhar para justificar a opção pelo melhor acaba perdendo o emprego. Os mocinhos sempre vencem!

O que estamos observando é que está muito difícil vender qualidade, tem muita gente boa desistindo e começando a fabricar preço.

Se os responsáveis técnicos (ou os culpados técnicos) não assumirem o seu papel veremos em curto prazo a degradação da Televisão Brasileira. Assim como na análise Beneficio-Custo, o beneficio é que deve ditar o rumo, nas Emissoras de Televisão, a engenharia tem que se impor aos “economistas” de plantão.

Porém, acreditamos que existem profissionais corajosos e determinados na sua missão. Como é o caso do eng. Jair Ventura, da TV Jornal do Comercio, que afirma que na TV Jornal só entra baterias da Energia, pois está cansado de perder matérias e até bons cinegrafistas por causa de baterias mais baratas.

141106 - Bateria Energia na Rede Amazonica

Cito também o trabalho realizado pela equipe da Rede Amazônica, coordenado pelo eng. Henrique Camargo, que fez uma tabulação contendo informações operacionais de todas as unidades da Rede Amazônica. Além das especificações de cada fabricante. O resultado foi a escolha da Energia.

As crises são vencidas com talento!

Ricardo F. Kauffmann

http://www.energia.tv

Transmissão Portátil

Existe uma grande variedade de equipamentos para transmissão portátil de áudio e vídeo. Estou me referindo aos equipamentos que podem ser acoplados às câmeras ou transportados pelo camera-men. Esta variação de oferta nem sempre é acompanhada pelas correspondentes explicações das propostas e das limitações de cada tipo de equipamento.

Esse enlaces podem ser classificados:

  • Qualidade: HD ou SD
  • Compressão do Sinal: com ou sem compressão
  • Tempo de processamento – Latency
  • Meio de Transmissão: micro-ondas (frequências restritas ou livres); Redes de telefonia celular ou Redes Wi-Fi
  • Segurança: encriptado ou livre
  • Portabilidade
  • Alcance

É logico que o sonho dourado é aquele que seja Full HD, que tenha o maior alcance, seja sem compressão, sem latência, use frequências livres e gratuitas, que seja encriptado e super portátil. Parece impossível? Mas não é. Esse tipo de produto existe mas são os mais caros. Usam transmissores acopláveis às câmeras, são do tipo Sem-Compressão, sem Latência, usam micro-ondas de faixa livre e o alcance pode atingir até 500 metros.

A seguir existem apostam na qualidade mas pecam no alcance. São os Full HD, sem compressão mas com 50 metros de alcance apenas. Semelhantes ao tipo anterior, são acopláveis às câmeras, com latência de até 10 milissegundo.

Existe os que focam na portabilidade e no alcance, mas abrem mão da qualidade e da latência. São os super processados e utilizam compressores tipo H.264 ou equivalentes, resultando em perda de qualidade e presença de alta latência de 20 segundos ou mais. Usam redes celulares ou Wi-Fi como meio de transmissão.

Finalmente, existe equipamentos que tentam ficar no equilíbrio entre e oferecem alcance de até 5 Km, com auxilio de repetidor portátil, baixa latência de até 50 milissegundos, são portáteis e acopláveis às câmeras e usam faixa de frequência livre.

A Energia, através da parceria com a Pro-X, oferece a mais completa linha de transmissores portáteis abrangendo as 4 categorias acima.

i9 – Show de Inovações no PROJAC

Prolite Tube 14K e seus Criadores

No domingo 9 de outubro, foi comemorado o aniversário do PROJAC.

Como parte das comemorações o grupo i9 organizou um evento para demonstrar seus inventos e inovações.

A Energia, pelo segundo ano, foi convidada para expor suas inovações, como uma das poucas empresas externas do grupo i9.

A Energia apresentou várias novidades, entre elas destacamos o Prolite Tube 14K, um super painel de tubos de LED, construido pela Energia e desenhado pelos profissionais do PROJAC, Sergio Tortori, Paulo Brakarz e Henrique Leiner.

O Prolite Tube 14K está em uso na gravação da nova novela das 19 horas.

Obrigado ao eng. Nelson Faria, criador do i9, pelo convite à nossa empresa e o nosso muito obrigado a Lindalia Sofia e a Renata Salvini.

Eng. Nelson Faria - no encerramento do i9 2011

Foi, portanto, com de grande orgulho que a Energia participou de tal evento. Para nós é um reconhecimento outorgado pelos melhores.

Parabéns ao i9 pelo sucesso e obrigado pelo convite.