TV DIGITAL E O FINANCIAMENTO DO BNDES

A expectativa pela TV Digital está aumentando. O inicio das operações experimentais em São Paulo, juntamente com a distribuição dos sinais em HDTV  para todas as emissoras, vai acelerar a implantação da TV Digital no Brasil. As emissoras afiliadas terão, a partir desta constatação, que encurtar o prazo de seus projetos de implantação da TV Digital em suas praças. Pelo menos para deixar “vazar” para a praça o sinal em HDTV que chegará da rede. 

 A pressão comercial será óbvia: a rede que quer agregar valor aos seus comercias, os fabricantes de televisores que querem colocar os seus produtos e, finalmente, a população ansiosa pela novidade. 

Haja dinheiro, mas isso tem e muito. Quem garante é o BNDES que já disponibilizou R$1bilhão. O BNDES tem um programa de financiamento exclusivo para a TV Digital, que visa financiar as emissoras, as produtoras e os fabricantes. Pela primeira vez atende toda a cadeia do nosso setor. Segundo especialistas em “funding” os parâmetros deste programa são completamente atípicos. Os  prazos para pagamento,  os valores e as taxas de juros, fazem deste programa um negócio muito atraente.  

Resta apenas o histórico fosso de dificuldades entre o BNDES e as emissoras afiliadas, que raramente dispõem de pessoal capacitado para montar um projeto como o exigido pelo BNDES. Para Luiz Bisaggio, especialista em projetos de expansão, modernização e financeiros da BRAZILIAN INTERNATIONAL,  se a empresa for viável e o projeto consistente, é certo a obtenção do financiamento. É com ele que conversamos sobre esta questão.

Veja entrevista no link abaixo

entrevista-bisaggio.doc

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ZERO UV e ZERO IR

Recentemente foi observado que as irradiações de Ultra-Violeta (UV) produzem um grande aumento de possibilidade de câncer de pele.

Essas irradiações que eram observadas de forma intensa apenas na luz solar, agora também foram observadas nas irradiações produzidas pelas lâmpadas alógenas e de quartzo. As lâmpadas com refletor dicroico apresentam um alto índice dessas irradiações indesejadas. Os LEDs novamente apresentam vantagem, pois, irradiam ZERO UV e ZERO IR. 

Consumo de Energia Elétrica

Em matéria publicada em 15 de maio de 2007 pelo COX NEWSPAPER informa que vários estados dos Estados Unidos enviarão projeto de lei restringindo e até proibindo a venda de lâmpadas incandescente num futuro breve. Os legisladores da Califórnia falam em 2012 para inicio da proibição.

Nesta mesma matéria informa que as autoridades do governo dizem que se apenas os Estados Unidos substituíssem as suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes, isso reduziria os custos do país com energia elétrica em mais de US$ 18 bilhões por ano (R$ 36 bi), tornaria desnecessárias 80 usinas termo-elétricas movidas a carvão e, conseqüentemente, reduziria as emissões de gases causadores do efeito estufa em 158 milhões de toneladas por ano.

Em março passado, a Philips Lighting Corporation, a maior fabricante de lâmpadas incandescentes do mundo, anunciou o seu plano de deixar de vender esse tipo de lâmpada até 2016. As duas outras grandes fabricantes de lâmpadas incandescentes, a General Electric Corporation – a companhia fundada por Thomas Edison – e a Osram Sylvania, também estão trabalhando com vários tipos de lâmpadas projetadas para substituir as lâmpadas atuais.

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/cox/2007/05/14/ult584u567.jhtm

Os LEDs são uma alternativa para as lâmpadas incandescentes, são muito eficientes, geram 10 vezes mais Lux/Watt se comparados com as lâmpadas incandescentes.

PROLITE fabrica sunguns que consomem 6W e geram mais LUX que uma lâmpada incandescente de 60W. Se considerar que as luminárias PROLITE geram luz de 5600K a eficiência aumenta pois teremos que filtrar as lâmpadas incandescentes (perda de 50%) para mudar de 3200K para 5600K.

Geometria da Luz – Relação de Aspecto da Área de Iluminamento

A Relação de Aspecto na TV Digital passa dos atuais 4:3 para 16:9, a tela fica mais panorâmica, mais próxima do cinema. O elemento sensor da câmera obviamente também muda para 16:9 e com isso a área a ser iluminada também deverá acompanhar esta mudança. A PROLITE já tem um sungun, o ProLite TV, na relação de aspecto 16:9 para essas novas câmeras.

Ângulo de Iluminamento – Ângulo de Meia Potência

Outra característica importante ao comprar um dispositivo de iluminação é o ângulo de iluminamento. Alguns fabricantes escondem esta informação ou não a especificam claramente, informando que o ângulo de iluminamento é x graus sem dizer o que significa o ângulo de iluminamento. Alguns definem esse ângulo como o ângulo do feixe de luz, ou seja, de zero a zero Lux.

A definição útil, deveria ser o ângulo correspondente ao limite de um “stop” do diafragma da câmera. Como cada “stop” de diafragma corresponde a metade da luz, assim o ângulo de iluminamento deveria ser o ângulo correspondente à metade da luz ou à +/- um “stop” de diafragma.

Imagine, por exemplo, uma cena constituída de uma entrevista de rua, com duas pessoas (repórter e entrevistado), com a câmera situada a 2 metros de distância. A luminária a ser utilizada nesta cena deverá ter um ângulo de iluminamento mínimo de 52o para garantir que a cena esteja toda contida num mesmo diafragma.

Relação de contraste (contrast ratio)

Toda cena a ser gravada tem sua Relação de Contraste, trata-se da diferença máxima entre o local mais iluminado e o ponto de menor iluminamento da cena. Uma Relação de Contraste de 100:1 significa dizer que o local mais claro tem 100 vezes mais luz que o local mais escuro da cena. Essa diferença tem que “caber” na capacidade da câmera. Caso contrário haverá locais com saturamento de branco ou locais com compressão de pretos.

Sensibilidade das Câmeras e Diafragma:

Nas especificações das câmeras sempre constam informações sobre quantidade mínima de luz (LUX) necessária para se obter uma imagem. Algumas câmeras com menos de 1Lux produz imagem.

Mas na prática o que conta é a sua experiência com a câmera para obter uma boa imagem. Esta experiência leva a uma faixa de valores de diafragma preferencialmente utilizada.

Exemplo: Suponha uma cena hipotética de entrevista, na qual 5.6 seja o seu diafragma preferencial para obter uma boa imagem e que na posição do entrevistado você mediu 50 Lux. Se a luminária esta a 2m do entrevistado, o dimmer da sua luminária deverá estar ajustado para 200 Lux (proporcional ao quadrado da distancia).

O diafragma (íris) controla a quantidade de luz que entra na câmera. O controle é indicado na maioria das lentes por uma seqüência de números chamados de números-f ou f/stop. Essa seqüência, 1; 1.4; 2; 2.8; 4; 5.6; 8; 11; 16; 22 etc, representa a redução para metade luz incidente na lente. Como a luz é proporcional à área, os f-stops representam a relação entre raios do diafragma. Assim, o f-stop 1.4, na realidade 1/1.4, representa a redução para a metade da luz que entraria na lente com o diafragma 1 (lente toda aberta) para o diafragma com o raio 1.4 vezes menor.

Exemplo: Na cena do exemplo anterior, se desejássemos trocar o diafragma de 5.6 para 8, a nossa luminária deveria fornecer o dobro de luz (400 Lux).

Em algumas câmeras a seqüência de diafragmas poderá ter razão de 1/3 no lugar de 1/2. Assim, teremos a serie: 1 – 1.1 – 1.3 – 1.4 – 1.6 – 1.8 – 2 – 2.2 – 2.5 – 2.8 – 3.2 – 3.6 – 4 – 4.5 – 5 – 5.6 – 6.3 – 7 – 8 – 9 – 10 – 11 – 12.7 – 14.3 – 16 – etc.

A Qualidade da Luz: Temperatura de Cor

Os objetos, as pessoas, os cenários em geral não emitem luz, eles apenas refletem a luz utilizada para iluminá-los. As cores da imagem gravada será função da cor da luz utilizada.  Assim a fidelidade da observação ou da gravação depende da qualidade ou equilíbrio da luz utilizada na iluminação.

Todo mundo sabe que as câmeras têm como corrigir os erros causados pela iluminação, mas o que pouca gente pensa é no preço pago por essa correção, que será um aumento do ganho do canal de azul da câmera (+9db; +18db; etc) comprometendo a relação sinal-ruído da imagem gravada.

Até pouco tempo, apesar da preferência dos grandes iluminadores e dos diretores de fotografia por 5600K ela somente poderia ser exercida com orçamentos muito elevados, pois as luminárias de 5600K eram muito caras. Um exemplo são as lâmpadas HMI alem disso têm pouco tempo de vida.

Atualmente, com o surgimento dos LED de alta potencia, torna-se possível a geração de 5600K com baixo custo, alta durabilidade e baixo consumo de energia elétrica. Apesar da recente tecnologia a brasileira PROLITE (www.prolite.tv), subsidiaria da  ENERGIA, apresenta uma linha de luminárias com LED para todas as finalidades.

A Luz de Alta Fidelidade

Os diagramas espectrais, mostrados abaixo, das duas irradiações (3200K e 5600K) explicam, claramente, o porquê da preferência por 5600K. Observando os 2 diagramas conclui-se que a irradiação de 5600K está perfeitamente centrada no espectro visível, ao passo que a irradiação de 3200K está centrada fora da faixa, privilegiando as cores vermelhas.  

Fica evidente que uma luz de 5600K possui todas as cores do espectro visível, de uma forma mais equilibrada.

O resultado é que uma cena iluminada com 5600K resultará em mais fidelidade do que aquela iluminada com 3200K.

Como dito anteriormente, as correções são possíveis, mas o preço a ser pago será um aumento do ganho do canal de azul da câmera (+9db; +18db; etc) comprometendo a relação sinal-ruído da imagem gravada.

Até pouco tempo, apesar da preferência dos grandes iluminadores e dos diretores de fotografia por 5600K ela somente poderia ser exercida com orçamentos muito elevados, pois as luminárias de 5600K eram muito caras. Um exemplo são as lâmpadas HMI alem disso têm pouco tempo de vida.

Atualmente, com o surgimento dos LED de alta potencia, torna-se possível a geração de 5600K com baixo custo, alta durabilidade e baixo consumo de energia elétrica. Apesar da recente tecnologia a brasileira PROLITE (http://www.prolite.tv/), subsidiaria da  ENERGIA, apresenta uma linha de luminárias com LED para todas as finalidades.

Referencia: http://webphysics.davidson.edu

Blackbody Radiation – Copyright 2001 The McGraw-Hill Companies, Inc