PROLITES AGORA NOS ESTADOS UNIDOS

 

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A Energia recebeu nos dias 3 e 4 de março a visita do Patrick Johnston, presidente da AheadTek, empresa americana que atua há mais de 30 anos no setor de Televisão Broadcast. AheadTek é lider mundial em fabricação de cabeças magnéticas e pretende expandir seus negócios distribuindo a nossa linha de luminárias ProLite naquele país e num segundo momento na Europa.

Na NAB2008 a AheadTek estará no stand S-2820 (South Hall – Upper Level) ao lado da Sony.

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ILUMINAÇÃO – UMA MISTURA DE ARTE E CIÊNCIA

Veja neste artigo, uma maneira fácil de como iluminar uma cena. Com cálculos e sem empirismos, ajuda a dimensionar a iluminação, escolhendo os tipos de luz e suas intensidades corretas.

 Clique aqui para acessar o artigo em pdf

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VIRTUAL COOLING DEVICE

 A Energia® continua na vanguarda tecnológica.

As luminárias a LED, Cine e SuperTV, passam a incorporar o VCD – Virtual Cooling Device®. Tecnologia desenvolvida pela engenharia da Energia, que cria um ventilador virtual com a função de garantir estabilidade térmica da junção do semicondutor em qualquer situação de temperatura ambiente.

Saiba mais clicando aqui: Virtual Cooling Device

SET-TOP BOX – PARA QUE SERVE?

De um modo simples, poderíamos dividir um televisor, seja analógico ou digital, em duas partes: Receptor e Monitor

A parte Receptora, no caso da TV Digital brasileira, deverá ser no padrão SBTVD, sistema de transmissão digital adotado no Brasil.

O Monitor é a parte responsável por mostrar o conteúdo: imagem e som. A parte mais importante deste Monitor é a Tela.

 

O Set-top Box serve para substituir a parte Receptora. Esta é a função principal do Set-top Box. O sinal entregue pelo Set-top Box deverá preservar a qualidade da TV Digital, tendo saída em alta definição.

 

O Set-top Box não poderá ser um aparelho com função exclusiva de transformar a TV Digital na TV Analógica, ou por outra, transformar uma imagem de alta qualidade na imagem da TV atual e transformar o áudio digital surround em um áudio analógico mono canal. Isto seria transformar o progresso em atraso, seria transformar o futuro em passado.

 

Um aparelho para transformar a TV Digital em TV Analógica é insano, é uma falácia. Para que então a TV Digital? Para que as emissoras estão gastando milhões de dólares em equipamentos de HDTV? Para ter que passar por um conversor (escangalhador) e ficar igual a TV atual?

 

O pior é que a desculpa para esse conversor escangalhador é que o povo brasileiro, ou pelo menos, as classes menos favorecidas, não teriam dinheiro para comprar o conversor correto. Então criaram o “conversor social” que converte a TV do futuro na TV do passado mas custa R$700,00 (baratinho???) e o pobre poderá comprar. Isto não é apenas insano, é cruel.

O PREÇO DO CONVERSOR (Set-top box)

Afinal custa R$200,00 ou R$700,00?

Como pode haver tanta confusão sobre isso? 

O governo estimou em R$200,00 mas a indústria afirma que menos de R$700,00 é impossível!!! Como pode tamanha disparidade?

Ou o governo cometeu um engano de estimativa ou a indústria está querendo ganhar demais. Três vezes mais!!! 

O governo deveria explicar à população sobre isso. Se cometeu um engano na estimativa deve corrigi-la. Mas se a indústria está extremamente gulosa, caberá ao governo coibir tal intenção, abrindo a importação (sem imposto de importação) para que a população não sofra com enganos ou ganâncias.

TV DIGITAL – O que mudará no cenário brasileiro e quem ganha com isso

Por Ricardo Kauffmann e Daniel Kauffmann  

“60 milhões de novos aparelhos nos próximos 10 anos”. É o que dizem os engenheiros ao discursarem sobre o processo de implantação da TV digital no Brasil. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 90% da população brasileira tem pelo menos um aparelho de televisão em sua casa. Os economistas dizem que esse investimento, por parte do consumidor final brasileiro, será de, aproximadamente, 60 bilhões de reais e poderá transformar o Brasil no maior mercado de televisores do mundo. 

Mas a questão é: “Quem ganha com isso?”

Primeiro, os governos com a arecadação de quase 40% em impostos diversos.

Segundo, a indústria e o comércio de aparelhos de televisão, que ficarão com os outros 60% do bolo. 

As emissoras de TV, que são os grandes artistas deste show, só ganharão o direito a se endividarem e a possibilidade de continuarem vivendo no setor de entretenimento da mídia eletrônico. Elas deveriam ter sua importância mais reconhecida, já que estão presentes em 98% dos lares, conforme IBGE-PND (Pesquisa Nacional de Domicílios). O número médio de aparelhos ligados no horário nobre não tem paralelo em nenhum outro país. Isso demonstra a alta eficiência da produção e da programação da televisão brasileira. Mesmo assim, as emissoras de televisão ficam com menos de 0,1% do PIB nacional. Este é um caso típico de sucesso de público, mas fracasso de bilheteria.  

Nos EEUU, para acelerar o processo, o governo está distribuindo até 2 cupons de US$40 cada, para todas as residências do país, para a compra de Set-Top Boxes.  

No Brasil, o governo poderia, pelo menos, isentar as emissoras de impostos pelo prazo de implantação da TV Digital.   

O QUE MUDA 

A TV digital, num primeiro momento, possibilitará uma grande melhora na transmissão, na imagem e no som recebidos pelos telespectadores.

A transmissão será feita através de um canal de UHF e a transmissão analógica só existirá até 2016. A transmissão digital terá absoluta fidelidade ao sinal gerado pela emissora, chegando ao receptor sem nenhuma perda ou interferências, eliminando os ruídos (chuviscos) e fantasmas, presentes nas recepções atuais. Tecnicamente, o Brasil adotou o SBTVD (Sistema Brasileiro de Televisão Digital), que tem como base o sistema adotado pelo Japão, o ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting – Terrestrial). Porém com duas importantes modificações:

  • A compressão para HDTV é MPEG-4 no lugar de MPEG-2, e;
  • O middleware Ginga, desenvolvido no Brasil mas totalmente aderente ao ARIB (Association of Radio Industries and Businesses).

 A imagem muda no formato da tela e na qualidade. A tela sai dos atuais 4X3 para 16X9, se aproximando do cinema. A qualidade da imagem sai do NTSC/PAL-M para o  HDTV. Mudando dos atuais 345.600 pixels (720X480i), para 2.073.600 pixels (1920X1080p),  6 vezes mais resolução.  

O som terá um aumento na qualidade, passando a ser equivalente ao do CD e receberá a possibilidade de multi-canais como 5.1, presente nos filmes em DVD. 

Posteriormente, com a implantação do GINGA nos receptores e nos set-top boxes, virá a real interatividade que possibilitará uma expansão ilimitada de novos negócios. O GINGA é camada de software intermediário (middleware) que permite o desenvolvimento de aplicações interativas para a TV Digital. Por exemplo: Ao assistir um filme estrelado por Brad Pitt você poderá num simples clik descobrir a marca e onde comprar os óculos escuros usados por ele.  

A RECEPÇÃO

A transmissão digital tem um lado bom e um lado ruim. O bom é que quando “pega” ela é absolutamente fiel em relação a qualidade. Os testes em São Paulo demonstram que na maior parte da cidade a recepção será perfeita. Mas quando não “pega” não tem meio-termo, a imagem congela ou tela fica azul. O consumidor terá que fazer algum investimento em antenas individuais e para poder aumentar a cobertura as emissoras terão que instalar vários “gap fillers”, pequenos retransmissores.  

Outro problema é com relação às Operadoras de TV por Assinatura. No Brasil elas são obrigadas a exibir os canais abertos. Mas elas não são obrigadas a serem digitais nem transportar os sinais em HDTV. As emissoras abertas não concordam com a conversão de seus sinais de HDTV (alta definição) para SDTV (qualidade atual). Como ainda não existe, no Brasil, TV a cabo em HDTV, os Set-top Boxes e os televisores digitais terão que ter entradas para TV a Cabo e para TV Aberta. 

O QUE BUSCAR NOS NOVOS TELEVISORES

O receptor deverá ter um sintonizador digital no padrão SBTVD, uma tela com 2 milhões de pixel, um codec de vídeo que atenda ao ITU-T H.264 (MPEG-4), um codec de áudio MPEG-2AAC e facilidade de interatividade compatível com o GINGA.  Os televisores digitais deverão ter entradas analógicas (Vídeo Composto, S-Video ou RGB) para permitir a utilização dos aparelhos de DVD e de VHS existentes. Mas deverão ter também entradas digitais nos padrões de conexões DVI ou HDMI para possibilitar a utilização dos novos aparelhos de DVD em HDTV bem como os aparelhos de “games” eletrônicos em HDTV. 

Uma nova questão é se o televisor deve ter saída digital ou somente analógica, ou por outra, se a saída deve ser de alta qualidade (HDTV) ou se deve ser de qualidade atual. Esta dúvida ocorre por causa da possibilidade de copias não autorizadas dos conteúdos transmitidos pelas emissoras.

TV DIGITAL E O FINANCIAMENTO DO BNDES

A expectativa pela TV Digital está aumentando. O inicio das operações experimentais em São Paulo, juntamente com a distribuição dos sinais em HDTV  para todas as emissoras, vai acelerar a implantação da TV Digital no Brasil. As emissoras afiliadas terão, a partir desta constatação, que encurtar o prazo de seus projetos de implantação da TV Digital em suas praças. Pelo menos para deixar “vazar” para a praça o sinal em HDTV que chegará da rede. 

 A pressão comercial será óbvia: a rede que quer agregar valor aos seus comercias, os fabricantes de televisores que querem colocar os seus produtos e, finalmente, a população ansiosa pela novidade. 

Haja dinheiro, mas isso tem e muito. Quem garante é o BNDES que já disponibilizou R$1bilhão. O BNDES tem um programa de financiamento exclusivo para a TV Digital, que visa financiar as emissoras, as produtoras e os fabricantes. Pela primeira vez atende toda a cadeia do nosso setor. Segundo especialistas em “funding” os parâmetros deste programa são completamente atípicos. Os  prazos para pagamento,  os valores e as taxas de juros, fazem deste programa um negócio muito atraente.  

Resta apenas o histórico fosso de dificuldades entre o BNDES e as emissoras afiliadas, que raramente dispõem de pessoal capacitado para montar um projeto como o exigido pelo BNDES. Para Luiz Bisaggio, especialista em projetos de expansão, modernização e financeiros da BRAZILIAN INTERNATIONAL,  se a empresa for viável e o projeto consistente, é certo a obtenção do financiamento. É com ele que conversamos sobre esta questão.

Veja entrevista no link abaixo

entrevista-bisaggio.doc

ZERO UV e ZERO IR

Recentemente foi observado que as irradiações de Ultra-Violeta (UV) produzem um grande aumento de possibilidade de câncer de pele.

Essas irradiações que eram observadas de forma intensa apenas na luz solar, agora também foram observadas nas irradiações produzidas pelas lâmpadas alógenas e de quartzo. As lâmpadas com refletor dicroico apresentam um alto índice dessas irradiações indesejadas. Os LEDs novamente apresentam vantagem, pois, irradiam ZERO UV e ZERO IR.