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Energia 2018

Energia 2018 é a nova linha de produtos da Energia. Apresenta diversidade, qualidade e preço. É inovação no mais puro conceito de Estocolmo, onde não basta o desenvolvimento tecnológico mas, também a ampliação do acesso aos produtos por preços melhores.

Destacamos alguns produtos tais como:

EP-L300 – Bateria com 300Wh e apenas US$1.14/Wh. Tem o melhor custo-benefício no mesmo volume e com o mesmo peso das baterias de 210Wh.

LED Machine – Este super Fresnel tem 110.000 lux@1m, equivalente à 10 KW de tungstênio corrigido para 5600K.

LP-576 – Painel Multicolor com o melhor custo e TLCI acima de 95%, tem 4000 lux@1m.

LPS-400 – Painel Supersoft, Multicolor com 2000 lux@1m, porem com 120 graus de iluminamento e com TLCI de 97%.

LPS-RGBW – Novo painel RGB – Em Breve!

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SuperSoft Uma Nova Tendência ou Uma Realidade?

Desde o ano passado, após o IBC 2016, a Energia lançava uma luminária-conceito, onde a luz gerada era super difusa e praticamente sem sombras.

Este ano no IBC2017, praticamente todos os fabricantes: Litepanels, Arri, Dedo, várias fábricas chinesas, etc, expuseram luminárias tipo “super soft”, confirmando o conceito lançado pela Energia um ano atrás.

Agora a Energia lança suas SuperSoft Lights com alta potência. São luminárias com mais de 3500 lux/m de intensidade e um surpreende ângulo de iluminamento (meia-potência) acima 120 graus, mais que o dobro dos painéis convencionais.

Está nova série de SuperSoft Lights tem 4 modelos:

  • SP-16FS;
  • LPS-790FS;
  • LPS-970FS e
  • LPS-1800FS.

 

Essas novas luminárias são totalmente construídas com uma liga de alumínio super leve e resistente, utilizam LEDs da CREE, com índices(*) de até 98% de fidelidade de cores.

já estão disponíveis para sua avaliação e para venda na Energia.

(*) Índices CRI, TLCI e TM-30 medidos com espectrógrafo UPRtek, modelo MK350N.

IBC e a luz FullSpectrum

IBC

O IBC 2016 teve uma unanimidade: a luz de Full Spectrum, a luz 4K.

Obvio! A consolidação do 4K levou a isso. Com seu enorme espaço de cor e com maiores latitudes de contrastes, a produção em 4K exige uma iluminação compatível com a capacidade de registro dos sensores 4K.
A produção em HD antecipou o problema, mas agravou mesmo com o 4K. Não foi só um incremento na quantidade de cores mas também na gradação tonal.
O novo índice de avaliação de luz, o TM30, proposto pela IES deixa isso muito claro. Ele mede não apenas mais cores (100 cores contra 16 do TLCI e apenas 8 do CRI) mas esse novo índice mede a saturação.

É chato dizer mas já falávamos disso em 2013, em 2014 fomos os pioneiros em lançar uma linha de luminárias de LED Full Spectrum.
A “fila” está andando rápido demais. Tem muita gente boa que ainda nem entendeu o CRI, mas o padrão já mudou para o TLCI e agora é o TM-30.

Assim, você tem 3 alternativas: usar a luz do Sol, tentar ressuscitar o falecido tungstênio ou avançar para os LEDs Full Spectrum da Energia.

LED – Mas Qual LED?

O desperdício de energia elétrica e o seu consequente aumento da poluição e aumento do aquecimento global deixou de ser tema das ONGs para fazer parte da pauta dos grandes governantes.

Recentemente em sua encíclica Laudato Si (Louvado Seja), o Papa Francisco exortou os cristãos a cuidarem do nosso planeta.

Ontem, 03 de agosto de 2015, na Casa Branca, ao lançar seu Plano de Energia, o presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou a respeito do aquecimento global – “Nós somos a primeira geração a sentir os efeitos e a última que pode fazer algo a respeito”.

Tungstênio

Até quando os grandes estúdios de televisão e de cinema continuarão desperdiçando energia, com luminárias incandescentes e consequentemente com seus sistemas de climatização para eliminar o calor gerado pela iluminação obsoleta? Qual o motivo? Qual a explicação?

Fluorescente

As lâmpadas fluorescentes têm um resultado ainda pior, pois têm um espectro muito pobre incompatível com as câmeras HD. Além de serem extremamente poluidoras quando do seu descarte.

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Adoção do LED

A adoção do LED como dispositivo de iluminação tem demonstrado alta eficiência energética com redução de até 90% do consumo de energia e na geração de calor. Os LEDs atualmente têm um tempo mínimo de vida de 50 mil horas, proporcionando economia na troca de lâmpadas. Quanto a qualidade da luz, recentemente os LEDs já apresentam CRI de 98% quer em 5600 Kelvin, aproximando à qualidade da luz natural (solar) assim como em 3200 Kelvin ficando idêntica à lâmpada de tungstênio.

Acredito que a campanha pelo uso de LED para iluminação seja uma etapa superada. Os LEDs atualmente apresentam alta intensidade, baixo consumo, baixa geração de calor, longa duração e alta qualidade de luz. A questão agora é saber qual o LED.

Fidelidade de Cor

Além das questões básicas como que grandeza utilizar? Como medir a intensidade? O ângulo de iluminamento? A questão fundamental é a fidelidade de cores. Para medir a Fidelidade de Cores devemos medir a intensidade de cada cor da luz gerada por cada LED em questão. Numa primeira análise o CRI – Color Rendering Index (índice de reconhecimento de cor) pode ser de grande ajuda. Porem, as cores analisadas e que compõe o cálculo desse índice são apenas 8 cores. A maioria dos fabricantes de LED e de luminárias apresentam o CRI de 8 cores, ficando de fora as cores mais saturadas como o vermelho (R9) e o azul (R12) entre outras como mostra a figura abaixo.

cri

 

Os LEDs da Energia

A busca de uma alternativa eficiente para as tecnologias convencionais de iluminação, frequentemente sacrifica a qualidade de cor pela eficiência energética. Enquanto muitos LEDs no mercado atual focam na máxima eficiência, objetos iluminados por eles podem aparecer pálidos, sem saturação e até mesmo distorcendo a realidade, realçando algumas cores em detrimento de outras. Os LEDs da Energia têm eliminado esses problemas, priorizando nossos esforços em pesquisa do nosso próprio fósforo, temos conseguido LEDs com plena resposta em todas as cores, resultando no real Full Spectrum LED. O nosso foco no fósforo do LED nos permitiu oferecer luminárias com LEDs de até 98% de Ra, considerando, não apenas as 8 cores do CRI, mas todas as 15 cores, indicando que os objetos iluminados pelos nossos LEDs terão a mesma aparência quando iluminados por uma luz natural.

15 Anos de Experiência

A qualidade da luz depende exclusivamente do fósforo utilizado no LED. Como temos o controle do fósforo, podemos especificar o LED que desejarmos e consequentemente fazer luminárias sob medida para os nossos clientes.

Os nossos projetos começam com a escolha do fósforo que comporão os nossos chips.

Um projeto térmico resultante de nossa experiência pioneira é executado por excelentes fábricas na China e na Coreia. A partir de nossa sede em Nanjing controlamos a qualidade de todo o processo, desde da compra de componentes até o embarque dos produtos diretamente para os nossos clientes ou para o nossa sede no Rio de Janeiro.

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Alto CRI Não Basta – Tem que Ser Full Spectrum

CRI, como já dito acima, é a media das amostras de 8 cores apenas. Enquanto os LEDs típicos do mercado e até os utilizados por empresas famosas apresentam um bom score nestas 8 cores, esses LEDs têm medidas bastante ruins (abaixo de 50%) em algumas cores fundamentais, como o Vermelho Puro (R9) ou no Azul Puro (R12).  Os LEDs da Energia apresentam desempenho acima de 90% em todos os valores de R.

 

Mas Qual LED

 

TLCI – Television Lighting Consistency Index

Além do limitado numero de cores analisadas no CRI, outra questão é a adequação do CRI às câmeras digitais. O CRI foi desenvolvido com parâmetros de reconhecimento de cores do olho humano. Preocupado com a validade desse índice, a EBU – European Broadcasting Union desenvolveu um novo índice baseado nos parâmetros de uma câmera digital de televisão.

A Energia garante CRI 97 em suas luminárias

A Energia.tv já vinha falando das novidades que sua nova linha de luminárias iria trazer. Uma delas é o impressionante CRI de 97, um índice alcançado por apenas 3 fornecedores no mundo, incluindo a Energia.

CRI

Soma-se a isso a substituição dos LEDs 20mW por uma única fonte de luz de alta capacidade, podendo chegar a 300W com o novo COB – Chip on Board LED.

O resultado disso é uma luz cinematograficamente quase perfeita, que se aproxima das “saudosas” luminárias de tungstênio, só que sem todos os malefícios e com um custo muito mais em conta.


 O destaque vai para o modelo  NF-13000-FS

NF-13000

Um modelo Full Spectrum com uma lente Fresnel de cristal,  CRI 97 e uma luminância de 8400lux@1m .
Trata-se de um mini Fresnel que pesa menos de 3Kg , muito prático e perfeito para externas, já que consome, apenas, 40W e permite ser alimentado com uma bateria V-Mount.
O modelo é multicolor, possui DMX-512 embutido e dimmerizavel de 0-100%  manualmente ou através de controle remoto.

Além do modelo individual ele pode ser comprado num KIT com 3 luminárias, 3 tripés e case para transporte.


A Energia traz mais 10 modelos, além do NF-13000-FS, que variam de intensidade e acessórios embutidos para agradar a todos os gostos e bolsos.

Clique na galeria abaixa e saiba mais detalhes:


Saiba mais visitando o site da Energia www.energia.tv

A iluminação perde Peter Gasper

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Lamentamos informar o falecimento, na noite do dia 30/04/2014, de um do maiores nomes e referência em Design de Iluminação do Brasil: Peter Gasper.

Em apoio à família e amigos, enviamos nossos sentimentos e abraços fraternos. Diante da perda irreparável do amigo e profissional, nos resta celebrar a memória de uma vida, lembrando para sempre o exemplo da dedicação e afeto com que Peter sempre tratou a todos que tiveram o privilegio de conviver com ele, bem como do profissionalismo que honrou e valorizou a atividade de Iluminação Cênica no Brasil.

A Energia também expressa seu luto em homenagem ao nosso inestimável colega.

Peter Gasper, sua luz brilhará para sempre entre nós.

i9 – Show de Inovações no PROJAC

Prolite Tube 14K e seus Criadores

No domingo 9 de outubro, foi comemorado o aniversário do PROJAC.

Como parte das comemorações o grupo i9 organizou um evento para demonstrar seus inventos e inovações.

A Energia, pelo segundo ano, foi convidada para expor suas inovações, como uma das poucas empresas externas do grupo i9.

A Energia apresentou várias novidades, entre elas destacamos o Prolite Tube 14K, um super painel de tubos de LED, construido pela Energia e desenhado pelos profissionais do PROJAC, Sergio Tortori, Paulo Brakarz e Henrique Leiner.

O Prolite Tube 14K está em uso na gravação da nova novela das 19 horas.

Obrigado ao eng. Nelson Faria, criador do i9, pelo convite à nossa empresa e o nosso muito obrigado a Lindalia Sofia e a Renata Salvini.

Eng. Nelson Faria - no encerramento do i9 2011

Foi, portanto, com de grande orgulho que a Energia participou de tal evento. Para nós é um reconhecimento outorgado pelos melhores.

Parabéns ao i9 pelo sucesso e obrigado pelo convite.

LED x Incandescente x Fluorescente – Estamos Perdendo Tempo e Dinheiro

LED x Incandescente x Fluorescente

Estamos Perdendo Tempo e Dinheiro

 

O propósito deste artigo é de mostrar que o LED está pronto para ser utilizado como dispositivo de iluminação tanto para produção de vídeo como para a iluminação geral.

 

1 – LED na Iluminação para Produção de Vídeo

Com muitos profissionais de iluminação que tenho conversado o tom tem sido o mesmo:

         A) As luminárias de LED jamais serão iguais às de tungstênio;

         B) Não tem um bom CRI (Color Rendering Index);

         C) Não tem a mesma temperatura de cor;

 

A indústria de LED está investindo muito tempo e dinheiro em pesquisas para mudar as afirmativas acima. Enquanto muitos profissionais estão retardando a adoção do LED e assim deixam de usufruir inúmeras outras vantagens.

 

Vamos por partes:

A) As luminárias de LED jamais serão iguais às de tungstênio.
Tomara que não seja igual mesmo! Ele pode ser e já é, em muitos aspectos, melhor que a lâmpada incandescente. Alem da economia de energia elétrica, da longevidade e durabilidade, o LED é muito mais versátil, permitindo não apenas uma mera substituição (retrofit), mas uma nova concepção de iluminação. Sem falar dos problemas de saúde produzidos pelas irradiações de ultravioleta emitidas pelas lâmpadas de quartzo.

Lumens por Watts
Já existe LED no mercado capaz de gerar 130 lm/W. A CREE informou, em 01 de agosto de 2011, que superou a marca de 150 lm/W que é o alvo proposto pelo DOE (U.S. Department of Energy) como a Lâmpada do Século 21. Para clarear a informação sobre este sucesso, vale informar que a lâmpada incandescente de 75 W fornece apenas 14,6 lm/W.

 

B) Não tem um bom CRI.
O que significa isso? CRI é um coeficiente que indica a percepção das cores de uma superfície quando iluminada com um determinado tipo de luz. O CRI de referencia é o da luz incandescente.
O CRI é uma indicação comparativa com a luz da lâmpada incandescente, normalmente indicada em percentagem, onde 100% significa que a luz sob teste é idêntica à lâmpada incandescente.

Alem de ser uma referência criada pelos fabricantes de lâmpadas incandescentes, essa medida é empírica e não-científica, pois “mede” como o olho de alguns humanos percebe determinadas cores. Trata-se de uma análise estatística e não-determinística.
Desde quando a lâmpada incandescente gera uma luz ideal, uma luz de referencia? Já observaram o seu espectro?

Como pode uma luz com 10% de azul ser luz de referencia?
Porque então se deseja que o LED seja igual?

 

C) Não tem a mesma temperatura de cor das incandescentes.
Graças a Deus que não tem. Mas pode ter todas. Numa luminária de LED pode-se facilmente variar a temperatura de cor desde 2500K à 6500K.

Espectro X Temperatura de Cor
A questão fundamental não deveria ser a temperatura de cor, mas sim, o espectro de cores da luz. Ou melhor, o diagrama espectral do “dispositivo” que estará “olhando”.

Neste ponto acho que tocamos numa questão vital. Para quem estaremos iluminando?

O ser humano desde os seus primórdios aprendeu que o calor é vital. Seus ancestrais se tornaram heathunters e o olho humano desenvolveu habilidade de ver o calor a enormes distâncias. Não é a toa que enxergamos a luz de uma lâmpada vermelha a quilômetros de distância e não enxergamos uma luz azul a partir de algumas dezenas de metros.
A luz vermelha está ancestralmente ligada ao calor vital e modernamente ao conforto, ao prazer, etc.

No entanto, se estamos iluminando para uma câmera digital, talvez devêssemos nos preocupar com o sensor da câmera, com o diagrama espectral deste sensor. Se a luminária e o sensor da câmera tiverem diagramas espectrais semelhantes, estaremos na situação ótima. Onde haverá a máxima transferência de energia, pois iluminaremos apenas e tão somente o que a câmera será capaz de ver.
Neste caso a câmera ira perceber corretamente as cores, será a luz de referência. Esse deve ser o “CRI” desejado e não o dos fabricantes de lâmpadas incandescentes.

 

 

2 – O LED na Iluminação Geral
Iluminação é um assunto muito sério. Um quarto (25%) de toda energia produzida no planeta é gasta para iluminar o planeta.

Economia de Energia
As luminárias de LED gastam apenas um décimo (10%) da energia consumida pelas lâmpadas incandescentes.
Gastam menos de um terço (30%) de energia consumida pelas lâmpadas fluorescentes.

Durabilidade
Antigamente existiam os técnicos de conserto de geladeiras, de televisores. Hoje em dia esses aparelhos não enguiçam mais. Com os LEDs, troca de lâmpadas passa a ser coisa do passado. Os fabricantes de LED garantem que eles duram de 40mil a 80mil horas, mais de 10 anos de uso! A luminária vai acabar antes, você vai mudar de casa antes do LED acabar.

 O Preço
Isso ainda é um aparente problema: uma fluorescente custa R$10,00 e um tubo de LED equivalente custa R$100,00. Se compararmos com as incandescentes, a diferença chega a quase cem vezes.
Para o consumidor comum fica muito difícil fazer as contas de durabilidade e acabam preferindo comprar lâmpadas todo mês do que comprar uma vez apenas.
A economia de energia é outro fator de difícil compreensão, mas apesar da diferença no custo inicial, o LED é muito mais barato ao longo do tempo.
Ele é 40 vezes mais durável e 10 vezes menos energia – 400 vezes mais econômico que a incandescente.
Comparado à fluorescente, o LED é 10 vezes mais durável e 70% menos energia e não necessita de reator.

O Meio Ambiente
As lâmpadas incandescentes já estão proibidas em vários países e no Brasil serão proibidas a partir de 2016.
As lâmpadas fluorescentes são poluentes pois contem mercúrio.
As lâmpadas de LED não são poluentes e alguns fabricantes possuem certificado RoHs que garantem que são amigas do meio ambiente.

 Obsolescência Prematura
Uma questão importante é a rapidez do desenvolvimento desta tecnologia versus o tempo de design de luminárias.
Os fabricantes de LED estão investindo muito em pesquisa e como resultado é o surgimento de LED cada vez melhor em tempo cada vez menores. Isso é bom, pois temos luminárias cada vez melhores. Isso também é ruim, pois o tempo de projeto, licenciamento e certificação está maior que a velocidade do incremento na melhoria dos LED. O resultado é que temos luminárias obsoletas antes mesmo de serem oferecidas ao mercado.

 

Vamos parar de Perder Tempo e Dinheiro
O LED é diferente, necessita portando um novo saber, um novo aprendizado.
Pode estar faltando ousadia, desprendimento das lições já aprendidas e trilhar o difícil e incerto caminho das novas experiências e de novas descobertas. Voltar a ser aprendiz reconheço que, embora prazeroso, pode parecer que irá colocar o profissional sênior no mesmo nível do novato. Talvez sim, mas o profissional experiente ira assimilar mais rápido.