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LED x Incandescente x Fluorescente – Estamos Perdendo Tempo e Dinheiro

LED x Incandescente x Fluorescente

Estamos Perdendo Tempo e Dinheiro

 

O propósito deste artigo é de mostrar que o LED está pronto para ser utilizado como dispositivo de iluminação tanto para produção de vídeo como para a iluminação geral.

 

1 – LED na Iluminação para Produção de Vídeo

Com muitos profissionais de iluminação que tenho conversado o tom tem sido o mesmo:

         A) As luminárias de LED jamais serão iguais às de tungstênio;

         B) Não tem um bom CRI (Color Rendering Index);

         C) Não tem a mesma temperatura de cor;

 

A indústria de LED está investindo muito tempo e dinheiro em pesquisas para mudar as afirmativas acima. Enquanto muitos profissionais estão retardando a adoção do LED e assim deixam de usufruir inúmeras outras vantagens.

 

Vamos por partes:

A) As luminárias de LED jamais serão iguais às de tungstênio.
Tomara que não seja igual mesmo! Ele pode ser e já é, em muitos aspectos, melhor que a lâmpada incandescente. Alem da economia de energia elétrica, da longevidade e durabilidade, o LED é muito mais versátil, permitindo não apenas uma mera substituição (retrofit), mas uma nova concepção de iluminação. Sem falar dos problemas de saúde produzidos pelas irradiações de ultravioleta emitidas pelas lâmpadas de quartzo.

Lumens por Watts
Já existe LED no mercado capaz de gerar 130 lm/W. A CREE informou, em 01 de agosto de 2011, que superou a marca de 150 lm/W que é o alvo proposto pelo DOE (U.S. Department of Energy) como a Lâmpada do Século 21. Para clarear a informação sobre este sucesso, vale informar que a lâmpada incandescente de 75 W fornece apenas 14,6 lm/W.

 

B) Não tem um bom CRI.
O que significa isso? CRI é um coeficiente que indica a percepção das cores de uma superfície quando iluminada com um determinado tipo de luz. O CRI de referencia é o da luz incandescente.
O CRI é uma indicação comparativa com a luz da lâmpada incandescente, normalmente indicada em percentagem, onde 100% significa que a luz sob teste é idêntica à lâmpada incandescente.

Alem de ser uma referência criada pelos fabricantes de lâmpadas incandescentes, essa medida é empírica e não-científica, pois “mede” como o olho de alguns humanos percebe determinadas cores. Trata-se de uma análise estatística e não-determinística.
Desde quando a lâmpada incandescente gera uma luz ideal, uma luz de referencia? Já observaram o seu espectro?

Como pode uma luz com 10% de azul ser luz de referencia?
Porque então se deseja que o LED seja igual?

 

C) Não tem a mesma temperatura de cor das incandescentes.
Graças a Deus que não tem. Mas pode ter todas. Numa luminária de LED pode-se facilmente variar a temperatura de cor desde 2500K à 6500K.

Espectro X Temperatura de Cor
A questão fundamental não deveria ser a temperatura de cor, mas sim, o espectro de cores da luz. Ou melhor, o diagrama espectral do “dispositivo” que estará “olhando”.

Neste ponto acho que tocamos numa questão vital. Para quem estaremos iluminando?

O ser humano desde os seus primórdios aprendeu que o calor é vital. Seus ancestrais se tornaram heathunters e o olho humano desenvolveu habilidade de ver o calor a enormes distâncias. Não é a toa que enxergamos a luz de uma lâmpada vermelha a quilômetros de distância e não enxergamos uma luz azul a partir de algumas dezenas de metros.
A luz vermelha está ancestralmente ligada ao calor vital e modernamente ao conforto, ao prazer, etc.

No entanto, se estamos iluminando para uma câmera digital, talvez devêssemos nos preocupar com o sensor da câmera, com o diagrama espectral deste sensor. Se a luminária e o sensor da câmera tiverem diagramas espectrais semelhantes, estaremos na situação ótima. Onde haverá a máxima transferência de energia, pois iluminaremos apenas e tão somente o que a câmera será capaz de ver.
Neste caso a câmera ira perceber corretamente as cores, será a luz de referência. Esse deve ser o “CRI” desejado e não o dos fabricantes de lâmpadas incandescentes.

 

 

2 – O LED na Iluminação Geral
Iluminação é um assunto muito sério. Um quarto (25%) de toda energia produzida no planeta é gasta para iluminar o planeta.

Economia de Energia
As luminárias de LED gastam apenas um décimo (10%) da energia consumida pelas lâmpadas incandescentes.
Gastam menos de um terço (30%) de energia consumida pelas lâmpadas fluorescentes.

Durabilidade
Antigamente existiam os técnicos de conserto de geladeiras, de televisores. Hoje em dia esses aparelhos não enguiçam mais. Com os LEDs, troca de lâmpadas passa a ser coisa do passado. Os fabricantes de LED garantem que eles duram de 40mil a 80mil horas, mais de 10 anos de uso! A luminária vai acabar antes, você vai mudar de casa antes do LED acabar.

 O Preço
Isso ainda é um aparente problema: uma fluorescente custa R$10,00 e um tubo de LED equivalente custa R$100,00. Se compararmos com as incandescentes, a diferença chega a quase cem vezes.
Para o consumidor comum fica muito difícil fazer as contas de durabilidade e acabam preferindo comprar lâmpadas todo mês do que comprar uma vez apenas.
A economia de energia é outro fator de difícil compreensão, mas apesar da diferença no custo inicial, o LED é muito mais barato ao longo do tempo.
Ele é 40 vezes mais durável e 10 vezes menos energia – 400 vezes mais econômico que a incandescente.
Comparado à fluorescente, o LED é 10 vezes mais durável e 70% menos energia e não necessita de reator.

O Meio Ambiente
As lâmpadas incandescentes já estão proibidas em vários países e no Brasil serão proibidas a partir de 2016.
As lâmpadas fluorescentes são poluentes pois contem mercúrio.
As lâmpadas de LED não são poluentes e alguns fabricantes possuem certificado RoHs que garantem que são amigas do meio ambiente.

 Obsolescência Prematura
Uma questão importante é a rapidez do desenvolvimento desta tecnologia versus o tempo de design de luminárias.
Os fabricantes de LED estão investindo muito em pesquisa e como resultado é o surgimento de LED cada vez melhor em tempo cada vez menores. Isso é bom, pois temos luminárias cada vez melhores. Isso também é ruim, pois o tempo de projeto, licenciamento e certificação está maior que a velocidade do incremento na melhoria dos LED. O resultado é que temos luminárias obsoletas antes mesmo de serem oferecidas ao mercado.

 

Vamos parar de Perder Tempo e Dinheiro
O LED é diferente, necessita portando um novo saber, um novo aprendizado.
Pode estar faltando ousadia, desprendimento das lições já aprendidas e trilhar o difícil e incerto caminho das novas experiências e de novas descobertas. Voltar a ser aprendiz reconheço que, embora prazeroso, pode parecer que irá colocar o profissional sênior no mesmo nível do novato. Talvez sim, mas o profissional experiente ira assimilar mais rápido.

ILUMINAÇÃO COM ECONOMIA

Economize US$ 42.000,00 (Quarenta e Dois Mil Dólares)
Para cada Fresnel de Tungstênio Substituído por Fresnel de LED

A cada 40 mil horas de uso:

  •  Fresnel de Tungstênio queima 100 lâmpadas = US$4.300,00.
  • Gasta US$24.000,00 de energia elétrica e
  • Gera calor de 6840 BTU que irá consumir mais US$14.000,00 de energia elétrica.
Clique na imagem para ampliar

Vinicius Matos Visita a Energia

Rio de Janeiro, 27 de Janeiro de 2011. Vinicius Matos, multi premiado e internacional fotografo brasileiro, visitou a Energia e ficou muito impressionado com a linha 2011 de produtos. Durante as 3 horas da visita foram feitos testes e avaliações, alem dos acertos finais no modelo Prolite Slim77 By Vinicius Matos.

O Slim77 By Vinicius Matos é uma luminária com acessórios exclusivos e desenhados pelo fotógrafo.

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Cadê o Luminotécnico?

5600K x 3200K

Na iluminação, assim como na pintura, existem dois lados, duas competências: a arte e a técnica.

Já há algum tempo que o luminotécnico vem desaparecendo do nosso meio, porem, o surgimento da  direção de fotografia na televisão acabou totalmente com o  equilíbrio das duas funções. O resultado é a predominância da preocupação estética em detrimento das questões técnico-científicas.

Como conversar com um diretor de fotografia questões como a física da luz? Como falar sobre diagrama espectral de sensibilidade dos sensores das câmeras? Das vantagens de fidelidade de cor de determinados tipos de luz? Como fazer ensaios para comparar relação sinal-ruído com diversas temperaturas de cor. Pode até existir diretores de fotografia sensíveis e interessados nestes temas, mas não é muito comum. Esse tipo de informação são mais interessantes à engenheiros e técnicos.

Qual a temperatura de cor que resultará numa melhor relação sinal-ruído, numa determinada câmera ou num determinado sensor?

Luz de 3200K com a extrema predominância de vermelho e com menos de 10% de azul pode resultar numa melhor imagem? Deve ser ainda, considerada uma referência?

Como avaliar tecnicamente uma luminária? Como especificar corretamente esse tipo de equipamento? Como comparar com segurança produtos de iluminação de diversos fabricantes.

Como criar protocolos de teste e de avaliação para homologação de equipamentos e produtos de iluminação? Quais medidores devem ser utilizados? Luxímetros, colorímetros, medidores de ângulo de iluminamento, espectrógrafos e etc, quem irá utilizá-los? O  diretor de  fotografia, o luminotécnico ou será que isso tudo seria relevante?

Será que todas essas questões não deveriam ser respondidas com a segurança natural do conhecimento científico?

Na nossa opinião, sem as respostas com o rigor científico a predominância será da forma e as marcas e jamais dos produtos de qualidade.

Iluminação para Vídeo – Técnica e Arte

Ainda hoje me espanto com a superficialidade e com o empirismo com que as questões técnicas da iluminação são tratadas pelos diversos fabricantes de equipamentos de iluminação. A questão da temperatura de cor, a medida de intensidade, o ângulo de iluminamento, consumo elétrico, etc que são itens decisivos, não são informados claramente. Fico a suspeitar que a omissão de tais informações técnicas deve ser intencional, pois a alternativa seria pura burrice, igualmente inaceitável no nosso setor.

No sistema medidas adotado no Brasil as grandesas físicas pertinentes à iluminação devem ser expressas da seguinte forma:

  1. A temperatura de cor deve ser expressa em Kelvin;
  2. A intensidade de luz deve ser medida em lux@1m na direção de máxima irradiação;
  3. O ângulo de iluminamento deve ser expresso em graus medido entre os limites de meia-potência (Half Power Angle) que resulta num ângulo totalmente diferente se for medido nos limites de zero lux;
  4. O consumo elétrico deve ser expresso em Watt ou e Ampere e Volt, medido na entrada AC e/ou DC conforme o tipo de alimentação da luminária;
  5. A massa deve ser expressa em grama e
  6. As dimensões em metro.

Não raro encontram-se empresas informando que suas luminárias de LED têm “saída” equivalente a uma luminária tipo Fresnel de tungstênio de 650W. Que informação é essa? Qual a sua finalidade? Uma luminária de LED normalmente usa temperatura de cor de 5600K, porem, o tungstênio é de 3200K. Como podem coisas diferentes serem equivalentes? Luminárias tipo Fresnel tem ajuste de foco (ângulo de iluminamento) em que ângulo elas são equivalentes? Usa-se gelatina de conversão para fazer a comparação? Qual a gelatina? Comprar uma luminária deveria ter uma análise técnica.

As 6 grandezas acima devem estar claramente indicadas nas especificações técnicas do produto, caso contrário, é no mínimo suspeito. A Energia com sua linha de luminárias Prolite insiste em defender a clareza de informações ao mercado. Estamos a 10 anos melhorando continuamente os nossos produtos e contribuindo para melhorar o nível de informação ao mercado.

Prolite LED Fresnel F-75K

A Energia está lançando uma série de novas luminárias para 2011, entre elas destaco o Prolite Fresnel F-75K com as seguintes características:

  1. A temperatura de cor 5600 Kelvin (3200 opcional);
  2. A intensidade de luz máxima é de 44.600 lux@1m (12 graus) e 6.200 lux@1m (80 graus) medidos na direção de máxima irradiação;
  3. O ângulo de iluminamento ajustável manualmente de 12 graus a 80 graus medido entre os limites de meia-potência (Half Power Angle);
  4. O consumo elétrico máximo 232 Watt @ 127 Vac;
  5. A massa é de 5 Kg e
  6. As dimensões são 350x250x320mm.

Fica claro que a Energia não esconde nada, não faz mágica. Faz produtos de qualidade.

Energia Linha 2011

A Energia está sempre inovando.
Nas baterias fomos os pioneiros em baterias de Li-Ion assim como fomos os pioneiros em luminárias de LED.
Conheça a linha 2011 e veja por que a Energia está sempre na frente.

Luminárias

Quando todo mundo usava sunguns de tungstênio a Energia inovou com suas luminárias de LED.
Hoje tem muitos oferecendo luminárias para câmeras (on-camera lights), todos com 300 a 500 lux. Mas a Energia tem on-camera lights de 500 a 3100 lux. Estamos sempre na frente.

On-camera Light

São 4 modelos de on-camera lights que utilizam a mais nova geração de LED jamais fabricado, todas preparadas para HDTV – ângulo de iluminamento que permite enquadramentos em 16X9:

  • Prolite Slim 77
    Luminária de 585 lux, com ângulo de iluminamento de 70 graus
  • Prolite Slim 160
    Luminária de 1080 lux, com ângulo de iluminamento de 100 graus
  • Prolite 8
    Luminária de 1.150 lux, com ângulo de iluminamento de 60 graus
  • Prolite Turbo
    Luminária de 3.100 lux, com ângulo de iluminamento de 60 graus
Linha 2011 de luminárias on-camera

Studio Light

Neste ponto a Energia apresenta novidades especiais:

  • Prolite Painel-50
    Nova linha de painéis, com uma nova geração de LED, mais potente, melhor CRI e com 3100 lux. Essa nova linha dispõe de modelos com ajuste digital de foco e de temperatura de cor e com dimmer e controle DMX incluído.
Painél de LED
  • Prolite LED Fresnel

Desenvolvido para substituir o Arri Sun 2, o Prolite LED Fresnel é o spotlight com intensidade superior a um HMI de 200W, com lente Fresnel, ajuste de foco, dimmer e DMX incluído.

Frenel de LED

 

Baterias

 Conformidade com a IATA 2010/2011

Quando outros chegaram com baterias de 60Wh e de 100Wh, a Energia lançava as baterias de 190Wh. Para 2011 a Energia lança um sistema de baterias em conformidade com a IATA.

 Bateria com USB

Somos os pioneiros a colocar um conector tipo PT nas baterias e agora somos os pioneiros em colocar um conector em conformidade com a norma USB.

Bateria BP-L100V

 Baterias Acopladas

O sistema BP-L100V é o único que pode ser acoplado à qualquer bateria, de qualquer fabricante.

Baterias para EX-1 e EX-3

A BLD-60EX é uma bateria de 60Wh com conector PT, não necessita carregador especial e pode ser carregada pelo SP-2LJ já existente.

BLD-EX