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Previsões para a DTT – Digital Terrestrial Television

150725 - Torres

A indústria de telefonia móvel está exercendo enorme pressão em sua busca para adquirir a maioria das frequências da banda UHF. Todos devem estar preocupados porque esta banda inclui as principais frequências utilizadas para a Televisão Digital Terrestre (DTT) e assim o futuro do acesso público gratuito a radiodifusão terrestre está sob ameaça. O setor de radiodifusão da Europa está trabalhando através da EBU para lidar com esta ameaça, mas para aqueles que não estão diretamente envolvidos no trabalho, pode ser difícil entender o que está acontecendo e quais consequências podem ter.

Como pode a DTT prosperar? Quais estratégias poderiam as emissoras implantar no atual quadro de mudanças na paisagem mediática? Quais são as posições em diferentes regiões do mundo?

 

700 MHz

Um tema específico é o lançamento iminente da faixa de 700 MHz em certos países europeus. Alemanha foi o primeiro país a leiloar a banda para uso na Telefonia Móvel Internacional (IMT). Mas, como a Alemanha será capaz de liberar a banda em 2019 e manter seus atuais serviços de DTT? Como é que a proteção da DTT contra as interferências da LTE serão abordadas?

No Brasil, O LTE é o padrão de 4G predominante, sendo adotado por todas as operadoras.

O leilão da faixa de 700 Mhz para utilização em telefonia móvel celular (4G) foi realizado em 30/set/2014 pela ANATEL. As vencedoras optaram pelo pagamento a vista em um total de R$ 5,077 bilhões:

Claro: R$ 1.739.118.094;

Tim: R$ 1.678.201.317;

Vivo: R$ 1.657.501.518.

Algar: R$ 2,637 milhões.

A entrega das frequências para operação será 12 meses após o desligamento da TV Analógica, previsto para 2016.

LED x Incandescente x Fluorescente – Estamos Perdendo Tempo e Dinheiro

LED x Incandescente x Fluorescente

Estamos Perdendo Tempo e Dinheiro

 

O propósito deste artigo é de mostrar que o LED está pronto para ser utilizado como dispositivo de iluminação tanto para produção de vídeo como para a iluminação geral.

 

1 – LED na Iluminação para Produção de Vídeo

Com muitos profissionais de iluminação que tenho conversado o tom tem sido o mesmo:

         A) As luminárias de LED jamais serão iguais às de tungstênio;

         B) Não tem um bom CRI (Color Rendering Index);

         C) Não tem a mesma temperatura de cor;

 

A indústria de LED está investindo muito tempo e dinheiro em pesquisas para mudar as afirmativas acima. Enquanto muitos profissionais estão retardando a adoção do LED e assim deixam de usufruir inúmeras outras vantagens.

 

Vamos por partes:

A) As luminárias de LED jamais serão iguais às de tungstênio.
Tomara que não seja igual mesmo! Ele pode ser e já é, em muitos aspectos, melhor que a lâmpada incandescente. Alem da economia de energia elétrica, da longevidade e durabilidade, o LED é muito mais versátil, permitindo não apenas uma mera substituição (retrofit), mas uma nova concepção de iluminação. Sem falar dos problemas de saúde produzidos pelas irradiações de ultravioleta emitidas pelas lâmpadas de quartzo.

Lumens por Watts
Já existe LED no mercado capaz de gerar 130 lm/W. A CREE informou, em 01 de agosto de 2011, que superou a marca de 150 lm/W que é o alvo proposto pelo DOE (U.S. Department of Energy) como a Lâmpada do Século 21. Para clarear a informação sobre este sucesso, vale informar que a lâmpada incandescente de 75 W fornece apenas 14,6 lm/W.

 

B) Não tem um bom CRI.
O que significa isso? CRI é um coeficiente que indica a percepção das cores de uma superfície quando iluminada com um determinado tipo de luz. O CRI de referencia é o da luz incandescente.
O CRI é uma indicação comparativa com a luz da lâmpada incandescente, normalmente indicada em percentagem, onde 100% significa que a luz sob teste é idêntica à lâmpada incandescente.

Alem de ser uma referência criada pelos fabricantes de lâmpadas incandescentes, essa medida é empírica e não-científica, pois “mede” como o olho de alguns humanos percebe determinadas cores. Trata-se de uma análise estatística e não-determinística.
Desde quando a lâmpada incandescente gera uma luz ideal, uma luz de referencia? Já observaram o seu espectro?

Como pode uma luz com 10% de azul ser luz de referencia?
Porque então se deseja que o LED seja igual?

 

C) Não tem a mesma temperatura de cor das incandescentes.
Graças a Deus que não tem. Mas pode ter todas. Numa luminária de LED pode-se facilmente variar a temperatura de cor desde 2500K à 6500K.

Espectro X Temperatura de Cor
A questão fundamental não deveria ser a temperatura de cor, mas sim, o espectro de cores da luz. Ou melhor, o diagrama espectral do “dispositivo” que estará “olhando”.

Neste ponto acho que tocamos numa questão vital. Para quem estaremos iluminando?

O ser humano desde os seus primórdios aprendeu que o calor é vital. Seus ancestrais se tornaram heathunters e o olho humano desenvolveu habilidade de ver o calor a enormes distâncias. Não é a toa que enxergamos a luz de uma lâmpada vermelha a quilômetros de distância e não enxergamos uma luz azul a partir de algumas dezenas de metros.
A luz vermelha está ancestralmente ligada ao calor vital e modernamente ao conforto, ao prazer, etc.

No entanto, se estamos iluminando para uma câmera digital, talvez devêssemos nos preocupar com o sensor da câmera, com o diagrama espectral deste sensor. Se a luminária e o sensor da câmera tiverem diagramas espectrais semelhantes, estaremos na situação ótima. Onde haverá a máxima transferência de energia, pois iluminaremos apenas e tão somente o que a câmera será capaz de ver.
Neste caso a câmera ira perceber corretamente as cores, será a luz de referência. Esse deve ser o “CRI” desejado e não o dos fabricantes de lâmpadas incandescentes.

 

 

2 – O LED na Iluminação Geral
Iluminação é um assunto muito sério. Um quarto (25%) de toda energia produzida no planeta é gasta para iluminar o planeta.

Economia de Energia
As luminárias de LED gastam apenas um décimo (10%) da energia consumida pelas lâmpadas incandescentes.
Gastam menos de um terço (30%) de energia consumida pelas lâmpadas fluorescentes.

Durabilidade
Antigamente existiam os técnicos de conserto de geladeiras, de televisores. Hoje em dia esses aparelhos não enguiçam mais. Com os LEDs, troca de lâmpadas passa a ser coisa do passado. Os fabricantes de LED garantem que eles duram de 40mil a 80mil horas, mais de 10 anos de uso! A luminária vai acabar antes, você vai mudar de casa antes do LED acabar.

 O Preço
Isso ainda é um aparente problema: uma fluorescente custa R$10,00 e um tubo de LED equivalente custa R$100,00. Se compararmos com as incandescentes, a diferença chega a quase cem vezes.
Para o consumidor comum fica muito difícil fazer as contas de durabilidade e acabam preferindo comprar lâmpadas todo mês do que comprar uma vez apenas.
A economia de energia é outro fator de difícil compreensão, mas apesar da diferença no custo inicial, o LED é muito mais barato ao longo do tempo.
Ele é 40 vezes mais durável e 10 vezes menos energia – 400 vezes mais econômico que a incandescente.
Comparado à fluorescente, o LED é 10 vezes mais durável e 70% menos energia e não necessita de reator.

O Meio Ambiente
As lâmpadas incandescentes já estão proibidas em vários países e no Brasil serão proibidas a partir de 2016.
As lâmpadas fluorescentes são poluentes pois contem mercúrio.
As lâmpadas de LED não são poluentes e alguns fabricantes possuem certificado RoHs que garantem que são amigas do meio ambiente.

 Obsolescência Prematura
Uma questão importante é a rapidez do desenvolvimento desta tecnologia versus o tempo de design de luminárias.
Os fabricantes de LED estão investindo muito em pesquisa e como resultado é o surgimento de LED cada vez melhor em tempo cada vez menores. Isso é bom, pois temos luminárias cada vez melhores. Isso também é ruim, pois o tempo de projeto, licenciamento e certificação está maior que a velocidade do incremento na melhoria dos LED. O resultado é que temos luminárias obsoletas antes mesmo de serem oferecidas ao mercado.

 

Vamos parar de Perder Tempo e Dinheiro
O LED é diferente, necessita portando um novo saber, um novo aprendizado.
Pode estar faltando ousadia, desprendimento das lições já aprendidas e trilhar o difícil e incerto caminho das novas experiências e de novas descobertas. Voltar a ser aprendiz reconheço que, embora prazeroso, pode parecer que irá colocar o profissional sênior no mesmo nível do novato. Talvez sim, mas o profissional experiente ira assimilar mais rápido.

3D TV – Vem aí mais cedo que se imaginava!

O consorcio HDMI Licensing LLC, formado pela Hitachi, Panasonic Corporation, Philips, Sony, Thomson (RCA), Toshiba e Silicon Image, proprietária do HDMI – High-Definition Multimedia Interface, informou nesta quarta-feira (03/fev) que a versão 1.4 incluirá a parte 3D que permitirá conectar equipamentos em 3D tais como 3D DVD Players aos novos televisores em 3D.

Informou também que a nova versão 1.4a incluirá os formatos de TV broadcast em 3D.  Pois é, a gente ainda nem se acostumou com o HDTV e já vem o HDTV em 3D.

A culpa é do James Cameron com seu Avatar.

LED é Melhor mas ainda Acredita que Tunstênio é mais Barato?

Custo e durabilidade das LÂMPADAS DE TUNGSTÊNIO

As luminárias de LED são melhores e mais econômicas.

Temos tanta certeza disso que propomos vender as nossas luminárias de LED, pelo preço das luminárias de lâmpadas de tungstênio equivalente,  acrescido do custo mensal com troca de lâmpadas.

Vejamos o exemplo de comparação da nossa SuperTV-MultiFocus com um Spot Fresnel Arri 300Plus.

A lâmpada utilizada é CP/81 FSL GY-9.5 300W@220V, custa R$80,00 e dura 100 horas.

Se comparada com o LED com tempo de vida previsto para 40.000 horas, teremos que trocar 400 lâmpadas.

 Mesmo considerando a nossa estimativa conservadora de 10.000 horas, o custo total será de R$8.000,00.  Supondo 10h/dia de utilização, teremos 300h/mês, o que representa 3 lâmpadas por mês a um custo de R$240,00/mês. É quase um SuperTV por ano!

Todas as medidas de luz foram referenciada à temperatura de cor de 5600K (luz branca).

(*) Preço estimado com frete para entrega no Brasil

 Embora existam, na industria brasileira, luminárias do mesmo tipo da Arri, com preços menores, as lâmpadas continuam com o mesmo custo.

 Mas existem outras questões a serem analisadas para se alcançar uma decisão consciente.

Três pontos devem ser considerados nesta análise:

Custo com ar-condicionado;

Custo com eletricidade e

Iluminação de LED e seus recursos.

 Em outra oportunidade abordaremos essas questões. Até breve!

Está ficando difícil escolher uma luminária de LED?

Minha sugestão é fazer foco nos seguintes pontos:

1 – Intensidade de Luz;
2 – Ângulo de Iluminamento;
3 – Garantia de Durabilidade e
4 – Preço.

 

1 – Intensidade de Luz

Quanto mais intensa melhor a luminária. Isso parece óbvio.

O problema é que essa informação não está clara na maioria dos fabricantes.

Luz se especifica com lux@1m, o que significa a quantidade de luz medida em lux a 1 metro de distância da luminária.

 Mas não é somente a intensidade numa direção e sim numa área ou sobre um ângulo de iluminamento.

2 – Ângulo de Luz – A luminária deverá Iluminar o que a câmera vê.

Como suponho que você está procurando uma luminária para seu evento o seu foco deve ser na lente da sua câmera, qual o ângulo que ela é capaz de ver e sobre tudo com que relação de aspecto.

 No sistema atual de televisão a relação de aspecto é 16X9 e assim as lentes estão cada vez mais abertas. Uma luminária deverá acompanhar o que a câmera é capaz de ver. Assim o ângulo de iluminamento deverá ser no mínimo de 60 graus, entre os limites de metade da intensidade.  

3 – Garantia de Durabilidade – Calor é Fatal para o LED

Os LEDs produzem pouco calor, esse pouco pode ser fatal para sua durabilidade. Assim, o controle eletrônico de temperatura do LED é mais que necessário, é fundamental.

 As luminárias Prolite são as únicas com VCD – Virtual Cooling Device, patente tecnológica brasileira que a Energia tem muito orgulho de ter desenvolvido e que resolve o problema de temperatura do LED.

 Por isso, procure luminárias com garantia incondicional, pois somente quem controla a temperatura poderá, honestamente, oferecer garantia longa.

 4 – Preço – Não Compre Luminária, mas Sim Luz que ela Gera

O preço a ser analisado é o do Lux. A melhor luminária é a que fornece mais Lux por menos R$. 

Não se esqueça do ângulo de luz, ele deve ser de 60 graus ou acompanhar a lente de sua câmera.

As Luminárias Prolite

Luminárias Prolite – Motivo de Muito Orgulho e Satisfação

Falar das luminárias Prolite é falar, sobre tudo, de uma pequena empresa brasileira, a Energia, onde um grupo de profissionais sem ajuda de nenhum governo, desenvolve inovação tecnológica dentro do mais puro conceito de Estocolmo:  onde não basta ser novidade, tem que ser aplicada e com sucesso de público e de bilheteria.

 

Inovação Tecnológica

Prolite é um dos pioneiros na iluminação profissional com o uso de LED. O Prolite é hoje a marca com maior diversidade de modelos de luminárias. Existem modelos para externas e para estúdios, para jornalismo e para teledramas. São luminárias para câmeras (on-camera light), para mão (hand light) e para tripés e grid (Studio light). São as luminárias de LED mais potentes do mercado nas diversas categorias. Os seus modelos mais recentes: Prolite Turbo, Prolite Six, Prolite SuperTV Multifocus e o Prolite SuperTV Multicolor, são os últimos lançamentos de 2009.

 

Calor – O Prolite Trata a Causa, Não a Conseqüência

As luminárias Prolite são as únicas com VCD – Virtual Cooling Device. Trata-se de patente brasileira que demonstra a supremacia dos seus produtos. Como todos sabem o calor é o principal problema dos semicondutores e o LED é um diodo semicondutor que emite luz. Embora emita pouco calor, isso pode ser decisivo no seu tempo de vida útil. Assim tratar corretamente essa questão é fundamental. O VCD impede que o LED aqueça controlando a causa do calor.

 

Respeito ao Meio-Ambiente

Todos os produtos da Energia utilizam somente componentes com certificado RoHs (Restriction of Certain Hazardous Substances). Isto significa que todos os componentes e partes atende diretiva da Comunidade Européia (CE) que proíbe o uso de substâncias perigosas tais como: cádmio (Cd), mercúrio (Hg), cromo hexavalente (Cr(VI)), bifenilos polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs) e chumbo (Pb).

 

Comprometimento e Seriedade

Prolite segue a filosofia da Energia, onde o cliente tem sempre razão e garantia não se discute: é incondicional. 

Estamos no BNDES o que certifica a nossa regularidade fiscal e a origem dos nossos produtos – Prolite é uma marca brasileira, fabricando produtos de tecnologia de ponta com mais de 90% de índice de nacionalização. Com o Cartão BNDES você pode comprar os produtos Prolite em até 48 vezes com somente 0,97% de juros.

Depois de tudo isso, você terá que ter um motivo muito especial para preferir uma marca estrangeira. 

http://www.energia.tv/produtos_luminarias.asp

Tomando Consciência da WEB

Não se acorda um belo dia e se depara com a internet. Mas todos os dias, ela está interferindo, alterando um pouco as nossas vidas, os nossos hábitos…

Nesta 6ª. feira fui visitar a TV Terra e tudo lá foi causa de espanto. Fiquei impressionado com o tamanho, com a quantidade de profissionais, com os ranking de audiências, com o crescimento ao longo dos anos e sobre tudo com os projetos para 2010.

Para ficar restrito a apenas à televisão, que sem dúvida não é mais como antigamente, onde a mudança deve iniciar com o nome. Até aqui televisão era o termo utilizado para designar o negócio/serviço de radiodifusão de sons e de imagens para serem recebidos livremente pelo público em geral, ou seja, broadcast television para os americanos e televisão aberta para nós. Com a web, ela continua livre mas deixa de ser de-um-para- todos, e neste sentido deixa de ser broadcast, muda a maneira de assistir, muda a relação comercial, muda o modelo de negócio.

Uma das leituras mais importantes deste ano é “Do Broadcast ao Socialcast”, editado pela W3 Geoinformação Editora Ltda. Uma obra que segue o espírito da web, sendo publicado para acesso livre e uso gratuito, desde que sem finalidade comercial.

Autores:
Alessandro Barbosa Lima Bruno Fiorentini
Caio Túlio Costa Herberto Yamamuro José Luiz Schiavoni
Manoel Fernandes Marcelo Coutinho Marco Barcellos
Marcos de Souza Aranha Romeo Busarello Ruy Lindenberg
Sergio Cavalcanti Silvio Meira Wagner Fontoura

Download:
http://www.4shared.com/file/140483420/cbbfd6ce/Do_Broadcast_ao_Socialcast.html

5600K – É Mais que Desejável, é Inevitável

Ao analisarmos uma luminária devemos verificar 3 quesitos:

  1. A Intensidade Luminosa;
  2. A Qualidade da Luz e
  3. O Custo Operacional.

Alem disso, Fatores Operacionais tais como:  portabilidade, operação remota, possibilidade de uso de baterias, são quesitos também importantes.

Vejam no artigo anexo, 5600K – Em Algum Momento Voce Vai Converter , uma análise simples sobre esse tema.

PARA QUE SERVE UMA LUMINÁRIA?

A pergunta pode parecer primária, principalmente num ambiente profissional, mas não é. Uma luminária serve para iluminar, essa é a sua principal função. Assim, quanto mais iluminar melhor.

Para melhor iluminar tem que ter maior intensidade sobre uma área desejada. Para medir intensidade em uma área usamos a grandeza de medida lux  e definimos o ângulo do facho luminoso ou ângulo de iluminamento em graus.

Com a nova relação de aspecto das câmeras ampliado de 4X3 para 16X9, o ângulo de iluminamento passou a ser um aspecto tão importante quanto a intensidade em lux. O ângulo de 60 graus está de acordo com as lentes e com essa nova relação da imagem. O ângulo deve ser medido entre os limites que corresponde à metade da intensidade máxima, pois assim garantimos que a área iluminada estará dentro do mesmo diafragma.

Pronto! já podemos ir às compras, basta procurar a luminária de maior lux@1m (lux à 1 metro) e o ângulo de iluminamento de 60 graus.

Por incrível que possa parecer são poucos os fabricantes que informam, claramente, o quanto suas luminárias iluminam e muito menos qual o ângulo de iluminamento!!! Na planilha anexa (Comparação de Luminárias de LED) estão a maioria das luminárias disponíveis. Vejam que apenas a Energia especifica claramente quantos lux e quantos graus tem o ângulo de iluminamento de suas luminárias.

É claro que existem outras atribuições que devem ser observadas nas luminárias, tais como: a qualidade da luz (temperatura de cor); a alimentação elétrica (suporte de bateria, AC adaptor, etc); se tem dimmer; quanto pesa e importante, quanto pesa no bolso.

Fique atento! Se ligue no valor-função Lux/R$ e no ângulo.