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IBC 2017 Começa em uma Semana

IBC2017

CONFERENCE // 14-18 SEPTEMBER

EXHIBITION // 15-19 SEPTEMBER

 

Na exposição serão mais de 1.700 exibidores e mais de 55.000 profissionais inscritos.

No congresso serão mais de 90 sessões, 400 palestrantes e um novo serviço de streams incluindo um dia dedicado a tecnologia em esportes.

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Previsões para a DTT – Digital Terrestrial Television

150725 - Torres

A indústria de telefonia móvel está exercendo enorme pressão em sua busca para adquirir a maioria das frequências da banda UHF. Todos devem estar preocupados porque esta banda inclui as principais frequências utilizadas para a Televisão Digital Terrestre (DTT) e assim o futuro do acesso público gratuito a radiodifusão terrestre está sob ameaça. O setor de radiodifusão da Europa está trabalhando através da EBU para lidar com esta ameaça, mas para aqueles que não estão diretamente envolvidos no trabalho, pode ser difícil entender o que está acontecendo e quais consequências podem ter.

Como pode a DTT prosperar? Quais estratégias poderiam as emissoras implantar no atual quadro de mudanças na paisagem mediática? Quais são as posições em diferentes regiões do mundo?

 

700 MHz

Um tema específico é o lançamento iminente da faixa de 700 MHz em certos países europeus. Alemanha foi o primeiro país a leiloar a banda para uso na Telefonia Móvel Internacional (IMT). Mas, como a Alemanha será capaz de liberar a banda em 2019 e manter seus atuais serviços de DTT? Como é que a proteção da DTT contra as interferências da LTE serão abordadas?

No Brasil, O LTE é o padrão de 4G predominante, sendo adotado por todas as operadoras.

O leilão da faixa de 700 Mhz para utilização em telefonia móvel celular (4G) foi realizado em 30/set/2014 pela ANATEL. As vencedoras optaram pelo pagamento a vista em um total de R$ 5,077 bilhões:

Claro: R$ 1.739.118.094;

Tim: R$ 1.678.201.317;

Vivo: R$ 1.657.501.518.

Algar: R$ 2,637 milhões.

A entrega das frequências para operação será 12 meses após o desligamento da TV Analógica, previsto para 2016.

Glass Studio da Globo Rio

Ontem visitei o Glass Studio da Globo Rio. Alem das excelentes instalações, o cenario natural é deslumbrante, simplesmente, a lagoa Rodrigo de Freitas, o Jardim Botânico e o Cristo Redentor, compoem o cenário.

Aproveitamos para demonstrar as luminárias da Energia e fazer medidas comparativas com as utilizadas no Glass Studio:
As medidas foram feitas de forma a comparar as diversas luminarias. Assim fizemos uma fila, colocando todos os modelos lado-a-lado. O medidor foi um Minolta sempre a 1,5m de distancia.
Nila Box 28.000 lux
Prolite F75K 25.500 lux
Sola 8 12.000 lux
Kezia (Gekko) 3.500 lux

O problema verificado no Nila é a Multi-sombra que vai deixar o iluminador doido para corrigir.

Infelizmente a Energia não tinha a luminária na ocasião que compraram os Nilas.
O Prolite Fresnel F75K tem um único LED, gerando uma única sombra.

ILUMINAÇÃO COM ECONOMIA

Economize US$ 42.000,00 (Quarenta e Dois Mil Dólares)
Para cada Fresnel de Tungstênio Substituído por Fresnel de LED

A cada 40 mil horas de uso:

  •  Fresnel de Tungstênio queima 100 lâmpadas = US$4.300,00.
  • Gasta US$24.000,00 de energia elétrica e
  • Gera calor de 6840 BTU que irá consumir mais US$14.000,00 de energia elétrica.
Clique na imagem para ampliar

PETER GASPER e HENRIQUE LEINER Visitam a Energia

Rio de Janeiro, 28 de Janeiro de 2011. A Energia recebeu nesta manhã os dois mais ilustres mestres da Iluminação para uma longa e prazerosa visita. Peter Gasper e Henrique Leiner vieram conhecer a linha 2011 de produtos da marca.

Henrique Leiner, light designer e consultor do Projac (Centro de Produção da TV Globo) ficou muito impressionado com os novos LED Fresnel Lights F-45K e F-75K, “os outros são lanterninhas” declarou Leiner diante a intensidade de luz das novas luminárias.

Peter Gasper, mestre na Iluminação Cênica é também light designer de arquitetura do escritório Oscar Niemeyer, ficou impressionado com o excelente nível de qualidade de todos os produtos da linha 2011.

Vinicius Matos Visita a Energia

Rio de Janeiro, 27 de Janeiro de 2011. Vinicius Matos, multi premiado e internacional fotografo brasileiro, visitou a Energia e ficou muito impressionado com a linha 2011 de produtos. Durante as 3 horas da visita foram feitos testes e avaliações, alem dos acertos finais no modelo Prolite Slim77 By Vinicius Matos.

O Slim77 By Vinicius Matos é uma luminária com acessórios exclusivos e desenhados pelo fotógrafo.

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Cadê o Luminotécnico?

5600K x 3200K

Na iluminação, assim como na pintura, existem dois lados, duas competências: a arte e a técnica.

Já há algum tempo que o luminotécnico vem desaparecendo do nosso meio, porem, o surgimento da  direção de fotografia na televisão acabou totalmente com o  equilíbrio das duas funções. O resultado é a predominância da preocupação estética em detrimento das questões técnico-científicas.

Como conversar com um diretor de fotografia questões como a física da luz? Como falar sobre diagrama espectral de sensibilidade dos sensores das câmeras? Das vantagens de fidelidade de cor de determinados tipos de luz? Como fazer ensaios para comparar relação sinal-ruído com diversas temperaturas de cor. Pode até existir diretores de fotografia sensíveis e interessados nestes temas, mas não é muito comum. Esse tipo de informação são mais interessantes à engenheiros e técnicos.

Qual a temperatura de cor que resultará numa melhor relação sinal-ruído, numa determinada câmera ou num determinado sensor?

Luz de 3200K com a extrema predominância de vermelho e com menos de 10% de azul pode resultar numa melhor imagem? Deve ser ainda, considerada uma referência?

Como avaliar tecnicamente uma luminária? Como especificar corretamente esse tipo de equipamento? Como comparar com segurança produtos de iluminação de diversos fabricantes.

Como criar protocolos de teste e de avaliação para homologação de equipamentos e produtos de iluminação? Quais medidores devem ser utilizados? Luxímetros, colorímetros, medidores de ângulo de iluminamento, espectrógrafos e etc, quem irá utilizá-los? O  diretor de  fotografia, o luminotécnico ou será que isso tudo seria relevante?

Será que todas essas questões não deveriam ser respondidas com a segurança natural do conhecimento científico?

Na nossa opinião, sem as respostas com o rigor científico a predominância será da forma e as marcas e jamais dos produtos de qualidade.

Iluminação para Vídeo – Técnica e Arte

Ainda hoje me espanto com a superficialidade e com o empirismo com que as questões técnicas da iluminação são tratadas pelos diversos fabricantes de equipamentos de iluminação. A questão da temperatura de cor, a medida de intensidade, o ângulo de iluminamento, consumo elétrico, etc que são itens decisivos, não são informados claramente. Fico a suspeitar que a omissão de tais informações técnicas deve ser intencional, pois a alternativa seria pura burrice, igualmente inaceitável no nosso setor.

No sistema medidas adotado no Brasil as grandesas físicas pertinentes à iluminação devem ser expressas da seguinte forma:

  1. A temperatura de cor deve ser expressa em Kelvin;
  2. A intensidade de luz deve ser medida em lux@1m na direção de máxima irradiação;
  3. O ângulo de iluminamento deve ser expresso em graus medido entre os limites de meia-potência (Half Power Angle) que resulta num ângulo totalmente diferente se for medido nos limites de zero lux;
  4. O consumo elétrico deve ser expresso em Watt ou e Ampere e Volt, medido na entrada AC e/ou DC conforme o tipo de alimentação da luminária;
  5. A massa deve ser expressa em grama e
  6. As dimensões em metro.

Não raro encontram-se empresas informando que suas luminárias de LED têm “saída” equivalente a uma luminária tipo Fresnel de tungstênio de 650W. Que informação é essa? Qual a sua finalidade? Uma luminária de LED normalmente usa temperatura de cor de 5600K, porem, o tungstênio é de 3200K. Como podem coisas diferentes serem equivalentes? Luminárias tipo Fresnel tem ajuste de foco (ângulo de iluminamento) em que ângulo elas são equivalentes? Usa-se gelatina de conversão para fazer a comparação? Qual a gelatina? Comprar uma luminária deveria ter uma análise técnica.

As 6 grandezas acima devem estar claramente indicadas nas especificações técnicas do produto, caso contrário, é no mínimo suspeito. A Energia com sua linha de luminárias Prolite insiste em defender a clareza de informações ao mercado. Estamos a 10 anos melhorando continuamente os nossos produtos e contribuindo para melhorar o nível de informação ao mercado.

Prolite LED Fresnel F-75K

A Energia está lançando uma série de novas luminárias para 2011, entre elas destaco o Prolite Fresnel F-75K com as seguintes características:

  1. A temperatura de cor 5600 Kelvin (3200 opcional);
  2. A intensidade de luz máxima é de 44.600 lux@1m (12 graus) e 6.200 lux@1m (80 graus) medidos na direção de máxima irradiação;
  3. O ângulo de iluminamento ajustável manualmente de 12 graus a 80 graus medido entre os limites de meia-potência (Half Power Angle);
  4. O consumo elétrico máximo 232 Watt @ 127 Vac;
  5. A massa é de 5 Kg e
  6. As dimensões são 350x250x320mm.

Fica claro que a Energia não esconde nada, não faz mágica. Faz produtos de qualidade.